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Saúde

Equipe de inspeção da Anvisa em laboratório da AstraZeneca na China (Foto: Reprodução)
Equipe de inspeção da Anvisa em laboratório da AstraZeneca na China (Foto: Reprodução)

Embora os resultados finais dos testes em humanos ainda não tenham sido divulgados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a corrida pela chegada ao Brasil de uma vacina contra a Covid-19 segue adiante.

Cinco dias após finalizar a inspeção as Boas Práticas de Fabricação (BPF) no laboratório responsável pela produção dos insumos biológicos para a vacina Coronavac, técnicos da Anvisa seguem fazendo trabalho semelhante com os desenvolvedores da AstraZeneca/Oxford/Fiocruz, na China.

Informações da Anvisa dão conta de que o segundo dia de inspeções, a quarta-feira (9) foi concluído com sucesso e os trabalhos devem prosseguir até a sexta-feira (11). A inspeção é realizada na planta da Wuxi Biologics Co. Ltd., localizada na Cidade de Wuxi, há pouco mais de 130 km de Shanghai.

No segundo dia de inspeção, a equipe inspecionou fisicamente as instalações produtivas destinadas à produção do insumo farmacêutico biológico. Os fluxos de materiais, incluindo matérias-primas, intermediários, equipamentos limpos e sujos, bem como os fluxos de pessoal foram devidamente analisados. Os procedimentos de controle de qualidade em processo também foram verificados.

O período da tarde foi destinado a verificar se os equipamentos produtivos dispõem de um processo documentado de demonstração do seu desempenho requerido, por meio da avaliação dos estudos de qualificação de equipamentos. Além disso, foram verificados os procedimentos de manutenção preventiva e calibração.

Sinovac e AstraZeneca/Oxford

De acordo com informações da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), dentre os vários projetos de desenvolvimento de vacina espalhados pelo mundo, dois contam com acordos para serem produzidas no Brasil pelos dois maiores produtores de imunobiológicos do país, caso se comprovem eficazes: AstraZeneca/Oxford, que será produzida pela Fiocruz, e a Sinovac, que tem acordo de produção com o Instituto Butantan. As duas passaram pela fase de testes em humanos, mas os dados ainda estão sob análise da Anvisa.

Apesar de ainda estar em fase de análises no Brasil, a AstraZeneca/Oxford já começou a ser distribuída no Reino Unido. Segundo informações da BBC Brasil, a previsão do ministro da Saúde do Reino Unido, Matt Hancock, é de que até o início de abril toda população britânica esteja imunizada.

Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil, pessoas com 75 anos ou mais, profissionais de saúde e indígenas serão os primeiros a ser vacinados contra a covid-19 a partir de março. Não há perspectiva de vacinar toda a população até o fim de 2021, nem vacina registrada no pais.

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