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Consultoria mostra que país tem um dos menores volumes de doses per capita solicitadas até o momento (Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil)
Consultoria mostra que país tem um dos menores volumes de doses per capita solicitadas até o momento (Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil)

Levantamento da consultoria alemã Statista mostra que Canadá, Reino Unido e Austrália ocupam a liderança no volume de doses solicitadas até agora

O governo brasileiro anunciou nesta terça-feira (1) quais são os planos para a vacinação contra a covid-19. Apesar de provisório, o plano mostra quatro etapas a serem seguidas no país, começando por pessoas mais velhas. Independentemente da ordem a ser seguida, um levantamento realizado pela consultoria alemã Statista mostra que o país é um dos que tem menos doses disponíveis para a população.

O ranking considera dados da Universidade Duke, ONU e da consultoria Eurostat e elenca doze países ao todo. De acordo com as informações, o país que está mais preparado para a chegada da vacina – em número de doses per capita – é o Canadá, com cerca de 9,5 doses por pessoa. O Brasil, por outro lado, está em 9º lugar, atrás apenas de Indonésia, México e Suíça.

Mesmo nesse cenário, o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros, afirmou que “o ideal” seria contar com uma vacina contra a covid-19 que possa ser ministrada em dose única e transportada em temperaturas entre 2 e 8 graus Celsius. A afirmação abre margem para questionar o interesse do governo brasileiro na vacina da Pfizer, que precisa ser armazenada a -70 graus celsius.

Ainda de acordo com Medeiros, a imunização deve começar somente depois que a vacina atingir uma série de critérios, como segurança, capacidade de criar memória imunológica, uso seguro e preferencialmente ser em dose única. O plano nacional de imunização deve ter sua versão final somente após o registro da Anvisa de uma das candidatas à vacinação nacional.

Atualmente, o Brasil testa duas vacinas em território nacional: a Coronavac, desenvolvida pelo Instituto Butantã em parceria com o laboratório chinês Sinovac – já aplicada em mais de 10 mil voluntários – e a vacina da AstraZeneca, que terá as doses brasileiras produzidas pela Fiocruz. Há poucos meses, a Coronavac teve seus testes pausados no país, em decorrência da falta de comunicação entre a Anvisa e o laboratório brasileiro responsável pelos testes. Ao mesmo tempo, a Fiocruz declarou recentemente que a vacinação deve começar no país no fim de março de 2021.

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