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Rose Ribeiro (REPUBLICANOS) foi uma das prejudicadas: 'Às 17h99 eu estava com 1.111 votos. Finalizou as eleições, eu estou com 58 votos' (Foto: Reprodução)
Rose Ribeiro (REPUBLICANOS) foi uma das prejudicadas: 'Às 17h99 eu estava com 1.111 votos. Finalizou as eleições, eu estou com 58 votos' (Foto: Reprodução)

Quando a gente pensa que 2020 não pode surpreender mais, vêm as eleições e provam o contrário. Se, num primeiro olhar, as discussões sobre fraude eleitoral poderiam parecer "mais do mesmo" ou conversa de perdedor, aos poucos, notícias de todo país começam a mostrar que, não somente em Camaçari, onde também há queixosos, a questão pode ser bem mais séria do que se pensa.

Em um vídeo que está circulando nas redes sociais, um grupo formado por dezenas de candidatos a vereador no município de Palmas, capital do Tocantins, que se dizem lesados, exige do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e da Polícia Federal (PF) providências diante das provas de falha na contagem de votos.

Rose Ribeiro (REPUBLICANOS) foi uma das prejudicadas: "Às 17h99 eu estava com 1.111 votos. Finalizou as eleições, eu estou com 58 votos. Nós que estamos aqui queremos saber o que aconteceu. Queremos saber onde estão esses votos", questiona.

Ainda segundo Rose, ela não foi a única a passar pela mesma situação, embora tenha sido a única a registrar o ocorrido. "O meu caso, é o caso que, por Deus, consegui ter tirado o print no momento que eu vi a quantidade de votos, mas tantos outros que estão aqui também olharam e viram que estavam com uma quantidade X de votos, e quando terminou a eleição estavam com menos", expõe Rose.

Outra candidata, que aparece no vídeo, que não se identificou, apontou que a apuração dos votos feriu o princípio da publicidade, prerrogativa legal inviolável da administração pública. "Nós precisamos que essas eleições sejam anuladas porque nós não tivemos o princípio da publicidade. A administração pública é regida por princípios e [o princípio da] publicidade é que dá direito ao candidato de acompanhar a evolução da apuração do seu resultado", aponta.

De acordo com ela, em Palmas, o processo aconteceu de forma ilegal. "O sistema abriu, iniciou a contagem de votos, depois deu uma pane, num espaço muito longo de tempo, e quando voltou foi com a totalidade dos votos, então, cadê o princípio da publicidade?", questiona.

Veja abaixo o vídeo da manifestação e os prints de tela do aplicativo Resultados, sistema oficial da Justiça Eleitoral para acompanhamento da apuração de votos.

Veja o vídeo

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