Galeria de fotos

Não perca!!

Bahia

A empresa identificou a alteração no dia 30 de maio e fez uma proteção com fita plástica e cartazes para tentar evitar que os moradores se aproximem. Um segurança também fica no local explicando à população do risco de queda.   O problema é que a cratera, que fica a cerca de um quilômetro do povoado, tem se tornado um ponto de visitação dos moradores. Famílias se arriscam e vão até o buraco para ver o fenômeno, como se estivessem num passeio qualquer de fim de semana.   O povoado é habitado em sua maioria por marisqueiros, pescadores e caçadores - a maioria, gente de pouca condição financeira e pouca instrução formal.  O diretor de manutenção e operação da Dow Química na Bahia, Marcelo Braga, acredita inicialmente que o motivo da abertura do buraco seja um processo de erosão do solo. Há risco de a depressão aumentar, já que o processo de acomodação do solo pode não ter encerrado ainda.  O medo dos representantes da indústria é que alguém se aproxime e sofra um acidente fatal, já que a terra pode voltar a ceder a qualquer momento.   “A nossa maior preocupação é que essa erosão é exposta e a gente não tem como impedir que as pessoas cheguem próximo. Tem o risco de as pessoas caírem. Não temos, legalmente, como impedir o acesso das pessoas. Primeiro que não está numa área privada nossa, e segundo a gente não tem o poder de polícia
A empresa identificou a alteração no dia 30 de maio e fez uma proteção com fita plástica e cartazes para tentar evitar que os moradores se aproximem. Um segurança também fica no local explicando à população do risco de queda. O problema é que a cratera, que fica a cerca de um quilômetro do povoado, tem se tornado um ponto de visitação dos moradores. Famílias se arriscam e vão até o buraco para ver o fenômeno, como se estivessem num passeio qualquer de fim de semana. O povoado é habitado em sua maioria por marisqueiros, pescadores e caçadores - a maioria, gente de pouca condição financeira e pouca instrução formal. O diretor de manutenção e operação da Dow Química na Bahia, Marcelo Braga, acredita inicialmente que o motivo da abertura do buraco seja um processo de erosão do solo. Há risco de a depressão aumentar, já que o processo de acomodação do solo pode não ter encerrado ainda. O medo dos representantes da indústria é que alguém se aproxime e sofra um acidente fatal, já que a terra pode voltar a ceder a qualquer momento. “A nossa maior preocupação é que essa erosão é exposta e a gente não tem como impedir que as pessoas cheguem próximo. Tem o risco de as pessoas caírem. Não temos, legalmente, como impedir o acesso das pessoas. Primeiro que não está numa área privada nossa, e segundo a gente não tem o poder de polícia

No pequeno povoado de Matarandiba, no município de Vera Cruz, na llha de Itaparica, um mistério tem despertado a atenção dos moradores. No meio de uma área de mata fechada, uma cratera de mais de 40 metros de profundidade, 69 metros de largura e 29 metros de área da superfície apareceu do nada, deixando todos intrigados.

O buraco fica em um terreno em que a indústria Dow Química tem o direito de explorar água de salmoura, com altíssima concentração de sal.

A empresa identificou a alteração no dia 30 de maio e fez uma proteção com fita plástica e cartazes para tentar evitar que os moradores se aproximem. Um segurança também fica no local explicando à população do risco de queda.

O problema é que a cratera, que fica a cerca de um quilômetro do povoado, tem se tornado um ponto de visitação dos moradores. Famílias se arriscam e vão até o buraco para ver o fenômeno, como se estivessem num passeio qualquer de fim de semana.

O povoado é habitado em sua maioria por marisqueiros, pescadores e caçadores - a maioria, gente de pouca condição financeira e pouca instrução formal.

O diretor de manutenção e operação da Dow Química na Bahia, Marcelo Braga, acredita inicialmente que o motivo da abertura do buraco seja um processo de erosão do solo. Há risco de a depressão aumentar, já que o processo de acomodação do solo pode não ter encerrado ainda.

O medo dos representantes da indústria é que alguém se aproxime e sofra um acidente fatal, já que a terra pode voltar a ceder a qualquer momento.

“A nossa maior preocupação é que essa erosão é exposta e a gente não tem como impedir que as pessoas cheguem próximo. Tem o risco de as pessoas caírem. Não temos, legalmente, como impedir o acesso das pessoas. Primeiro que não está numa área privada nossa, e segundo a gente não tem o poder de polícia", comentou Braga.

"A gente pediu para o Inema para fazer o processo de isolamento físico, mas para isso é todo um processo”, concluiu o representante da Dow Química sobre a área que é de tutela do Instituto de Meio Ambiente e Recurso Hídricos (Inema).

Os fiscais do órgão foram até o local para fazer uma vistoria, mas ainda não concluíram o relatório da análise.

A Dow Química diz que o buraco fica numa área onde a exploração de salmoura já cessou e acredita que a cratera tenha surgido mesmo de um processo natural. O poço mais próximo do local fica a 200 metros, mas o mesmo está fechado há 32 anos.

A empresa destaca que tem conversado com a comunidade para prestar os devidos esclarecimentos e comunicar sobre as providências e estudos que estão sendo feitos no local para descobrir a causa do fenômeno e prevenir possíveis acidentes.

O geofísico Marcos Botelho, da Universidade Federal da Bahia (Ufba), foi chamado para estudar os movimentos geomecânicos que podem ter dado origem ao buraco.

Além disso, foi contratado um serviço de imagens por satélite e colocação de sismógrafos que identificam qualquer alteração no relevo derivada de movimentos do solo.

A empresa afirma ainda que além de comunicar o fato ao Inema e à comunidade, também informou a abertura da cratera à Prefeitura de Vera Cruz, à Agência Nacional de Mineração e à Secretaria estadual da Casa Civil.

 

 

Camaçari Fatos e Fotos LTDA
Contato: (71) 3621-4310 | redacao@camacarifatosefotos.com.br, comercial@camacarifatosefotos.com.br
www.camacarifatosefotos.com.br