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Rogaciano Medeiros

 Congresso Nacional
Congresso Nacional

CONSTITUINTE

A ruptura institucional provocada pelo golpe jurídico-parlamentar-midiático do ano passado atirou na lata do lixo as regras do jogo. A nação necessita de um novo acordo. Ficar emendando não resolve. Depois das excepcionalidades é imperativa a repactuação. Em tudo na vida.  Cada vez mais, os acontecimentos não deixam dúvida de que a saída para a crise política e econômica passa por eleições diretas e uma nova Constituinte, com ampla participação popular.

ESGOTAMENTO

Nove partidos acabam de lançar a frente parlamentar contra a proposta do voto distrital, em substituição ao modelo de proporcionalidade na ocupação das cadeiras do Legislativo. Pois bem, outras questões como financiamento de campanha eleitoral, parlamentarismo, presidencialismo de coalizão, coligações, reeleição, voto obrigatório, federalismo, reforma do Estado, partidarização do Judiciário e mais algumas, começam a aparecer com certa frequência na mídia e a integrar a pauta de conversas de uma expressiva parcela da população, nos mais diversos grupos sociais. O sistema político brasileiro dá sinais de exaustão.

DELICADO

Com um Congresso Nacional de perfil tão conservador, e diante da possibilidade concreta de que a próxima legislatura seja igual ou pior, não resta a menor dúvida ser muito arriscado fazer reformas no Brasil pós golpe. Tudo que tem sido reformado até agora só atende os interesses do grande capital, principalmente o sistema financeiro. O povo sempre sai perdendo. Portanto, em uma conjuntura tão adversa, somente uma Constituinte, com canais efetivos de participação popular, pode possibilitar a definição democrática de novas regras para o jogo. E ainda assim é fundamental ficar de olho bem aberto.

VITIMIZAÇÃO

Para quatro jornalistas da mídia contra-hegemônica - Alex Solnik, Leonardo Attuch, Paulo Moreira Leite e Leonardo Stoppa – será praticamente impossível para o presidenciável João Dória (PSDB) tentar usar a "ovada" que recebeu em Salvador para se vitimizar durante a campanha eleitoral, pois como prefeito de São Paulo usa o cargo para agredir sistematicamente Lula e Dilma. Há de considerar também as barbaridades que o tucano comete contra moradores de rua, ambulantes e os movimentos sociais. Ele detesta tudo que seja inerente ao povo.

IMPRESTÁVEL

Para Leonardo Stoppa, o prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB), é muito mais perigoso do que Jair Bolsonaro (PSC). No entendimento de Paulo Moreira Leite, o presidenciável tucano é alvo da própria retórica fascista que sempre o caracterizou. Tipo o feitiço contra o feiticeiro. Alex Solnik destaca também o apoio servil a Temer. São opiniões de jornalistas que não integram a mídia golpista e permitem uma conclusão lógica: Dória não faz bem ao povo, à democracia, à República e, principalmente, ao Brasil livre e soberano.

 

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A coluna Pauta Livre, de autoria do jornalista Rogaciano Medeiros, é um espaço onde ele escreve suas análises sobre a situação política nacional, dentro de uma ótica questionadora através de um ponto de vista diferente dos tradicionais veículos de comunicação. Justamente para questionar a grande imprensa, que manipula a informação e coloca a versão que lhe é conveniente como se fosse a verdade absoluta.

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