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Política

 Para se ter uma ideia, a  Organização das Nações Unidas (ONU) determina que deve existir um bombeiro para cada mil habitantes
Para se ter uma ideia, a Organização das Nações Unidas (ONU) determina que deve existir um bombeiro para cada mil habitantes

A fragilidade do sistema disponível da Defesa Civil da Bahia e os incêndios no estado, tema amparado pelo recente episódio de calamidade ocorrido na cidade de Cachoeira, no Recôncavo baiano, além de outros incidentes na capital e no interior, foi alvo de críticas esta semana nas sessões plenárias da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA).

“O Corpo de Bombeiros pede socorro. Além da falta de hidrantes, distribuídos segundo as necessidades, não há escadas modernas, viaturas, máscaras e nem proteção individual suficiente para o bombeiro-militar. É preciso ressaltar também outro dado alarmante que é o número de bombeiros efetivos”, protestou uma das parlamentares inconformadas com a precariedade deste serviço emergencial, a deputada Graça Pimenta (PR).

Para se ter uma ideia, a  Organização das Nações Unidas (ONU) determina que deve existir um bombeiro para cada mil habitantes. Na Bahia há cerca de 14 milhões de habitantes e apenas 2.082 militares que atuam nesta função, quando o ideal seria ter cerca de 14 mil profissionais. O fato implica em um déficit de 12 mil bombeiros no estado.

O resultado deste panorama se refletem no modo de ação nem sempre efetiva envolvendo os recentes episódios, como aqueles que ocorreram na cidade de Cachoeira, quando uma loja de eletrodomésticos ficou em chamas, em Feira de Santana, quando um incêndio de grandes proporções destruiu a unidade do Atacadão São Roque situado na avenida Contorno, ou mesmo o incêndio no galpão da Farmácia Santana em Salvador no final do ano passado.

Outros fatos corroboram com esta estimativa negativa. No dia 28 de março deste ano houve um incêndio na avenida Sete de Setembro, na capital, e o fogo logo se alastrou por conta dos produtos inflamáveis; em abril ocorreu o incêndio no galpão da Loja Insinuante, no município de Lauro de Freitas; no último dia 16 foi a vez do antigo prédio onde funcionava o Instituto do Cacau também em Salvador, na cidade baixa. No último dia 22, um restaurante no bairro Pituba pegou fogo.

 

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