Galeria de fotos

Não perca!!

Política

Todos os candidatos concordam que Salvador vive uma lamentável gestão da cultura (Foto: Eduardo Martins/Agência A TARDE)
Todos os candidatos concordam que Salvador vive uma lamentável gestão da cultura (Foto: Eduardo Martins/Agência A TARDE)

No primeiro encontro de campanha entre os seis candidatos à Prefeitura de Salvador, os postulantes ao comando do município apresentaram na quinta-feira, 26, as armas que pretendem usar para conquistar os eleitores. E, mesmo com a sutileza que o ambiente da Academia de Letras da  Bahia (ALB) sugere, as propostas para a cultura na primeira capital do País foram entremeadas por trocas de farpas entre os candidatos adversários.

Com diferentes posições políticas em relação aos governos federais e estaduais, os debatedores foram unanimidades em dois pontos. Um: Salvador vive um momento lamentável em relação à gestão municipal da cultura. O outro ponto foi a necessidade de recuperação do Centro Histórico da cidade.

Mário Kertész (PMDB) destacou a experiência como prefeito. Ele tomou o cuidado de se mostrar alinhado com o governo federal e de reduzir a importância do Estado, uma vez que o partido dele faz oposição ao atual governo. “Passei por dois governos estaduais. João Durval não deu nada, tirou até da conta garantida. Waldir Pires, também nada. O governo Federal foi quem deu porque levei projetos”, disse.

Em seguida, foi a vez do Bispo Marcio Marinho (PRB), que seguiu à risca durante a fala os pontos sugeridos nos documentos entregues à ALB para os candidatos. “Em uma cidade que não tem tantas indústrias, o prefeito pode ajudar, através da cultura, no fomento à economia”, disse.

Candidato pelo PSOL, Hamilton Assis, criticou o processo de “limpeza étnica” durante a restauração do Centro Histórico. “O projeto é falido porque fez uma faxina étnica profunda. O Pelourinho só será resgatado se voltar o sentido de comunidade”, disse.

ACM Neto (DEM) culpou o governo petista pela situação do Centro Histórico e se ofereceu, caso eleito, a assumir a responsabilidade pela área. “O ex-senador ACM Junior chegou a separar R$ 25 milhões em emendas, que o Estado não usou por falta de projetos”, criticou.

O candidato Rogério da Luz (PRTB) defendeu o investimento no Pelourinho para atender ao turismo. “Vou retirar o comércio de eletrônicos e abrir espaços para a música e o artesanato”, afirmou.

Governo tanto no Estado, quanto na Federação, candidato do PT, Nelson Pelegrino, optou por destacar a importância do alinhamento político. “A prefeitura não vai resolver o problema do Centro Histórico sozinha”, destacou.

Saiba mais sobre: Política

 

Camaçari Fatos e Fotos LTDA
Contato: (71) 3621-4310 | redacao@camacarifatosefotos.com.br, comercial@camacarifatosefotos.com.br
www.camacarifatosefotos.com.br