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Política

A ativista bolsonarista Sara Winter (Foto: Reprodução)
A ativista bolsonarista Sara Winter (Foto: Reprodução)

O partido Democratas decidiu expulsar sumariamente a ativista de extrema-direita Sara Fernanda Giromini, mais conhecida como Sara Winter. Em nota divulgada nesta terça-feira, 2, o presidente nacional do partido, ACM Neto, justifica que o cancelamento da filiação de Sara ocorre por “descumprimento dos deveres éticos” previstos no estatuto da sigla.

O texto ainda diz que a legenda repudia “quaisquer atos de violência ou atentatórios ao Estado de Direito, ao Regime Democrático e às instituições brasileiras.”

Leia abaixo a nota oficial do partido:

“O Democratas Nacional decidiu, na manhã desta terça-feira (2), aplicar a sanção sumária de expulsão à Sara Fernanda Giromini - com cancelamento de filiação partidária - pelo descumprimento dos deveres éticos previstos estatutariamente. É importante ressaltar que o Democratas repudia, de forma veemente, quaisquer atos de violência ou atentatórios ao Estado de Direito, ao Regime Democrático e às instituições brasileiras.”

Sara ganhou projeção nacional na semana passada após dizer que trocaria socos e “infernizaria” a vida do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, além de chamá-lo de covarde. As ameaças da militante bolsonarista foram em reação ao fato de ter sido alvo de operação da Polícia Federal no âmbito do inquérito que investiga produção de fake news contra ministros da Corte e a realização de manifestações contra a democracia - a investigação é conduzida por Moraes, que autorizou a ação.

"Juro por Deus, essa era minha vontade. Eu queria trocar soco com esse filho da puta desse arrombado. Infelizmente, não posso”, disse Sara sobre Moraes em vídeo nas redes sociais, afirmando que não será calada pela apuração conduzida pelo ministro.

A ativista também é líder de um acampamento de formação de militantes bolsonaristas em Brasília, que, segundo a própria Sara, andam armados. Chamado de “300 pelo Brasil”, o movimento é investigado pelo Ministério Público Federal (MPF), que considera o grupo uma “milícia armada”. O órgão já pediu a desmobilização do acampamento.

Na última sexta, o movimento protagonizou cenas que foram remetidas a movimentos ultranacionalistas e à Ku Klux Klan (KKK), organização terrorista criada em 1866 nos Estados Unidos que defende a supremacia branca e foi responsável, na década de 1960, pela perseguição, tortura e assassinato de pessoas negras e militantes de direitos civis. Em protesto pela Esplanada dos Ministérios, os “300” marcharam com máscaras, tochas e roupas pretas e se posicionaram em frente ao STF com uma faixa escrita "300" (ao contrário). O alvo foi o ministro Moraes.

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