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Ex-deputado e ex-assessor do Palácio do Planalto no governo Temer, Rodrigo Rocha Loures (MDB-PR) (Foto: Reprodução | Uol)
Ex-deputado e ex-assessor do Palácio do Planalto no governo Temer, Rodrigo Rocha Loures (MDB-PR) (Foto: Reprodução | Uol)

No pedido de condenação, o Ministério Público afirmou que o dinheiro era "vantagem indevida"

O Ministério Público Federal pediu hoje (10), à Justiça Federal, a condenação do ex-deputado e ex-assessor do Palácio do Planalto no governo Temer, Rodrigo Rocha Loures (MDB-PR), no processo da mala com R$ 500 mil que teria recebido do grupo J&F como pagamento de propina.

No pedido de condenação, o Ministério Público afirmou que o dinheiro era "vantagem indevida" ao ex-presidente Michel Temer. Por conta do episódio, Temer foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Supremo, em 2017, por corrupção passiva, mas a maioria dos deputados optou pelo arquivamento do processo até que ele cumprisse o mandato presidencial.

Em documento obtido pela TV Globo, o procurador Henrique Martins afirmou:"Restou demonstrado que o réu Rodrigo Santos da Rocha Loures agiu com vontade livre e consciente e recebeu vantagem indevida para Michel Elias Temer Lulia em virtude da condição deste de chefe do Poder Executivo , materializados no valor de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais), além da promessa de prestações semanais , incorrendo na conduta descrita no art 317, c/c art 29, ambos do Código Penal, sendo assim a condenação medida que se impõe".

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