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Li4vLi4vLi4vaW1hZ2VzL3N0b3JpZXMvcG9saXRpY2EvbHVpemFfbWFpYS5qcGcmYW1wO3c9OTAwJmFtcDtoPTYwMCZhbXA7cT05MCZhbXA7emM9MA==.jpgA confusão que parte da imprensa tem gerando em relação ao verdadeiro teor do projeto de lei da deputada estadual Luiza Maia (PT), que propõe proibir a contratação, com dinheiro público, de artistas que cantem músicas ofensivas às mulheres, tem chegado à proporções preocupantes. A parlamentar afirma que tem sido ameaçada nas redes sociais da internet devido a um entendimento equivocado de sua proposição.

Antes eram apenas xingamentos, mas no microblog

Twitter veio uma postagem [tweet] com ameaça de morte para a deputada petista. “Se a safada da deputada proibir, ela vai tomar pau, viu?! Vai morrer, safada! #adoromeupagodão”, postou internauta dono do perfil @DoubinhaLango, no último dia 29 de julho, conforme informou a assessoria de Luiza Maia.

“É uma tentativa de intimidação. Mas quem lutou contra a ditadura não vai se intimidar com essas ameaças feitas por quem promove a baixaria. Não sou contra o pagode, não quero censurar nem acabar com o sustento de ninguém. Só não concordo que o dinheiro público financie bandas que incentivem a violência e o preconceito contra as mulheres - e até a pedofilia”, disse a parlamentar ao Camaçari Fatos e Fotos.

Como já pontuou por diversas vezes a deputada, seu projeto não é uma censura às manifestações artísticas no estado ou ao pagode, mas sim um mecanismo legal para que o poder público, o governo do estado, faça valer suas políticas públicas de valorização da mulher e não contrate artistas que depreciem o gênero feminino.

Um site de notícias da capital baiana veiculou, sem as devidas apurações, nestes dias, que o projeto de lei de Luiza Maia teria sido retirado da pauta da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), no dia 07 de junho, pela própria parlamentar e que o site do Legislativo teria informado que a proposição estaria em fase de arquivamento. Contudo, o site não explica que o projeto foi retirado por Luiza, pois só continha a assinatura dela e que, no mesmo dia, deu entrada em projeto de lei, com mesmo conteúdo (o mesmo projeto), só que contendo a assinatura das 11 deputadas da bancada feminina da ALBA, para reforçar ainda mais a importância da proposição.

A deputada afirmou que o projeto continua em tramitação e que mesmo com a campanha contrária ao PL, promovida por alguns da “indústria cultural” que financia a “baixaria”, ela permanecerá firme em seu propósito, pelo bem das mulheres.

 

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