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Amaury Ribeiro Jr. é um dos mais importantes e premiados repórteres investigativos do país (foto/Divulgação)
Amaury Ribeiro Jr. é um dos mais importantes e premiados repórteres investigativos do país (foto/Divulgação)

O polêmico e badalado livro “A Privataria Tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro Júnior, será pautado como tema de uma sessão especial na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), no próximo dia 1º de março, às 14h. A obra, fruto de dez anos de um minucioso trabalho investigativo do jornalista, com 344 páginas, retrata os bastidores da era das privatizações do governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC), tendo o tucano José Serra, como um dos principais protagonistas.

A primeira edição do livro esgotou em apenas 24h e está há 10 semanas entre os mais vendidos em diversas listas do país. Os fatos narrados por Amauri Jr. estão reforçados em documentos oficiais anexos, obtidos em juntas comerciais, cartórios, no Ministério Público e na Justiça.

A sessão foi requerida pelo deputado estadual Joseildo Ramos (PT) e vai contar como debatedores o autor do livro, o deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB), proponente da CPI da Privataria no Congresso Nacional, e Luiz Fernando Emediato, publisher da Geração Editorial. O livro conta ainda dois episódios de interesse dos baianos, como a privatização da Coelba e caso da doação de terrenos na Ilha do Urubu, em Porto Seguro.

Sobre o autor

Amaury Ribeiro Jr. é um dos mais importantes e premiados repórteres investigativos do país, com passagens por Isto É, O Globo e Correio Braziliense. Ficou especializado inicialmente na temática dos Direitos Humanos. Em 1996, ganhou o Prêmio Esso de Jornalismo, a premiação mais importante da categoria, ao abordar o tema da Guerrilha do Araguaia , ajudando na descoberta de ossadas de guerrilheiros em cemitérios clandestinos. Em 1997, ganhou outro prêmio Esso ao desvendar uma rede de prostituição infantil. Em 2007, trabalhava para o Correio Braziliense e enquanto investigava homicídios ligados ao narcotráfico no Entorno de Brasília, foi baleado numa tentativa de homicídio. O caso teve repercussão internacional e fez com que o jornalista fosse transferido para o jornal Estado de Minas, do mesmo grupo, e passasse a se dedicar a assuntos políticos, se especializando posteriormente na temática de lavagem de dinheiro. Ribeiro Jr. foi o responsável por levantar os dados da CPI do Banestado junto com a jornalista Sônia Filgueiras e do caso da “Máfia dos Fiscais” no Rio de Janeiro.

Veja também:CFF - Oposição quer sessão especial para discutir o “Mensalão”

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