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Política

Cecília Sardenberg, coordenadora do Observatório Nacional da Lei Maria da Penha; Thaís Rosário, delegada da Mulher de Camaçari; Alice Portugal (PCdoB), deputada federal e Fátima Mendonça, primeira dama do estado (foto/Montagem)
Cecília Sardenberg, coordenadora do Observatório Nacional da Lei Maria da Penha; Thaís Rosário, delegada da Mulher de Camaçari; Alice Portugal (PCdoB), deputada federal e Fátima Mendonça, primeira dama do estado (foto/Montagem)

A “tropa de elite” antibaixaria no estado não está de brincadeira. Para quem pensa que o projeto de lei que proíbe o governo de contratar artistas que depreciam as mulheres com suas músicas, de autoria da deputada estadual Luiza Maia (PT), apelidado de PL Antibaixaria, é apenas “coisa de político que não tem o que fazer”, ou “censura ao pagode”, se equivoca completamente dada a crescente adesão de personalidade, ativistas e autoridades, mulheres, à causa. O entendimento da proposição como sendo uma eficaz arma para combater a violência, preconceito e desrespeito ao gênero feminino tem formado um verdadeiro batalhão de mulheres influentes, cabeças pensantes, e não apenas um “oba-oba colegial”, como enxergam alguns machistas.

A carta aos artistas, subscrita por notórias 42 mulheres, entre elas deputadas, prefeitas, vereadoras, secretárias de governo, delegadas, juristas, advogadas, mestras e doutoras, ativistas e dirigentes de entidades afins, demonstra esta força do movimento que, antes de querer censurar o pagode, quer estabelecer uma nova órbita em torna da composição destas músicas, que podem tratar a mulher de forma mais respeitosa e menos agressiva.

É ainda um endosso de peso para incentivar as autoridades, na sua maioria, homens, sobretudo os 52 deputados da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), que votarão o PL Antibaixaria (pois as 11 deputadas da bancada feminina estão apoiando a proposta). Eles, assim como significativa parcela da população, precisam apoiar o projeto.

A “tropa de elite” antibaixaria

Na ala parlamentar federal tem a deputada federal Alice Portugal (PCdoB), ladeada pela primeira dama do estado, Fátima Mendonça e a “generala” da tropa, a autora do projeto, a deputada estadual Luiza Maia (PT). O pelotão das parlamentares estaduais é formado pelas deputadas Maria Del Carmen (PT), Fátima Nunes (PT), Neusa Cadore (PT), Ivana Bastos (PSD), Ângela Souza (PSD), Maria Luiza Laudano (PTdoB), Maria Luiza Orge (PSD), Kelly Magalhães (PCdoB), Claudia Oliveira (PTdoB), Graça Pimenta (PR).

O esquadrão do Executivo municipal é formado pelas prefeitas Moema Gramacho (Lauro de Freitas), Quitéria Mendes (Cardeal da Silva), Rilza Valentim (São Francisco do Conde), Domingas Souza da Paixão (Governador Mangabeira), Tânia Portugal (São Sebastião do Passé). As vereadoras Marta Rodrigues (PT de Salvador), Vânia Galvão (PT de Salvador), Aladilce (PCdoB de Salvador), Olívia Santana (PCdoB de Salvador), Tia Eron (PRB) e Leo Kret (PR de Salvador) endossam o grupamento antibaixaria.

Márcia Macedo, coordenadora do NEIM-UFBA, Ana Alice Costa, coordenadora do NEIM-UFBA, Cecília Sardenberg, coordenadora do Observatório Nacional da Lei Maria da Penha, Olveranda Oliveira, delegada da Mulher de Periperi, Thaís Rosário, delegada da Mulher de Camaçari, Marilda Marcela Luz, delegada da Mulher de Brotas, Iola Nolasco Farias, delegada da Mulher de Candeias, Marilena Galvão, presidente da Comissão de Direitos da Mulher da OAB, Teodomira Menezes, presidente da Associação das Mulheres de Carreira Jurídica, capitã Denice Rosário, coordenadora do Centro Maria Felipa da Polícia Militar, Firmiane Venâncio, defensora pública do Núcleo de Defesa da Mulher, Maria Adna Aguiar, desembargadora do TRT-5ª Região, Sara Gama, promotora titular da 1ª Vara de Violência Doméstica, Célia Sacramento, presidente do Conselho da Mulher de Salvador, Marcia Lisboa, juíza da Vara de Violência Doméstica, Natir Weber, presidente da Associação dos Magistrados da Bahia, Aurina Santana, reitora do IFBA e Aurenita Castillo, secretária da Mulher de Camaçari – fecham a tropa de elite que luta pelo empoderamento e respeito às mulheres.

Além desta ilustração das mulheres, aguerridas, que estão lançado esforços e ações para pressionar os tomadores de decisão a repensar o modos operandi de produção cultural no estado e também no país, conta também com o apoio anônimos de milhares de mulheres e homens que fazem coro às reivindicações. Que em março próximo o projeto saia aprovado do plenário do legislativo estadual – este é o desejo de todos e todas que têm o mínimo de sensatez.

Veja também: Bloco Antibaixaria, referência ao PL da deputada Luiza Maia, vai desfilar no Carnaval de Salvador

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Deputada estadual Luiza Maia (PT), autora do projeto de lei que proíbe o governo de contratar artistas que depreciam as mulheres com suas músicas (foto/CFF/Carlos Eduardo Freitas)
Deputada estadual Luiza Maia (PT), autora do projeto de lei que proíbe o governo de contratar artistas que depreciam as mulheres com suas músicas (foto/CFF/Carlos Eduardo Freitas)

 

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