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O ex-ministro das Cidades, Mario Negromonte e o presidente da Câmara Municipal, o vereador Zé de Elísio (PP) (foto/CFF)
O ex-ministro das Cidades, Mario Negromonte e o presidente da Câmara Municipal, o vereador Zé de Elísio (PP) (foto/CFF)

Era quase 16h desta quinta-feira, 02 de fevereiro, quando a presidenta Dilma Rousseff telefonou para o presidente nacional do PP, senador Francisco Dornelles (RJ), comunicando que aceitou a demissão do ministro das Cidades, o baiano Mario Negromonte (PP), sétimo a “cair” com denúncias de irregularidades em suas gestões. Após isso, Dornelles também anunciou oficialmente o nome do substituto: o deputado federal Aguinaldo Ribeiro, da Paraíba. Negromonte afirmou que sucumbiu por falta de apoio político dentro de sua própria legenda. E as especulações já começam... Em ano eleição municipal, quando o PP, sobretudo na Bahia, pleiteava algumas prefeituras, queda do ministro vai impactar neste cenário pré-eleitoral?

Em Camaçari, onde o presidente da Câmara Municipal, o vereador Zé de Elísio (PP), que de repente rompeu com o prefeito Luiz Caetano para aliar-se ao ex-deputado Ferreira Ottomar (presidente do PP na cidade) deixando perplexa a população, pois vinha de um apoio ao governo desde o início da gestão, e é pré-candidato à prefeitura, ainda não se sabe a repercussão, mas especula-se que haja um abalo, sobretudo no uso da imagem de um ministro baiano em sua campanha, coisa que não será mais possível.

Negromonte estava com a “corda no pescoço” desde o final do ano passado devido a denúncias de irregularidades em contratos do Ministério. Nesta quinta o agora ex-ministro das Cidades entregou à presidenta Dilma sua carta de demissão, na qual, em 30 linhas, afirmou ter sido vítima de “disputas políticas que levaram a denúncias infundadas contra sua gestão”.

O ex-ministro disse à presidenta Dilma, numa conversa reservada de 20 minutos, que “fez o possível” à frente da pasta e que se sentiu honrado em fazer parte do governo da primeira presidenta do Brasil. Diz trecho da carta: “Fiz o que foi possível, dentro do quadro de restrição financeira e de disputa política, que tornaram ainda mais difícil o já exigente exercício da gestão pública federal. Nossa gestão foi marcada pela transparência, pela seriedade e pela dedicação ao seu governo. Todos os projetos que a senhora nos delegou, ao nos confiar a pasta das cidades, foram desenvolvidos atentamente em consonância com outros ministérios do governo e seguindo o ritmo permitido pela liberação orçamentária do governo federal”.

Os rumores de crise no PP podem ecoar na sim Bahia, mas isto não é ainda fato consumado. Vamos acompanhar para ver os ventos que esta demissão trará para terras camaçarienses.

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