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Política

Li4vLi4vLi4vaW1hZ2VzL3N0b3JpZXMvcG9saXRpY2Evc2Vzc2FvLmpwZyZhbXA7dz05MDAmYW1wO2g9NjAwJmFtcDtxPTkwJmFtcDt6Yz0w.jpgNuma sessão pouco empolgante, que nem a reforma e a nova pintura foram suficientes para renovar a cara dos assuntos, a Câmara de Vereadores de Camaçari reabriu os trabalhos para o segundo período legislativo de 2011. No evento – realizado no plenário da Casa, nesta terça-feira (02) – foram aprovadas 41 proposições.

Se os debates ocorridos nos assuntos gerais não trouxeram nenhuma novidade, pelo menos alguns dos projetos aprovados, se realmente vigorarem, trarão benefícios à população camaçariense.

Como já é de costume, todas as matérias foram aprovadas por unanimidade, mas algumas tiveram a subscrição senão de todos, da maioria dos vereadores, a exemplo do requerimento 197/2011 que “requer a criação da Semana Municipal de Cultura Evangélica”, de autoria do petista João de Araújo; a da moção de congratulação “ao prefeito Luiz Carlos Caetano e a Drª Jailce Andrade pelas ações sociais desenvolvidas” que culminaram na redução do índice de pobreza extrema de 41% para 11,34%, de autoria de Oto da Farmácia.

Também teve subscrição de todos os presentes a indicação 187/2011, de autoria de Zé de Elísio (PTdoB), solicitando que a Assembléia Legislativa realize estudos de viabilidade no sentido de transformar Arembepe e Barra do Pojuca em distritos de Camaçari.

Assuntos Gerais

Para variar, os 15 minutos do democrata Elinaldo foram dedicados a críticas e acusações ao prefeito Luiz Carlos Caetano e à administração municipal. Desta vez, chamando o prefeito de “escorpião e traidor”, Elinaldo o acusou de demitir mais de 1.500 servidores municipais, cortar horas extras dos trabalhadores da saúde e má administração dos recursos do ISSM.

Seguindo o colega oposicionista, Jorge Curvelo (DEM) dedicou boa parte da sua fala ao pedágio. Como que lendo os pensamentos de vários presentes, ele mesmo justificou a retomada; “Vocês devem estar se perguntando o porque de eu estar voltando a falar do pedágio. Porque incomoda a todos nós cada vez que passamos por ali e temos que desembolsar uma quantia para pagar por uma via que já era nossa e que nada foi feito exceto as cabines de pedágio, que até a manutenção da via é péssima, que foi retirado dali o posto da Polícia Rodoviária e os Anjos do Asfalto”, disse

Outra coisa que mereceu destaque na sessão de reabertura dos trabalhos foram as considerações do presidente Zé de Elísio e da vereadora Margarida Galvão que, cada um a seu modo, criticaram os colegas por retomar debates costumeiros e pouco resolutivos.

Após ouvir os discursos que giraram em torno do pedágio e de críticas e defesas ao prefeito Luiz Carlos Caetano (PT), Zé de Elísio demonstrou certa decepção com o andamento dos assuntos gerais: “Eu esperava que cada vereador falasse das suas ações durante o recesso e que nós pudéssemos fazer um balanço do que foi feito pela população de Camaçari durante esse período”, disse.

Após citar suas próprias ações, como visitas a comunidades e reuniões com o executivo e empresários no sentido de trazer benefícios para populações rurais, Zé de Elísio (PTdoB) voltou a falar que a preocupação principal deve ser com o trabalho e não com política: “Eu acho que eleição e mandato a gente tem que construir com trabalho, discutindo com o povo aquilo que deve ser feito para melhorar o dia a dia”, alertou.

Já a vereadora Margarida Galvão taxou os debates de cansativos e pouco produtivos: “A Câmara está vazia no primeiro dia porque a discussão aqui está pobre. A maior parte do tempo que a gente passa aqui é lendo requerimento. Isso é muito cansativo e muitas vezes nem o próprio vereador que fez o requerimento acompanha”, disse ela, sabiamente, citando que é necessário melhorar o conteúdo das discussões para que a população se sinta atraída

A vereadora, que assumiu pouco antes do recesso, ainda repreendeu Elinaldo, e falou da necessidade de melhorar o debate, sugerindo ao vereador que fosse responsável nas suas acusações: “Acho que a gente tem que ter responsabilidade nas coisas que a gente coloca; não foram 1.500 servidores demitidos. O povo não é mais besta. Lançar certos discursos sem ter fundamentação é ruim”, rebateu.

Outros da bancada petista saíram em defesa de Caetano também rebatendo as acusações de Elinaldo; entre eles Marcelino e Teo Ribeiro, ambos petistas.

 

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