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A audácia dos criminosos deve ser combatida por ações integradas e de inteligência entre a segurança privada e os órgãos públicos (Foto - Divulgação)
A audácia dos criminosos deve ser combatida por ações integradas e de inteligência entre a segurança privada e os órgãos públicos (Foto - Divulgação)

Os recentes assaltos em joalherias, lotéricas e até em restaurante localizados dentro de centros comerciais, shopping centers e hipermercados, exemplificam como os sistemas de segurança privado estão falhos, deficientes e sem protocolos definidos para proporcionar a segurança que o cidadão espera ter. Lojistas e consumidores pagam valor agregado em serviços, produtos e aluguéis para obterem mais que o conceito de conforto e segurança, a efetividade traduzida em verdadeiro ambiente controlado e seguro.

 

As empresas de segurança privada necessitam ter protocolos definidos, uniformes e atuais para combater com eficiência e eficácia a criminalidade que não está só nas ruas, nos locais públicos. Em tempos de globalização, também os criminosos estão atentos ao seu "mercado" e vislumbram já a algum tempo o campo próspero para delinquir em ambiente onde as pessoas em razão de se sentirem mais seguras, acabam relaxando com sua própria segurança, com seus pertences, muitas vezes até com seus veículos, se tornando presas fáceis para assaltantes e ladrões, principalmente aqueles que praticam o chamado furto descuido.

Não basta a distribuição de contingentes de vigilantes nos portões de acesso e em locais estratégicos, se estes não têm postura proativa não só preventiva, mas de detecção das vulnerabilidades existentes e de atitudes de pessoas suspeitas. Está claro que os incidentes estão cada vez mais graves e seus protagonistas mais audaciosos diante da ineficiência dos sistemas que não os detectam ou impedem suas ações.

A audácia dos criminosos deve ser combatida por ações integradas e de inteligência entre a segurança privada e os órgãos públicos. De nada adianta sistemas tecnológicos de vanguarda se o preparo dos profissionais que os utilizam não tiver equivalência. Nem sempre a sensação de segurança corresponde a efetividade desta.

Mais que parecer seguro, as pessoas querem que estes locais sejam seguros.

Alberto Iriart, é coronel RR da BM e especialista em Segurança

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