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A ala cirúrgica ficou quase uma semana sem nenhum procedimento ser realizado (Foto: Reprodução)
A ala cirúrgica ficou quase uma semana sem nenhum procedimento ser realizado (Foto: Reprodução)

Unidade de saúde afirmou que problema foi resolvido de forma definitiva

Fim do calor e do sufoco. O sistema de ar-condicionado do Complexo Hospitalar Universitário Professor Edgard Santos (Hupes), no bairro do Canela, em Salvador, passou por reparo total e normalizou a temperatura do ambiente, que agora está segura para realização de todos os tipos de cirurgias, segundo informou a unidade, através de nota divulgada nesta quinta-feira (8). O local, que ficou com procedimento cirúrgicos suspensos por seis dias após problemas com a climatização do ambiente, já realizará cirurgias nos três turnos hoje: manhã, tarde e noite.

Uma médica que pediu para não ser identificada confirma a informação e diz que seu trabalho já foi normalizado e que o sistema de ar-condicionado funcionou normalmente. No entanto, ela revela que os elevadores ainda estão com defeito.

"Consegui operar sem problemas. O ar-condicionado funcionou sem interrupções. O problema foi mesmo resolvido, mas os elevadores ainda estão parados", relata.

A ala cirúrgica ficou quase uma semana sem nenhum procedimento ser realizado. Com um problema no ar-condicionado da unidade de saúde, desde a última quinta-feira (1º), os pacientes que chegaram transferidos de hospitais do interior da Bahia e do próprio ambulatório do complexo foram informados que um problema no sistema refrigeração do local oferecia risco, em qualquer tipo de intervenção.

O que impedia as cirurgias, segundo a unidade, é que a temperatura estava acima do mínimo exigido. O ideal seriam 20ºC, mas, nos últimos dias, sem refrigeração artificial, o local apresentava números superiores a 24ºC.

O Hupes não informou quantos, nem de quais especialidades foram os procedimentos realizados após os reparos.

Outros problemas
Funcionários que pediram para não ser identificados contam que existem outros problemas antigos no prédio, que comprometem o funcionamento pleno dos serviços oferecidos no complexo e que, muitas vezes, deixam os profissionais de mãos atadas.

Nas imagens enviadas por servidores da unidade, é possível ver salas que servem de depósito. Alguns espaços estão com a estrutura comprometida e o mofo se espalha. Além disso, dois dos 12 elevadores do Hupes estão parados e outros seis apresentam problemas constantes, segundo relatos de funcionários e pacientes ouvidos pelo CORREIO.

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