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A vítima só percebe que caiu no golpe da troca de envelopes somente quando nota que o dinheiro não foi depositado (Foto: Divulgação | PF)
A vítima só percebe que caiu no golpe da troca de envelopes somente quando nota que o dinheiro não foi depositado (Foto: Divulgação | PF)

Os crimes são muito comuns nos bancos

A Polícia Federal de Pernambuco voltou a alertar as pessoas para dois golpes muito comuns em agências bancárias: o de troca de envelopes e clonagem de cartão. Uma das prisões mais recentes realizadas pela PF aconteceu o último dia 20 de julho, quando um homem de 25 anos foi preso em flagrante no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes - Gilberto Freyre, na Zona Sul da capital pernambucana, carregando vários dispositivos eletrônicos para adulteração de terminais bancários e clonagem de cartões, e cerca de 130 cartões clonados de diversas instituições financeiras.

Para clonar os cartões, de acordo com a Polícia Federal, os criminosos inserem um pequeno dispositivo eletrônico chamado 'anzol' dentro da entrada da máquina, onde é inserido o cartão. Veja abaixo o formato do dispositivo. Com o auxílio de uma microcâmara que fica na parte superior do terminal eletrônico apontado para o teclado da máquina, o suspeito consegue filmar a vítima e, consequentemente, a senha digitada por ela.

"Às vezes, as pessoas caem nesses golpes porque não se dão o direito da dúvida", destacou o chefe de comunicação da PF em Pernambuco, Giovani Santoro.

Para evitar cair neste golpe, a PF destaca 5 dicas:


1) Desconfiar das pessoas que você não conhece quando se aproximarem de você na fila de um caixa eletrônico;

2) Não aceitar ajuda de estranhos ao usar os terminais eletrônicos;

3) Nunca retirar a atenção do seu envelope até que ele seja inserido dentro da máquina;

4) Se precisar de alguma ajuda, procurar sempre um funcionário credenciado do próprio banco;

5) Se possível, nunca permitir que um idoso possa ir a uma agência bancária desacompanhado de um adulto da família ou de sua confiança quando ele for realizar suas transações bancárias.

Segundo explicou a PF, o golpe da troca de envelopes acontece não só quando as agências bancárias estão sem vigilantes ou funcionários credenciados para orientar os clientes, mas também durante a semana. Para praticar esse crime, a pessoa percebe que o cliente coloca uma quantia em dinheiro no envelope e o acompanha até o terminal eletrônico. Caso o suspeito perceba que a vítima está com dificuldades para realizar a operação, ele se oferece para auxiliar ou prestar ajuda de forma bem educada e solícita. Depois, o estelionatário distrai a vítima, e, na hora de inserir o envelope na máquina, troca rapidamente o que contém o dinheiro por outro, do mesmo banco, mas que está vazio.

Veja como o golpe é realizado - Vídeo

Já para evitar cair nesta modalidade, a PF ressalta três dicas:

1) Assim que for fazer qualquer pagamento ou saque, procurar observar se dentro da abertura onde o cartão é inserido não existe algum dispositivo eletrônico instalado. Se houver, ele pode ser retirado apenas com um simples movimento com o dedo;

2) Observar se em cima do caixa não existe uma microcâmera que via de regra tem formato retangular e possui um pequeno orifício apontado para o teclado;

3) Todas as vezes que for digitar a senha no teclado do caixa eletrônico procurar colocar uma mão sobre a outra com o objetivo de impedir a filmagem da senha ou a visualização de pessoas ao redor.

Clonagem de WhatsApp

Um outro golpe que vem deixando várias vítimas no Brasil é a clonagem de contas de WhatsApp. Em fevereiro, o apresentador Ciro Bezerra, da TV Jornal, foi surpreendido ao ter a conta clonada.

"Eu descobri o golpe com pessoas me ligando. Foi muito rápido. Imediatamente, alguém me ligou e perguntou o que estava acontecendo. Disse que eu estava no grupo de WhatsApp pedindo dinheiro para alguém e citou o nome da pessoa. A coisa foi se afunilando. Eu estava em uma festa e liguei meu WhatsApp para ver e tinha uma mensagem que eu deveria refazer uma conta. Achei aquilo muito estranho", relatou o jornalista.

A amiga de uma outra profissional de comunicação social, que prefere não se identificar, também foi vítima. Segundo a jornalista, o criminoso afirmou que o limite diário de transações online havia se excedido, mas que precisava fazer um pagamento. O suspeito relatou que o valor a ser transferido seria R$ 3 mil, e que, no outro dia, iria devolveria o dinheiro.

1) Com a clonagem da conta do WhtsApp, a conta original vai desaparecer e o usuário vai receber uma mensagem informando que é preciso refazer a conta;

2) Quando isso acontecer entre, imediatamente, em contato com sua operadora de telefonia e solicite a suspensão temporária da linha telefônica. O mesmo procedimento feito pra quando o telefone é roubado ou perdido;

3) Procure, pessoalmente, uma loja autorizada da sua empresa de telefonia. Garanta, apresentando documento, que você é o titular da linha e peça a transferência da linha telefônica para um novo chip;

4) Envie um e-mail para a conta de suporte do WhatsApp ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ) e escreva o seguinte texto no corpo do e-mail: “Perdido/roubado: por favor desative minha conta”. Também informe o número do seu telefone em versão internacional +55 81 XXXXX XXXX. A conta de WhatsApp ficará desativada durante 30 dias e depois será desativada definitivamente. Mas você já está com o aplicativo ativo no novo chip (próximo item);

5) Depois que a linha estiver ativa novamente, reinstale o app do WhatsApp e configure sua conta. Será necessário Será necessário informar o código de verificação de duas etapas, solicite a recuperação do código através de mensagem por SMS. O celular que está com a sua conta ativa não receberá esse código porque a linha telefônica foi desativada;

6) Habilite a autenticação em duas etapas e informe a sua conta de e-mail pessoal para o procedimento de segurança.

O dispositivo pode ser retirado com um simples movimento com o dedo (Foto: Divulgação | PF)
O dispositivo pode ser retirado com um simples movimento com o dedo (Foto: Divulgação | PF)

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