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Policiais constataram sinais do produto nos protetores faciais, que foram recolhidos para perícia (Foto: Reprodução)
Policiais constataram sinais do produto nos protetores faciais, que foram recolhidos para perícia (Foto: Reprodução)

O inseticida supostamente usado para contaminar as máscaras tem potencial de alta toxicidade, causando irritação e queimação na pele ao contato

Nesta segunda-feira (22), um homem de 55 anos, que não teve o nome divulgado, foi preso suspeito de colocar veneno de matar barata e outros insetos nas máscaras de proteção facial da ex-mulher. O caso aconteceu em Presidente Prudente, interior de São Paulo. De acordo com informações do Estadão, a vítima acionou a polícia militar alegando que a casa foi invadida pelo ex, que já tinha medida protetiva judicial em razão de agressões e ameaças.

Ainda segundo o Estadão, na diligência, a mulher mostrou aos policiais as máscaras, que ela usaria de manhã, embebidas no veneno. Os policiais constataram sinais do produto nos protetores faciais, que foram recolhidos para perícia.

O homem foi detido próximo da casa da vítima e negou as acusações. Na ocasião, ele disse que estava infectado pelo coronavírus e foi levado para uma unidade de pronto-atendimento, mas não foi detectado sintomas da doença. Ele é acusado de tentativa de homicídio e vai responder por descumprimento da medida protetiva.

Conforme informações do jornal, o inseticida supostamente usado para contaminar as máscaras tem potencial de alta toxicidade, causando irritação e queimação na pele ao contato. Além disso, e inalado de forma prolongada, causa vertigem e danos ao sistema nervoso central.

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