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Ajudante de pedreiro, Max Santos, de 24 anos (Foto: Reprodução)
Ajudante de pedreiro, Max Santos, de 24 anos (Foto: Reprodução)

Homem decepou próprio dedo em um dos golpes contra o empregado

Um ajudante de pedreiro de 24 anos foi morto a facadas na frente da mãe após reclamar com o patrão sobre atraso de salário em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Natural de Propriá, em Sergipe, Max Santos foi para a cidade em busca de melhores oportunidades de trabalho, e começou a atuar como  ajudante de pedreiro para um conhecido, que seria vizinho da família.

Após prestar um serviço de pintura, mas mão ter sido pago, Max teria cobrado patrão os R$ 200 correspondente à dívida. A cobrança desagradou o patrão, que além de brigar, ameaçou o ajudante, dizendo que iria buscar uma arma para matá-lo. Max voltou à sua residência, e lá o homem o golpeou. A mãe da vítima também estava em casa, e viu todo o crime. De acordo com a Polícia Militar, rastros de sangue foram encontrados em todos os cômodos da casa.

Ainda segundo a Polícia Militar, o patrão acabou decepando o próprio dedo em um dos golpes. O membro foi deixado no local do crime e o autor fugiu. O caso foi registrado no DP Sede de Praia Grande e segue sendo investigado.

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