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Drauzio Varella mostrou a vida de mulheres trans nos presídios em reportagem do
Drauzio Varella mostrou a vida de mulheres trans nos presídios em reportagem do

Médico foi contestado por não ter divulgado os crimes cometidos por Suzy Oliveira, entrevistada em reportagem exibida no domingo (1°)

O abraço de Drauzio Varella à detenta trans Suzy Oliveira, no dia 1º de março, rendeu uma série de críticas neste final da semana. Tudo começou quando o coletivo Grupo Ciências Criminais, que havia se oferecido para ajudá-la no seu caso, divulgou um post no seu perfil no Instagram dizendo que analisou o processo e não encontrou nada de errado.

No post, o grupo revelou que Suzy foi condenada por homicídio e ocultação do cadáver de uma criança.

"O Grupo informa à todos que a campanha para ajudá-la, de nossa parte – no campo processual – está encerrada, e cada um que entender por bem que a ajude, mas após a descoberta e constatação da plena e correta condenação e aplicação da pena por um crime tão bárbaro e hediondo, não teceremos mais qualquer consideração acerca do ocorrido", afirmou o coletivo de advogados no seu perfil no Instagram.

Suzy foi condenada em 2012, pelo tribunal do júri, a 36 anos e oito meses de reclusão em regime fechado por estupro de vulnerável, homicídio e ocultação de cadáver. Com a revelação dos crimes, o médico Drauzio Varella sofreu uma série de críticas nas redes sociais por não ter revelado o crime cometido antes da reportagem.

O médico respondeu nos seus perfis nas redes sociais.

"Há mais de 30 anos, frequento presídios, onde trato da saúde de detentos e detentas. Em todos os lugares em que pratico a Medicina, seja no meu consultório ou nas penitenciárias, não pergunto sobre o que meus pacientes possam ter feito de errado. Sigo essa conduta para que meu julgamento pessoal não me impeça de cumprir o juramento que fiz ao me tornar médico. No meu trabalho na televisão, sigo os mesmos princípios. No caso da reportagem veiculada pelo Fantástico na semana passada, não perguntei nada a respeito dos delitos cometidos pelas entrevistadas. Sou médico, não juiz", declarou.

Durante o programa deste domingo, o programa Fantástico voltou a abordar o tema. Os apresentadores leram uma nota no qual afirmaram que divulgar os crimes cometidos pelos detentos que apareciam na reportagem "não era o objetivo", e afirmaram que "subscreviam integralmente" o posicionamento de Drauzio Varella.

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