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O militar estava na comitiva presidencial que levava o presidente Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução | TV Globo)
O militar estava na comitiva presidencial que levava o presidente Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução | TV Globo)

Sargento preso entrou em aeronave três horas antes do voo e bagagem não passou por raio-x

O programa Fantástico, da TV Globo, revelou ontem (1º) que teve acesso exclusivo à investigação da Aeronáutica sobre a prisão do sargento Manoel Silva Rodrigues, com 39 kg de cocaína,  em junho, na Espanha.

O inquérito aponta que o avião ainda estava desligado quando ele entrou, três horas antes do voo, e que a bagagem dele não passou pelos procedimentos de segurança previstos.

O militar estava na comitiva presidencial que levava o presidente Jair Bolsonaro. O mandatário estava em outra aeronave, ao encontro do G20 no Japão.

Além disso, conforme o relatório, não ficou registrado que os militares tenham passado por raio-x ou revista nas bagagens antes de embarcar.

Quando as autoridades espanholas detectaram a presença de cocaína, o sargento ficou em choque e não disse mais nada no local. Apenas depois, à Justiça, o militar brasileiro disse que não sabia que havia cocaína na bagagem.

Em resposta, o GSI informou que a segurança do voo em que estava o sargento Manoel Silva Rodrigues era uma responsabilidade da Força Aérea Brasileira (FAB), e que a responsabilidade do GSI está restrita aos voos do presidente e vice-presidente, cujos protocolos de segurança "seguem perfeitamente adequados".

Já o Ministério da Defesa disse que aprimorou os procedimentos de segurança na base aérea de Brasília. A pasta afirmou que a Força Aérea Brasileira hoje conta com 70 mil profissionais e que atua firmemente para coibir irregularidades.

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