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Grazielly, 3, que morreu após ser atropelada por um jet ski em Bertioga, no litoral de São Paulo (Foto: Arquivo pessoal)
Grazielly, 3, que morreu após ser atropelada por um jet ski em Bertioga, no litoral de São Paulo (Foto: Arquivo pessoal)

O advogado José Beraldo, que representa a família da garota Grazielly Lames, 3, atropelada por um jet ski no dia 18 de fevereiro em Bertioga (litoral de SP), criticou o inquérito policial que indiciou quatro pessoas pela morte da menina. Segundo ele, a família pedirá R$ 10 milhões de indenização.

"Não foi satisfatório [o encerramento do inquérito]. O delegado deveria ter indiciado todos que estavam na casa, são todos responsáveis. Aguardo agora a decisão da promotoria que pode ainda pedir o indiciamento dos demais", afirmou o advogado à Folha na tarde desta sexta-feira.

O jet ski estava nas mãos de um garoto de 13 anos quando atingiu a menina. O adolescente deverá responder por ato infracional. Cabe ao Ministério Público decidir se pedirá condenação. A lei proíbe menores de 18 anos de dirigir jet ski.

O inquérito sobre a morte de Grazielly foi encerrado ontem e indiciou sob suspeita de homicídio culposo --sem intenção de matar-- José Augusto Cardoso (dono do jet ski), o caseiro Erivaldo Francisco (que levou o equipamento para o mar) e os mecânicos Thiago Veloso Lins e Aílton Bispo de Oliveira.

Os mecânicos teriam sido imprudentes ao deixar uma peça do equipamento enferrujar. Dois dias antes do crime, o jet ski passou por manutenção com os dois apontados no inquérito. De acordo com a investigação, eles não notaram que o eixo de borboleta estava oxidado.

Segundo Beraldo, após o parecer da promotoria, a família entrará com uma ação na Justiça pedindo R$ 10 milhões de indenização por danos morais, sendo R$ 5 milhões pedidos aos pais do garoto que estava no jet ski e mais R$ 5 milhões aos padrinhos dele, que eram donos do veículo.

"O valor que vamos pedir foi calculado considerando a dor dos pais da Grazielly, a vida que ela tinha pela frente, a comoção social e o poder aquisitivo dos pais e dos padrinho do garoto". "Nada vai cicatrizar a dor e perda e a falta que os pais da menina estão sentindo", completou Beraldo.

 

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