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líder oposicionista Juan Guaidó, atualmente presidente da Assembleia Nacional, se declarou presidente interino da Venezuela nesta quarta-feira (Foto: Reprodução)
líder oposicionista Juan Guaidó, atualmente presidente da Assembleia Nacional, se declarou presidente interino da Venezuela nesta quarta-feira (Foto: Reprodução)

Presidentes dos EUA e do Paraguai já declararam apoio a Guaidó

O líder oposicionista Juan Guaidó se declarou presidente interino da Venezuela nesta quarta-feira. Atualmente presidente da Assembleia Nacional, Guaidó realizou o ato diante de milhares de manifestantes, em dia de protestos contra o governo do presidente Nicolás Maduro no país.

O parlamentar de 35 anos levantou sua mão direita e disse que estava "assumindo formalmente a responsabilidade do Executivo nacional". Dezenas de milhares de pessoas marcham no país pedindo a queda de Maduro, que assumiu um novo mandato duas semanas atrás.

Através do Itamaraty, o Brasil reconheceu o novo presidente. "O Brasil reconhece o Senhor Juan Guaidó como Presidente Encarregado da Venezuela", diz nota, que informa ainda que o país "apoiará política e economicamente o processo de transição para que a democracia e a paz social voltem" ao país vizinho.

O governo do presidente Nicolás Maduro, porém, não reconhece o parlamento liderado por Guaidó, que tem maioria opositora.

Mais apoios
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também reconheceu Guaidó como presidente interino da Venezuela. Em comunicado, Trump afirma que, fazendo uso de seu posto "legítimo" eleito pelo povo venezuelano, a Assembleia Nacional invocou a Constituição local para declarar o presidente Nicolás Maduro como "ilegítimo", o que deixaria a presidência vaga. "O povo da Venezuela tem se pronunciado de modo corajoso contra Maduro e seu regime e exigido liberdade e o Estado de Direito", afirma a nota da Casa Branca.

Trump afirma que continuará a usar "todo o peso do poder econômico e diplomático dos Estados Unidos para pressionar pela restauração da democracia venezuelana". Ele diz ainda que encoraja outros governos do Hemisfério Ocidental a reconhecer Guaidó como presidente interino e trabalhar de modo construtivo com eles em apoio aos esforços do parlamentar para "restaurar a legitimidade constitucional".

"Nós continuamos a considerar o ilegítimo regime de Maduro como diretamente responsável por quaisquer ameaças que possam se apresentar à segurança do povo venezuelano", afirma Trump. A nota termina citando declaração anterior do próprio Gaidó, segundo a qual a "violência é a arma do usurpador" e há apenas uma ação clara a ser feita: "seguirmos unidos e firmes por uma Venezuela democrática e livre".

O presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez, usou o Twitter para anunciar apoio a Juan Guaidó. "Contem conosco para abraçar novamente a liberdade e a democracia", escreveu Abdo Benítez. Até o momento, o presidente americano Donald Trump e o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, também se manifestaram em reconhecimento da presidência de Guaidó.

O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, usou sua conta no Twitter para parabenizar o oposicionista por assumir como "presidente interino" da Venezuela. Guaidó "tem nosso reconhecimento para impulsionar o retorno do país à democracia", afirmou Almagro. Mais cedo, o secretário-geral da OEA condenou a repressão do "usurpador" Maduro e afirmou que a população local "reclama por sua liberdade e contra a tirania", além de defender o direito de protestos e manifestações públicas no país.

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