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Alckmin, Lula e a presidente do PT, Gleisi Hoffman, prestaram homenagem a Marcelo Arruda (Foto: Reprodução/Redes Sociais)Alckmin, Lula e a presidente do PT, Gleisi Hoffman, prestaram homenagem a Marcelo Arruda (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

Frente de apoio ao ex-presidente quer federalizar as investigações do assassinato de Marcelo Arruda

A morte do Guarda Municipal Marcelo Arruda em Foz do Iguaçu, Paraná, elevou a tensão entre os apoiadores do ex-presidente Lula. Além de se solidarizar com a vítima, a cúpula petista redobra os cuidados com a segurança de seu pré-candidato. O próprio ex-presidente recomendou cautela aos integrantes do conselho político de sua pré-campanha.

Nesta segunda-feira, 11, o conselho político da campanha de Lula se reuniu em São Paulo e divulgou nota informando que os partidos da coligação que apoia o ex-presidente decidiram entrar com representação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e pedir à PGR (Procuradoria-Geral da República) a federalização da investigação do assassinato do político petista no Paraná.

Marcelo Arruda era tesoureiro do PT e chegou a concorrer ao cargo de vice-prefeito mas eleições de 2020. Ele foi morto na noite de sábado, 9, quando comemorava seu aniversário de 50 anos. O policial penal Jorge José da Rocha Guaranho, que não conhecia Marcelo, invadiu a festa gritando "aqui é Bolsonaro" e disparou contra o Guarda Municipal, que revidou. Guaranho está sob custódia no hospital onde se encontra internado.

Inicialmente, a ideia de pedir a federalização da investigação era para tirar o inquérito das mãos da delegada Iane Cardoso, que estava na condução. Ela chegou a fazer postagens contra petistas em suas redes sociais em 2016. Mas, na manhã desta segunda, o governo do Paraná decidiu nomear uma nova titular, a delegada Camila Cecconello.

Petistas argumentam que o caso de Marcelo Arruda não pode ser visto como isolado. Na reunião nesta segunda,  Lula afirmou que a tendência é que esse quadro de violência piore ao longo da campanha eleitoral, mas que as pessoas não podem se deixar intimidar.

Lula lembrou que grandes atos estão programados em estados como São Paulo e Minas Gerais, e que não se deve responder às provocações com violência. O tema foi objeto de discussão do conselho político. A reunião já estava marcada mas, a coordenação achou necessário debater os protocolos de segurança do petista, favorito nas pesquisas de intenção de votos.

Homenagem

Na manhã desta segunda, Lula, Gleisi, o ex-governador e pré-candidato a vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), presidentes e lideranças dos demais partidos da coligação (Rede, PSOL, PCdoB, PV e Solidariedade) e integrantes do comando da campanha prestaram uma homenagem ao petista morto.

A reunião começou com um minuto de silêncio entre os presentes. Em fala de abertura, Gleisi, que foi ao velório de Arruda no domingo, dedicou o encontro a ele e destacou a importância da união de todos em defesa da democracia e da estabilidade política durante o processo eleitoral.

“Temos que combater essa prática que está vindo no Brasil nos últimos anos de colocar o ódio como instrumento político. Infelizmente, temos no Brasil um movimento que prega isso e que é sustentado pelo presidente da República atual”, disse Gleisi. Lula, no domingo, ligou para a esposa de Marcelo Arruda para prestar solidariedade.

O reforço da segurança de Lula o ex-presidente é uma preocupação forte no comando que já coleciona uma série de episódios. Houve o caso da explosão de uma bomba caseira lançada em ato em ato no Rio de Janeiro, o lançamento de um “líquido malcheiroso” por meio de um drone em Uberlândia, além da invasão de uma reunião da campanha por um militante bolsonarista.

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