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Política
Em: 17/08/22 - 01:45 Fonte: Ascom/Ivoneide Caetano Editoria: Política

Ivoneide Caetano lança campanha e acende expectativa do PT baiano voltar a ter uma deputada federal

Ivoneide Caetano é uma grande aposta para ocupar uma cadeira no Congresso Nacional (Foto: Divulgação)

Ivoneide Caetano lançou a sua candidatura a deputada federal nesta terça-feira (16/08) com diversas atividades políticas em Camaçari. No final do dia aconteceu um ato político na praça Desembargador Montenegro, principal praça da cidade, com a presença de apoiadores, militantes políticos, lideranças políticas e candidatos a deputado estadual.

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Em: 15/08/22 - 23:20 Fonte: Camaçari Fatos e Fotos Editoria: Política

Apesar de alguns - Lançamento da candidatura de Ivoneide em Camaçari promete

Em destaque Ivoneide Caetano, candidata à deputada federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT) (Foto: Reprodução)

Apesar do setor de assessoria de des’comunicação da candidata, que ao ver desse portal mais faz lembrar o filme “Dormindo com o inimigo”, que conta a história duma pessoa que pensava que estava num casamento perfeito, mas que em dado momento se notou num relacionamento infernal, tudo indica que será um sucesso o lançamento oficial da candidatura de Ivoneide Caetano (PT), neste sábado (16), às 16 horas. Ela que “bota a campanha na rua”, partindo de Camaçari, como não podia deixar de ser.

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Em: 15/08/22 - 12:37 Fonte: Exame Editoria: Política

Eleições 2022: veja o que pode ou não no dia da votação

Urna eletrônica: neste ano, há urnas que possuem legenda em libras, para auxiliar o voto de quem possui deficiência auditiva (Foto: Evaristo/Getty Images)

Eleitor deve ficar atento às proibições do dia de ir às urnas

Faltam 50 dias para as Eleições 2022, e a Justiça Eleitoral já começou a reforçar para o eleitor, principalmente para os que votam pela primeira vez, os procedimentos e também o que o eleitor pode ou não fazer no dia da votação.

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Em: 15/08/22 - 12:25 Fonte: Exame Editoria: Política

Pesquisa eleitoral: Lula sobe 4 pontos e tem 45% contra 34% de Bolsonaro, diz BTG/FSB

No segundo turno, Lula lidera nas intenções de voto com 53% dos votos, contra 38% de Bolsonaro (Foto: Nelson Almeida/AFP/Sopa Images/Getty Images)

O ex-presidente cresceu quatro pontos desde a última pesquisa BTG/FSB, divulgada na semana passada, quando tinha 41%

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a 45% da intenção de voto no primeiro turno, contra 34% do presidente Jair Bolsonaro (PL), em nova rodada de pesquisa eleitoral FSB, encomendada pelo BTG Pactual.

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Em: 15/08/22 - 11:59 Fonte: Uol Editoria: Política

Base de Bolsonaro, centrão entra em modo de espera com Lula à frente

O presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (PL), durante o Culto de Santa Ceia, organizado pela Frente Parlamentar Evangélica, no auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, em Brasília (Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo)

A proximidade das eleições de outubro, com Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente nas pesquisas de intenção de voto, fez com que partidos e setores que formam a base do governo entrassem em modo de espera e adotassem cautela em relação à proximidade com o presidente Jair Bolsonaro (PL).


O movimento, visto pelos próprios políticos do centrão como uma ação estratégica para o desenrolar das eleições, envolve pilares importantes do bolsonarismo, como:

Desembarque do governo Um dos principais representantes da bancada ruralista, o deputado Neri Geller (PP-MT) foi um dos primeiros a abandonar o barco. Candidato ao Senado com o apoio do PT, ele selou a parceria no mês passado, durante visita do ex-presidente Lula a Brasília.

Ex-ministro da Agricultura no governo Dilma Rousseff (2014), Geller está conversando com as lideranças do PT e encaminhando uma aliança no seu estado e também no setor, o que parece já render frutos para o lado petista.

Na semana passada, algumas das principais associações do agronegócio, como a Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes) — que reúne empresas como JBS e Marfrig — assinaram o manifesto da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, movimento pró-sistema eleitoral que reúne 300 companhias do agronegócio, indústria e varejo, entidades e organizações ambientalistas.

A coalizão aparece na esteira da carta em defesa da democracia e do sistema eleitoral brasileiro, lançada pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo no dia 11 e que se tornou alvo de reiteradas críticas de Bolsonaro —que a chama de "cartinha".

Bolsonaro nem na foto Nos últimos dias, o Progressistas no Piauí acionou o TRE (Tribunal Regional Eleitoral) para tentar proibir a circulação de imagens de seus candidatos ao lado do presidente.

A montagem que motivou a ação do PP conta com Silvio Mendes (candidato ao governo do Piauí pelo União Brasil), Iracema Portela (PP, candidata a vice-governadora) e Bolsonaro.

No estado, o partido apoia Mendes, que em março declarou que não subiria no palanque de Bolsonaro.

Procurado pela reportagem, o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), disse que continuará a apoiar Bolsonaro na Câmara, mesmo após eventual derrota do presidente nas eleições.

Novo e Republicanos Já em Minas Gerais, Bolsonaro lamentou que não estará no palanque do governador Romeu Zema (Novo). O partido de Zema tem bolsonaristas na Câmara dos Deputados, como Marcel Van Hattem (RS). No estado, Bolsonaro terá o palanque do senador Carlos Viana (PL).

Outro partido que dá sinais de entrar em modo de espera é o Republicanos, comandado pelo deputado Marcos Pereira (SP). O político tem se ocupado na sua tentativa de reeleição e na montagem das candidaturas ao Legislativo nos estados.

Ele também tem focado na candidatura de Tarcísio de Freitas (Republicanos) ao governo de São Paulo. Com isso, está distante do núcleo duro da campanha de Bolsonaro.

E como fica o "orçamento secreto"? Congressistas ouvidos pela reportagem ponderam, no entanto, que, apesar do aparente afastamento, políticos dos partidos que fizeram parte da base do governo devem continuar votando com Bolsonaro na expectativa de que o Executivo faça o pagamento de emendas do "orçamento secreto" após as eleições.

Diferentemente das emendas individuais e coletivas, as emendas de relator (que compõem o "orçamento secreto"), não exibem o verdadeiro parlamentar autor da indicação delas nos portais de transparência.

Esse distanciamento também não interferirá nos palanques estaduais que já foram fechados, segundo a avaliação de um líder do centrão. Há o compromisso da base com o governo neste ano, independentemente das costuras locais para viabilizar uma bancada robusta na Câmara —ponto em comum entre praticamente todas as legendas.

O que motiva a adoção dessa estratégia? Para André César, cientista político e analista da Hold Assessoria Legislativa, os casos citados mostram como o centrão é passível de se adaptar ao melhor cenário para si. Além disso, revela os cortes regionais das siglas.

"No Norte e no Nordeste, as lideranças políticas em geral flertam com Lula. Bolsonaro tem mais adesão no Sul e no Sudeste. Claro que estamos vendo hoje uma campanha acirrada. Mas esses partidos não fecham portas a nenhum candidato que tenha realmente pretensões reais ao cargo", afirmou.

O "jogo duplo" desses partidos que integram o centrão é algo histórico, segundo Aninho Irachande Mucundramo, professor do departamento de Ciência Política da UnB (Universidade de Brasília).

O bloco se mexe conforme as chances de poder. E, se julgarmos as pesquisas de intenção de voto, um cenário que parece minimamente consolidado, há uma percepção de que pode haver uma mudança no apoio após o resultado das eleições"Aninho Irachande Mucundramo, cientista político da UnB

"Por isso, independentemente de o futuro presidente ser de um partido de esquerda ou de direita, eles encontram algum jeito de estarem próximos. Não é só por eles, mas também pelos eleitos. Para sobreviver no Parlamento é preciso compor a base — seja no momento eleitoral ou depois dele", disse.

Há, ainda, as alianças estaduais que muitas vezes divergem da configuração nacional. Mucundramo destaca que, diante disso, houve uma tentativa dos partidos brasileiros de consolidarem "apoio formal" em longo prazo, com a construção de federações, por exemplo.

"Essa movimentação surge da necessidade também de criar blocos mais estáveis. É muito comum ver candidatos à Presidência que localmente fazem palanque com aliados de oposição nacional, porque no momento faz sentido", afirmou.

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Em: 13/08/22 - 11:29 Fonte: G1 Editoria: Política

Justiça arquiva denúncia contra Lula, Dilma e Mercadante por suposta obstrução da Lava Jato

Ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff e o ex-ministro Aloizio Mercadante (Foto: Reprodução)

Juiz da 10ª vara da Justiça Federal seguiu entendimento do MPF. Para procuradores, não há mais prazo para que a Justiça possa analisar fatos contra os ex-presidentes e o ex-ministro.


A Justiça Federal em Brasília determinou nesta sexta-feira (12) o arquivamento de uma denúncia contra o ex-ministro petista Aloizio Mercadante e os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff por uma suposta tentativa de atrapalhar as investigações da operação Lava Jato, que investigou um esquema bilionário de desvio e lavagem de dinheiro envolvendo a Petrobras.

Os três foram denunciados em 2017 pela Procuradoria Geral da República (PGR) com base na delação premiada do ex-senador Delcídio do Amaral, na época afastado do PT. A denúncia foi feita ao Supremo Tribunal Federal (STF), mas como os denunciados não tinham mais foro privilegiado, o caso foi enviado para a Justiça Federal em Brasília.

O juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara da Justiça Federal, seguiu o entendimento do Ministério Público Federal.

Com relação aos ex-presidentes, os procuradores consideraram que não há mais prazo para que a Justiça possa analisar os fatos, pois os dois têm mais de 70 anos, e, por isso, o prazo para prescrição de uma eventual pena cai pela metade, sendo que os fatos ocorreram entre 2005 e 2016.

O procurador da República Marcus Marcelus Gonzaga Goulart afirmou à Justiça, em abril deste ano, que, como no caso dos ex-presidentes Lula e Dilma já se passaram seis anos dos fatos atribuídos a eles, estabeleceu-se a chamada prescrição.

Em relação à Aloizio Mercadante, o juiz afirmou que as investigações não conseguiram reunir elementos contra o ex-ministro. Segundo a denúncia do MPF, Mercadante teria oferecido ajuda jurídica e financeira à sua família para que ele não fechasse um acordo de delação.

"Todavia, realizadas as diligências investigativas, não se logrou apurar indícios de autoria e materialidade da prática delitiva. Conforme asseverado pelo Parquet [Ministério Público], as provas entabuladas decorrem dos áudios da conversa que foi registrada por José Eduardo Marzagão, assessor parlamentar de Delcídio do Amaral, não havendo elementos probatórios a caracterizar obstrução à investigação criminal", afirmou Ricardo Leite.

Em nota, Mercadante disse que "sempre defendeu que as conversas que teve com o Sr. Eduardo Marzagão, então assessor de Delcídio do Amaral, eram uma iniciativa de caráter eminentemente pessoal e político de solidariedade".

O ex-ministro disse ainda que "jamais houve qualquer tentativa de impedir a delação do ex-senador Delcídio do Amaral, como reconhece, agora, a Justiça".

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