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Economia

Natal neste ano promete. A expectativa é que o varejo baiano feche 2011 com crescimento de 11% em relação a 2010. Assim pensam a Câmara dos Dirigentes Lojistas e a Federação do Comércio do Estado da Bahia. Segundo o presidente da Fecomércio, Carlos Amaral, a expectativa é de boas vendas no período natalino.

“O comercio gerou 10 mil empregos temporários no período, acreditamos num melhor comportamento das vendas, apesar da crise econômica internacional ter piorado, interferindo nas economias gregas, espanhola e italiana. Mas o momento é favorável ao Brasil e ao comércio nesta época”, avalia.

Para o superintendente da Câmara dos Dirigentes Lojistas, Carlos Roberto Oliveira, o ano de 2011 foi um bom ano e deve superar 2010 com incremento de 11% nas vendas. “Um grande fator favorável a isso é o Natal que vai chegar a 8% neste ano de crescimento. O tíquete médio das compras de Natal deste ano vai ultrapassar os R$ 200, representando incremento de 30% em relação ao ano anterior.

Os presentes de maior valor agregado serão mais comercializados como computadores, refrigeradores, fogões, eletroeletrônicos em geral, seguido dos produtos de supermercados, tradicionais em vendas nesta época do ano, e itens de vestuário”, descreve.

Produtos importados estarão nas gândolas

De acordo com o superintendente da Câmara dos Dirigentes Lojistas, Carlos Roberto Oliveira, o Natal deve impulsionar o aumento de 8% nas vendas num comparativo com o mesmo período do ano passado. Para ele o momento é tão bom que os consumidores aumentaram as compras de importados.

“O Papai Noel é tailandês, chinês e até coreano. Os produtos eletroeletrônicos comercializados no Brasil têm componentes que vêm importados dos países asiáticos. Estamos passando por um momento bem positivo no varejo. Facilidade no crédito, aumento da renda, maior geração de empregos. O crédito é a locomotiva da economia brasileira e baiana”, avalia Oliveira.

Ele ressalta que o consumidor poderá chegar sem medo nas gôndolas dos supermercados e levar um número maior de produtos importados este ano. “As compras foram feitas com o dólar ainda baixo, fazendo com que o preço seja bem interessante para os consumidores que terão acesso aos produtos”, cita. Oliveira reitera que o otimismo do varejo também está pautado na entrada dos R$ 5 bilhões oriundos do 13 º salário dos baianos.  “Será uma grande festa do consumo e a classe C continua sendo a bola da vez.

Antes os televisores de última tecnologia custavam R$ 12 mil, agora não chegam a R$ 2 mil. Um notebook há quatro anos atrás era um sonho e hoje já é comercializado a partir de R$ 600. O mercado está ativo e mais competitivo e atento as mudanças. O varejo está decifrando a nova classe média apresentando produtos especialmente para ela”, diz.

 

 

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