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Ciência e Tecnologia

Atualização de dados bancários, produtos grátis e compras com preços baratos demais são exemplos comuns de golpes digitais (Foto: Reprodução)
Atualização de dados bancários, produtos grátis e compras com preços baratos demais são exemplos comuns de golpes digitais (Foto: Reprodução)

"Fake nesws", "golpe na internet" e "clonagem de Whatsapp" têm se tornado expressões cada vez mais comuns no vocabulário do brasileiro. E não é pra menos. Um levantamento feito pelo dfndr lab, laboratório especializado em segurança digital da start-up PSafe, demonstrou que, apenas em outubro de 2020, 2.2 milhões de brasileiros foram vítimas de algum tipo de golpe digital, ou seja, 7,33 vezes a população estimada de Camaçari.

De acordo com a empresa, 109 mil golpes estavam ativos na internet no mesmo mês: um aumento de 127% em comparação a setembro.

Simoni, diretor do dfndr lab, explica que os golpistas aproveitam temas em alta na mídia para chamar atenção das vítimas com mais facilidade e, assim, espalhar as armadilhas mais rapidamente. O tema mais usado no mês de outubro foi ofertas de emprego, com mais de 1.2 milhões de acessos e compartilhamentos.

O WhatsApp e as redes sociais como Facebook e Instagram são a principal ferramenta usada pelos golpistas para roubar dados pessoais e senhas de acesso às contas das vítimas, facilitando a solicitação de transações financeiras indevidas, que vão desde empréstimos, compras e até abertura de contas falsas.

Clonagem de Whatsapp

Um dos golpes de maior destaque é a clonagem de Whatsapp. Segundo o mesmo levantamento, foram pelo menos 453 mil vítimas, no mesmo período. A Bahia está fora da lista de estados com maior número de vítimas, que tem São Paulo no topo, com 84 mil vítimas, seguido pelo Rio de Janeiro com 49 mil e em terceiro vem Minas Gerais com 33 mil vítimas impactadas.

Para esse golpe funcionar, no entanto, é preciso colaboração das vítimas, como explica o especialista: “Para ter acesso às contas de WhatsApp, os cibercriminosos utilizam técnicas de engenharia social, que tem como objetivo convencer a vítima a realizar uma ação que o criminoso deseja. Eles geralmente mentem, simulam uma pesquisa ou uma suposta promoção, e se passam por outras pessoas para conseguir este código. Não é um golpe que utiliza softwares sofisticados para roubar informações, o criminoso literalmente precisa convencer a pessoa a fornecer o código de confirmação de seis dígitos enviado para o celular. Esse código de segurança é único que possibilita o acesso e sequestro da conta”.

Se proteja

Os golpes digitais seguem um padrão: em geral, oferecem uma oferta, uma informação ou um serviço, sempre de forma urgente, com um link no qual a pessoa precisa clicar rapidamente e fornecer algumas informações, caso contrário perderia algum suposto benefício. Atualização de dados bancários, produtos grátis e compras com preços baratos demais são exemplos comuns.

A dica de ouro para se proteger é sempre cheque a origem da mensagem e, na dúvida, não clique em nenhum link nem informe dados pessoais. A dica vale mesmo para quando você receber a mensagem de uma pessoa conhecida: ela também pode estar sendo enganada.

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