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O golpe da troca de cartão torna-se muito comum nesta época do ano (Foto: Reprodução)
O golpe da troca de cartão torna-se muito comum nesta época do ano (Foto: Reprodução)

O golpe da troca de cartão torna-se muito comum nesta época do ano

O carnaval já está na porta. O aglomerado de pessoas e sensações, no entanto, não traz somente alegrias. O golpe da troca de cartão torna-se muito comum nesta época do ano. A armação começa quando o golpista, que pode ser um prestador de serviços mal-intencionado, entrega a maquininha para o cliente digitar a senha do cartão. Distraindo o comprador, ele o induz a preencher os números no campo destinado à quantia devida, para que possa ver a informação. Em seguida, o cartão é trocado por um similar e, muitas vezes, do mesmo banco.

Por isso, Walter de Faria, diretor adjunto de Operações da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) recomenda: — Fique sempre atento ao seu cartão e confira a devolução: veja se os números da sua senha estão aparecendo na tela quando você a digita. Isso não pode acontecer. Lembre-se de que o campo de senha mostra apenas asteriscos — alertou.

É mais difícil, mas não impossível, que o golpista descubra a senha mesmo se ela estiver colocada no campo certo, a partir da observação da digitação. Por isso, a Febraban orienta que o cliente proteja-se ao teclar.

A administradora Gabrielle Fontes, de 30 anos, já foi vítima do golpe. — Na saída de um show, comprei uma cerveja com um ambulante que estava na rua. Fui embora logo depois e, no dia seguinte, como não usei meu cartão, não percebi nada. Apenas dois dias depois, fui ao caixa eletrônico sacar dinheiro, e a máquina mostrou que o cartão tinha sido bloqueado. Não entendi e tentei de novo. Foi aí que descobri que o cartão que estava comigo não era o meu — lembrou Gabrielle: — Usaram todo o dinheiro da minha conta, e o banco alegou que, como as compras foram feitas com a minha senha, eles não se responsabilizam pelas perdas.
Outras situações típicas que abrem caminho para a ação dos golpistas são os esbarrões ou os encontros que parecem acidentais. Se isso ocorrer, é preciso verificar logo se o cartão que está em seu poder é realmente o seu. Se a perda do cartão for verificada, em qualquer caso, é preciso ligar imediatamente para a central de atendimento do banco e solicitar o cancelamento do cartão.

Mais golpes a evitar


Outro golpe comum é quando o bandido aproveita um momento de distração do cliente para colocar uma quantia bem maior no campo do valor a ser pago. Por isso, peça sempre a via do comprovante de venda.

É importante ainda não emprestar ou entregar o cartão a ninguém, e nunca o perder de vista, para não sair da folia no prejuízo. Também não devem ser guardadas senhas juntos com o cartão, para reduzir riscos em casos de perda ou roubo. Para reparar danos, a Febraban pede que todos se cadastrem para receber avisos por SMS ou e-mail a cada transação realizada com cartão, aumentando as chances de identificar uma transação fraudulenta.

No caso de roubo ou furto de celular, avisar ao banco sobre o ocorrido também é necessário, além de fazer um boletim de ocorrência na delegacia mais próxima e comunicar o fato à empresa de telefonia e à operação de cartão de crédito. Afinal, muitas vezes, a pessoa tem as senhas anotadas no bloco de notas do aparelho ou compartilhou a informação com alguém por e-mail ou mensagem. Se o ladrão conseguir desbloquear o celular, ele terá acesso a esses dados e poderá entrar na conta da vítima, pelo aplicativo do banco, por exemplo.

— É importante que a pessoa entre em contato com o banco para comunicar o roubo do celular assim que perceber que não está mais com o aparelho — explicou Faria: — Assim, a instituição financeira bloqueará a conta e impedirá que os bandidos realizem qualquer operação.
Há ainda golpistas que se aproveitam de cartões destruídos, já que mesmo com o plástico cortado, é possível fazer transações se o chip estiver intacto. Quando quiser destruir um cartão, o correto é cortar o chip no meio.

A Febraban aponta também que nenhum banco envia alguém até a residência do cliente para retirar um cartão de débito ou crédito. Portanto, essas operações não devem ser realizadas.

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