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(Supermercado no Salvador Shopping tem aviso de restrição de vendas (Foto: Marina Silva/CORREIO)
(Supermercado no Salvador Shopping tem aviso de restrição de vendas (Foto: Marina Silva/CORREIO)

Produtos perecíveis começam a faltar nos supermercados a partir desta sexta-feira (24), de acordo com a Associação Baiana de Supermercados (Abase). “A partir de hoje fica crítico. Especialmente no segmento de hortifruti e granjeiro, que tem abastecimento contínuo”, afirma Joel Feldman, presidente da Abase.

A situação já está sendo refletida em supermercados da capital baiana. No Walmart do Shopping Salvador, por exemplo, uma placa informa que cada consumidor só pode comprar cinco unidades de cada produto.

"O Walmart informa que devido à paralisação podemos ter problemas de abastecimento em alguns produtos. Informamos também que estamos fazendo o possível para minimizar os impactos. Com o objetivo de servir a todos, o Walmart informa que devido à paralisação limitamos a compra máxima de cinco unidades de cada produto por cliente em todos os produtos", diz o informativo.

Em nota, o Walmart informou que segue acompanhando os desdobramentos e consequências da paralisação dos caminhoneiros. "A empresa informa que suas lojas estão abastecidas em função dos estoques, mas podendo apresentar falta de alguns itens. Na expectativa de que a situação seja normalizada o mais rápido possível, para minimizar impactos e garantir o atendimento a todos os clientes, o Walmart está limitando a compra de cinco unidades de cada produto por cliente, disse a empresa, em nota.

A rede GBarbosa informou que está limitando a compra de produtos em 10 unidades por cliente para alguns itens com riscos de desabastecimento. "A medida é válida para todas as lojas de Salvador, mas os tipos de itens variam de acordo com o estoque de cada loja", disse, em nota. O Mercantil Rodrigues destacou que  continua realizando as vendas sem limite máximo de itens por compra até o momento.  "Ambas as redes ressaltam que estão atentos, acompanhando a situação junto aos fornecedores, e esperam que o abastecimento seja rapidamente normalizado para que a população não seja prejudicada pela falta de itens de consumo diário", destacou as empresas, em nota.

A situação está provocando uma busca acelerada por produtos nos mercados. Foi o caso de Josias Nunes Silva. Morador de Brotas, elas foi para o bairro do Ogunjá na manhã de hoje fazer um mercado reforçado. Comprou 15kg de feijão. "Faltou frutas e verduras. Estou estocando feijão por causa da greve", afirmou. Cada quilo foi comprado por R$3,59.Produtos perecíveis começam a faltar nos supermercados a partir desta sexta-feira (24), de acordo com a Associação Baiana de Supermercados (Abase). “A partir de hoje fica crítico. Especialmente no segmento de hortifruti e granjeiro, que tem abastecimento contínuo”, afirma Joel Feldman, presidente da Abase.

A situação já está sendo refletida em supermercados da capital baiana. No Walmart do Shopping Salvador, por exemplo, uma placa informa que cada consumidor só pode comprar cinco unidades de cada produto.

"O Walmart informa que devido à paralisação podemos ter problemas de abastecimento em alguns produtos. Informamos também que estamos fazendo o possível para minimizar os impactos. Com o objetivo de servir a todos, o Walmart informa que devido à paralisação limitamos a compra máxima de cinco unidades de cada produto por cliente em todos os produtos", diz o informativo.

Em nota, o Walmart informou que segue acompanhando os desdobramentos e consequências da paralisação dos caminhoneiros. "A empresa informa que suas lojas estão abastecidas em função dos estoques, mas podendo apresentar falta de alguns itens. Na expectativa de que a situação seja normalizada o mais rápido possível, para minimizar impactos e garantir o atendimento a todos os clientes, o Walmart está limitando a compra de cinco unidades de cada produto por cliente, disse a empresa, em nota.

A rede GBarbosa informou que está limitando a compra de produtos em 10 unidades por cliente para alguns itens com riscos de desabastecimento. "A medida é válida para todas as lojas de Salvador, mas os tipos de itens variam de acordo com o estoque de cada loja", disse, em nota. O Mercantil Rodrigues destacou que  continua realizando as vendas sem limite máximo de itens por compra até o momento.  "Ambas as redes ressaltam que estão atentos, acompanhando a situação junto aos fornecedores, e esperam que o abastecimento seja rapidamente normalizado para que a população não seja prejudicada pela falta de itens de consumo diário", destacou as empresas, em nota.

A situação está provocando uma busca acelerada por produtos nos mercados. Foi o caso de Josias Nunes Silva. Morador de Brotas, elas foi para o bairro do Ogunjá na manhã de hoje fazer um mercado reforçado. Comprou 15kg de feijão. "Faltou frutas e verduras. Estou estocando feijão por causa da greve", afirmou. Cada quilo foi comprado por R$3,59.

Josias comprou feijão para estocar em casa Foto: Bruno Wendel/CORREIO
Josias comprou feijão para estocar em casa Foto: Bruno Wendel/CORREIO

Procurados pelo CORREIO, o Extra, Pão de Açúcar, Perini informaram que não estão limitando produtos. O Atakarejo não se pronunciou.

Frota de ônibus está reduzida em Salvador
A frota de ônibus de Salvador já foi reduzida nesta sexta-feira (25). Segundo informações do secretário municipal de mobilidade (Semob), Fábio Mota, 20% da frota foi reduzida, apesar de o contigenciamento ter sido planejado para começar no sábado (26). Caso a situação não melhore a frota pode ser reduzida ainda hoje em até 40% a depender da demanda, segundo a Semob.

"A cidade está dividida em três bacias. São 2.349 ônibus disponíveis. Nós reduzimos na cidade como um todo. Nós não mexemos nas linhas de maior impacto. Essas continuam com a frota normal. As linhas de menores demandas nos reduzimos a quantidade de ônibus para se economizar combustível e poder transportar as pessoas que pegam as linhas com maior demanda", explicou o secretário.

Ainda de acordo com Mota, a redistribuição dos ônibus está sendo feita de hora em hora. "Quando tem necessidade de fazer modificação nós vamos fazendo automaticamente. Se a cidade permanecer com poucas pessoas transitando nós vamos reduzindo uma quantidade maior para ver se a gente consegue chegar até terça-feira", detalhou.

A prefeitura já havia anunciado que a frota da capital baiana, composta por 2,6 mil ônibus, será de 50% nos horários de pico e 40% nos outros períodos durante o próximo sábado. No domingo, a operação será realizada durante o dia com 30% da frota. Na segunda e terça, a operação terá 80% da frota nos horários de pico e 40% nos demais.

O secretário destacou ainda que há dificuldade de colocar a frota na rua. "A redistribuição dos ônibus está sendo feita de hora em hora. Quando tem necessidade de fazer modificação nós vamos fazendo automaticamente. Se a cidade permanecer com poucas pessoas transitando nós vamos reduzindo uma quantidade maior para ver se a gente consegue chegar até terça-feira. Se a gente não conseguir abastecer os ônibus até terça-feira infelizmente na quarta-feira vamos ter dificuldade para tirar os ônibus da garagem na cidade de Salvador", destacou Mota.

No sábado (26) já se tem a frota reduzida. "Vamos trabalhar com 50% do que se tem em dias normais no sábado. No domingo (27) nós vamos ter uma redução de 30% do que se tem em dias normais. Segunda e terça nós vamos manter o cronograma que nós colocamos hoje. Ou seja, uma redução de 20% no horário de pico e 40% nos outros horários", explicou o secretário.

Bloqueios nas refinarias estão sendo feitos também. "Isso é um cronograma que nós fizemos para conseguir chegar a terça-feira com os ônibus rodando dessa forma. As empresas estão com as carretas na refinaria e não conseguem abastecer. Tem bloqueios na refinaria que  impedem o abastecimento. Estamos tentando outras distribuidoras. Estamos fazendo um esforço para mudar esse cenário para voltar ao normal. Enquanto isso estamos torcendo para acabar o movimento e a cidade voltar ao normal", argumentou Mota.

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