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'Agente Bonfim' foi atingido na boca pelo disparo
'Agente Bonfim' foi atingido na boca pelo disparo

Uma história mau contada, onde dois agentes da Superintendência de Transito e Transporte (STT), se envolveram num "incidente" que levou um a balear o outro no rosto, está levando a vários questionamentos. E um deles é como explicar a arma usada, ou "disparada acidentalmente", no ambiente de trabalho onde os servidores não são autorizados a portar e muito menos manusear armas do tipo.

O episódio, que ocorreu na noite desse domingo, 28, nas instalações do escritório central da Limpec, onde está alojada a STT, e vitimou o servidor, na verdade um supervisor, identificado como Marcos Antônio Santos Bonfim, ou agente Bonfim, 36, traz também outra preocupação, se considerado queixas relativamente recentes que dão conta do descontrole emocional de prepostos da autarquia que trabalham na orientação do trânsito da cidade, envolvendo condutores de veículos abordados, ocasionando verdadeiros embates ente condutores e servidores.

As primeiras informações dão conta de que um colega de Bonfim manuseava a arma quando aconteceu o disparo, que lhe atingiu na boca, contudo a SST se limitou a dizer, e dizer o óbvio, em nota publicada nas redes sociais, que "está acompanhando e dando todo suporte necessário ao servidor"; que "manteve contato com familiares do Supervisor Bonfim"; que "a Polícia Militar foi acionada de imediato"; e que a polícia encaminhou "os demais servidores que presenciaram o ocorrido para prestar depoimento na 18ª Delegacia de Polícia".

Então surge outra pergunta: se havia "mais servidores" presentes na cena e não sendo permitido o porte e manuseio de arma de fogo, muito menos ainda no ambiente de trabalho, por tais servidores, e isto agravado pelo fato de se tratar a vítima dum supervisor, não seria por senso comum concluir que a pratica é natural e mais do que possa imaginar para tais servidores?

A STT, que diz que apurará "o incidente", diz também na nota que está "em uma corrente de oração pela rápida recuperação" do agente Bonfim. E aproveitando a fé dos que fazem a autarquia, seria de bom tom advertir a direção do órgão e as autoridades administrativas como um todo, assim como as policiais, que pode ter se tratado o ocorrido não duma casualidade mas dum alerta divino para que providencias sejam tomada a fim de evitar que um mau maior aconteça, agora, nas ruas.

Fica a dica...

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