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o coordenador da SESP, Namuciés Souza, em entrevista a Roque Santos, disse não proceder a informação de que a prefeitura confiscaria a mercadoria de quem desobedecesse a ordem de não comercializar seus produtos pelas ruas da cidade
o coordenador da SESP, Namuciés Souza, em entrevista a Roque Santos, disse não proceder a informação de que a prefeitura confiscaria a mercadoria de quem desobedecesse a ordem de não comercializar seus produtos pelas ruas da cidade

Já diz o ditado, "quem não chora não mama". E o Camaçari Fatos e Fotos (CFF), sabedor que é da força dessa máxima popular, provocou os vendedores ambulantes a chorarem e o resultado foi que, mesmo a prefeitura não assumindo que tinha também em mente confiscar a mercadoria dos ambulantes que encontrasse comercializando pelas ruas da cidade, o governo veio "a público" dizer que o trabalho seria feito na base "do conselho".

Quem deu a cara a bater no entanto foi o coordenador da secretaria de Serviços Públicos (SESP), o policial militar aposentado Namuciés Souza, que, em entrevista ao radialista Roque Santos, disse não proceder a informação de que a prefeitura confiscaria a mercadoria de quem desobedecesse a ordem de não comercializar seus produtos pelas ruas da cidade.

Ocorre que o coordenador Namucies se esqueceu de antes fazer uma observação que lhe cairia muito melhor tipo que "apesar de o informativo que distribuímos dizer que isso seria feito, a prefeitura 'resolveu' não proceder dessa maneira". E a cidade até entenderia se o coordenador omitisse que tal decisão se dera por razão das denúncias da imprensa e do clamor nas redes sociais sobre a atrocidade que se desenhava para com as famílias desse trabalhadores.

E para o caso duma menor manifestação da prefeitura, fraca de memória como tem mostrado ser, na direção de desmentir este portal, alegando que se "referia apenas aos não cadastrados", registre-se que o governo é o primeiro a saber que dos vendedores ambulantes de toda a cidade, não se acha entre cada dez um sequer que seja legalizado. Logo a maldade de recolher a mercadoria dessas pessoas estava sim no centro do coração da gestão quando foi decidido sobre o assunto.

Outro fato inegável que desmente o alcance "limitado" da perversidade, que está sendo chamado de "ordenamento", do governo é que no informe vê-se claramente que o cerceamento à esses pais e mães de família de defenderem o alimento básico para os seus filhos, vai muito além duma ação limitada ao centro da cidade, mas que é, ou era para ser, extensivo também aos bairros, pelo menos conforme trecho do texto do maldito "informe", se considerado a maldita crise que o país está vivendo, conforme à baixo.

"Portanto, informamos ainda, que a partir do dia 03/10/2017, não será mais permitido a ocupação de vias públicas, logradouros públicos, e etc, informamos que, o vendedor ambulante não autorizado que estiver exercendo a atividade, ficará sujeito à apreensão de mercadoria que esteja em seu poder".

E conforme a definição de Logradouro: "(...)Em Urbanismo, logradouro é um espaço público reconhecido oficialmente pela administração de cada município. São os espaços livres como as ruas, avenidas, praças, jardins, etc., destinados ao uso comum dos cidadãos e à circulação de veículos", como negar então que a medida não tinha mesmo em mente atingir em cheio as famílias cujo chefes, desempregados, e certamente que vendo seus filhos passando fome, tem buscado vender seu punhado de verdura e legumes também nos bairros, como na Gleba E, e na Bomba, por exemplo?

Ficou feio. Teria sido de melhor teor a prefeitura usar seu funcionário para dizer que repensou e resolveu limitar o alcance da intervenção ou quando nada que o "informe foi mal elaborado".

Contudo, entre os males o menor...

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