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PMs grevistas desocupam Assembleia Legislativa (foto/Lúcio Távora | AG. A TARDE)
PMs grevistas desocupam Assembleia Legislativa (foto/Lúcio Távora | AG. A TARDE)

Após a prisão do líder grevista Marco Prisco, policiais militares se reuniram no prédio do Sindicato dos Bancários, nos Aflitos, onde fazem uma assembleia para decidir se continuarão com a greve que já dura dez dias. Na manhã desta quinta-feira (9), os grevistas desocuparam o prédio da Assembleia Legislativa, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), após o líder do movimento Marco Prisco ter sido flagrado conversando com um colega grevista e tratando de ações de intimidação como queima de viaturas e fechamento de rodovias.

Prisco, que é presidente da Associação de Policiais e Bombeiros (Aspra), foi preso após a entrada de soldados do Exército na Assembleia. Ele deixou o local pelos fundos e foi um dos últimos a sair do prédio. Os policiais continuam pedindo o pagamento dos CAPs IV e V e a revogação das prisões dos líderes do movimento.

Antes da prisão de Prisco, ainda durante a madrugada, outros policiais militares amotinados e familiares começaram a deixar o prédio da Assembleia. Ônibus estacionados ao lado da Casa Legislativa transportaram os cerca de 300 policiais e familiares que estavam no prédio desde 31 de janeiro. A informação de que a ocupação chegaria ao fim foi divulgada pelo advogado do grupo, Rogério Andrade, ainda na madrugada.

Outras prisões
O sargento Elias Alves de Santana, dirigente da Associação dos Profissionais de Polícia e Bombeiros (Aspol) e um dos líderes do movimento grevista da Polícia Militar baiana, foi preso pela Polícia Federal ainda na terça-feira (7), quando a Assembleia estava ocupada.

No domingo, Alvin dos Santos Silva, policial militar lotado na Companhia de Policiamento de Proteção Ambiental (COPPA), foi preso sob a acusação de formação de quadrilha, incitação à violência e roubo de patrimônio público.

Segundo a Secretaria de Comunicação do Governo, além de responderem a acusação de formação de quadrilha e roubo de patrimônio público, os policiais vão passar por um processo administrativo na própria corporação.

PM presa não tinha mandado de prisão
Uma policial militar foi presa nesta quarta-feira (8) pela Polícia Federal por ter conspirado para invadir o Batalhão de Guardas da Polícia Militar, que fica no Complexo Penitenciário de Mata Escura e é reponsável por toda a segurança do sistema prisional. A PF descobriu o esquema através de escutas telefônicas autorizadas.

A soldado Jeane Batista de Souza é lotada justamente no Batalhão de Guardas. Ela não estava na lista de 12 militares acusados de liderar o movimento grevista.

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