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Antonio Franco Nogueira

'(...)E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança...'. Gênesis 1:26 - Na magem o 'ir Fábio' e o filho João Pedro - Foto: arquivo familiar
'(...)E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança...'. Gênesis 1:26 - Na magem o 'ir Fábio' e o filho João Pedro - Foto: arquivo familiar

Na data de 06/08 último, dia que comecei a escrever esse texto, vivi uma angustia que, apesar do cenário favorável, ou desfavorável, não pensei que viveria. Mas vivi. Porem de repente até compreendi que tudo tivesse, ou ainda venha a ser, por algum propósito de Deus que envolve as pessoas enredadas na situação; então me acalmei e resolvi deixar que Ele desembrulhe o pacote e mostre toda a armação - o que te contarei aqui mesmo, num desses textos, tão logo eu aviste o conteúdo do embrulho e constate que era mesmo a bomba que eu penso que é, que me terá sido endereçada para estourar na minha cara. Mas logo descansei (...)Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de [ME] separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor. (Romanos 8:38,39), ainda que o episódio deveras me fez atrasar ainda mais ao menos o começo do escrito que se seguirá, que me tem sido ordenado escrever faz dias, e que envolve cada ser vivente nessa terra, em especial as almas sensíveis às coisas de Cima para com as vidas de Baixo; que, quer uns quer outros não acreditem, é fato que absolutamente todos nós estamos engendrados no contexto. E por que eu, apesar do que vivi nessa tarde, resolvi meter a mão “na rede, e partir para a pescaria” mesmo com tudo fervilhando à minha volta? Por causa das contas que eu sei que terei que prestar, caso não dê o recado que me tem sido incumbido entregar? Talvez. Mas foi a visão de minha pessoa – em favor da tua pessoa, parado numa sinaleira, na Avenida Paralela, sentido Salvador – o trecho era claro para mim que se tratava do finalzinho da Avenida, sozinho no meu carro, no meio da madrugada, tudo aparentemente deserto, que Jesus me fez ver e o que isso significa, conforme você verá logo adiante, é que me fez tomar atitude e enfim iniciar o trabalho que me foi ordenado que fizesse. Mas há ainda a lembrança duma pregação, do evangelista Natanael Balé, que versa, com minúcias, como nunca vi ser pregado, sobre a fé de Abraão e a encomenda para o quase sacrifício com a morte do seu filho Isaque, pelo próprio Deus, e a vergonha que o evento e o comportamento do homem que não sem motivo é considerado o “pai da fé”, me provocam, diante do aparente tão tresloucado pedido e sua disposição em cumpri-lo que também pode ser somado a minha atitude de enfim partir para o texto. Ainda que nessa soma a imagem desses dois camaçarienses que você vê na ilustração do texto tenha seu lugar. Não à toa essa é a imagem que Jesus me deu para essa ilustração no momento que eu conversava ao telefone com o “irmão Fábio”, que na foto posa ao lado do filho que não à toa tem nome de dois apóstolos juntos, João Pedro [que é igual tarefa e força dobrada - recebe aí irmão Fábio], de 11 anos, o que me chocou, eu diria, com a semelhança entre os dois, hora que Jesus me disse pelo Espírito que prestasse atenção para a cara de um e para a cara do outro, que o momento teria muito a ver com o que Ele já havia me dito sobre o tema que estava comigo para ser escrito. Então logo entendi que eu não tinha sido levado àquela imagem sem motivo, absolutamente. No momento até dei uma pincelada com o irmão sobre a revelação que me estava sendo dada. E pedi que me permitisse usar a foto no texto que eu escreveria. Revelação que o teria impactado, conforme sua reação. E a autorização me foi concedida.

Está TUDO concatenado. É muito mais do que o crente ir três vezes por semana à ‘igreja’. Muito mais! O problema é os indivíduos terem disposição para entender o que para muita gente, tanto crente quanto não, parece loucura. E para quem é “natural”, é muito louco mesmo: (...)Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. (1 Coríntios 2:14). Natanael Balé inclusive diz na pregação, que te sugiro assistir, que para o sujeito andar com Deus ele deve se livrar desse negócio de “lógica”, e que para a pessoa ter sucesso na caminhada cristã, ela tem que ser um “doido varrido”. No que eu concordo com ele em gênero, número e grau, se eu é quem bem sei da loucura que são os sonhos antes de haver a interpretação. Mas que logo, quando é Jesus que está no negócio, e Ele vem com a explicação, toda loucura cede lugar para a lucidez. E põe lucidez isso.

Aliás, vendo os 90, depois 180, e enfim à caminho dos 360 graus [depois te explico do porquê 360 graus] de guinada que muita gente, e isso desde amigos a inimigos, e desde parentes à aderentes, viu acontecer na minha vida, comigo sorrindo à toa mesmo em meio às dificuldades, e adversidades que antes não me viam enfrentar, e isso muito mais pelo relativo desprezo que me viram dar a tudo o que for bem material – quem acompanha esse jornal, meu antes tão amado site de notícias Camaçari Fatos e Fotos, carinhosamente chamado de CFF, só não notou por que não quis que já não me debruço tanto como antes pelos fatos noticiosos que versem sobre autoridades e celebridades políticas, entre outras; antes nutro via ele um trabalho que desperte sobre a efemeridade que paira sobre os indivíduos, sobretudo os que se veem como super “sei lá o quê”, de lúcido em mim essa turma não vê é nada. Até já fui taxado de louco, pelas coisas que me viam contar sobre experiências que passei a viver com Deus, de Suas visitas à mim, pelos sonhos, visões e revelações, que considero estrondosas e por demais estimulantes para a caminhada cristã, para quem é trigo e não joio, durante a leitura bíblica. Por ler tanto a Bíblia, já que tenho como lê-la à vontade – se é que você me entende, até ouvi de pessoas bem próximas, crentes inclusive – vá entender se a ordem é que (...)Não deixe de falar as palavras deste Livro da Lei e de meditar nelas de dia e de noite, para que você cumpra fielmente tudo o que nele está escrito. Só então os seus caminhos prosperarão e você será bem-sucedido. (Josué 1:8), que se eu não moderasse eu “iria enlouquecer” (ainda que, pelo contexto da passagem, a exigência de meditação bíblica constante é feita sobre quem Ele deposita uma porção maior de responsabilidade, eu sei. Como sei também, né pastores, que a quem muito é dado, muito será cobrado). Mas o danado é que tem sido justamente pela meditação nas Escrituras que o Senhor tem me revelado mistérios antes nunca visto, pelo menos não por mim e nem por alguns muitos velhos na caminhada, conforme os próprios têm me confessado. E entre muitas destas, sobre o que está nos reservado na vida futura que essa vida não será jamais capaz de nos oferecer, antes disso ela, essa vida, está com prazo de validade determinado nos anais celestiais e que, quem a essa vida se agarrar, desprezando o convite para que também faça parte de Sua promessa, no final de tudo será o mesmo que um sujeito que, se afogando desgraçadamente, se agarra a um pedaço de corda que boia solto sobre o mar. Por isso minha loucura - pela crença e experiências vividas com Quem, e Único que pode me estender a mão, me subir ao barco, e me levar de volta para Casa, me livrando da morte certa, experiências conforme você já deve ter notado noutros e verá também no texto que está lendo. É por isso o “rumo aos 360 graus” que pode ter te parecido ainda mais louco para alguém que quer chegar a algum lugar, desejar rodar em círculos feito o cachorro que corre atrás do rabo. Mas não, se o propósito é não rodar em círculos, mas voltar para de onde eu vim, voltar à minha origem, voltar para a casa do Pai. Por isso 360 graus: guinada total: loucura total para com as prioridades.

(...)Por essa causa também sofro, mas não me envergonho, porque sei em quem tenho crido e estou bem certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia
. (2 Timóteo 1:12).

Ainda falando em loucura até cabe registrar que essa manhã, conversando ao telefone com uma caríssima serva de Deus, “ir Veridiana Bitencourt”, da cidade de Cachoeira, no Rio Grande do Sul, mulher sobre a qual está uma unção com medida especial sobre os números de Deus e interesse pela escatologia bíblica, enquanto minha esposa me aprontava para me tirar da cama (para quem não sabe sou portador de tetraplegia), onde a irmã Veridiana disse, e é isso mesmo, que “o entendimento dos mistérios de Deus não está com a massa”. E isso devido a população cristã no seu contesto geral, vamos combinar, não ter o menor interesse de buscar saber de Deus, tendo alguns que até preguiça sentem quando o assunto são as Escrituras. À parte de que não poucos dos altares, quando não são mesmo desprovidos de conhecimento desses mistérios, também não tem interesse algum que o povo “saiba além da medida que eles determinam que saibam”. Essa irmã, que tem como prazer a meditação bíblica, a quem por isso mesmo, conforme me disse, Jesus deu revelações tremendas sobre o que significa o rompimento do hímen da virgem e a sangria no primeiro ato sexual; a menstruação durar de 03 à 07 dias; o fim da menstruação da mulher ser em torno dos 50 anos; a referência que há no hímen e no útero, que aponta para a Arca da Aliança e o Véu que a escondia, os dois, o útero e a Arca, geradores de Vida, que é um estrondo – assunto que muito provavelmente ela me peça que escreva também, e que te porá de boca aberta e choroso/a por não ter tido interesse por saber disso desde antes, me pediu que escrevesse um texto sobre a importância do Shemitá/Libertação (aliás, assunto que a turma do “evangelho da prosperidade”, se tivesse conhecimento, faria um arregaço sem tamanho no bolso dos de sua plateia, cobrando ingressos a peso de ouro aos que pagam para saber de distorções. Digo dos que buscam a Deus pelo que espera d’Ele somente nesta vida), o que é promessa que assumo cumprir tão logo o Pai me determine com um pequeno sinal que seja. Mas é como ela mesma diz, que não será para a massa, mas para um público seleto, isso por culpa do desinteresse do próprio público, o que é uma pena. Fazer o quê, se nem todo filho perdido no mundo busca saber quem é, nem que planos ele tem, e muito menos ter a semelhança do pai?

Mas olha só: eu havia te dito que a interpretação do sonho na sinaleira em Salvador, foi o motivo de eu enfim partir para o texto. E foi. Mas a interpretação dele é o que deve te interessar, posto que o que significa a visão, se houver qualquer resquício de juízo na sua pessoa, se você for dos que andam somente acelerando e desrespeitando as leis, é devido ela, digo a interpretação, certamente vir a te guardar de você acabar enfiando a cara “num caminhão” logo adiante, e isso por fim te levar a uma “perda total”. Então se ligue nos detalhes.

Antes, me permita:

(...)E eles lhe disseram: Tivemos um sonho, e ninguém há que o interprete. E José disse-lhes: Não são de Deus as interpretações? Contai-mo, peço-vos.
(Gênesis 40:8)

Agora sabendo que é Deus que dá a interpretação dos sonhos, digamos que pelo nosso senso comum, tendo sido feito uma pergunta a Ele sobre a razão de Ele tanto cobrar de alguém com quem Ele fala por meio dos sonhos, que um recado seja dado a umas pessoas, e imaginando que uma dessas pessoas seja você, o que vossa excelência entenderia que quer dizer um sonho onde você se vê dirigindo seu carro numa avenida chamada Paralela, perto da Rodoviária da cidade, numa cidade chamada Salvador, onde não parece haver nenhum outro carro na pista, e você pára ao avistar o sinal fechado, sendo que se está no meio da madrugada e num lugar absolutamente deserto? O que você entenderia de, num cenário assim, você observar que está parando seu carro na pista do canto, e ainda que as pistas deveras bem largas, onde você pensa que não há outros carros, e de repente surgirem carros parando ao seu lado em obediência à sinalização? E de você avistar, porém, diferente dos demais veículos, um carro passar correndo sob a sinaleira com a luz vermelha? Consegue sacar algo desse mistério? Vá pensando aí. Mas sempre atento às figuras de linguagem usadas pelo Espírito nos sonhos para facilitar a nossa compreensão quando da interpretação , senão você perde o bonde.

Esse sonho acima é a Tampa, mas para que sua nobreza entenda melhor toda a situação, você precisa saber da Panela. Eu vou te destrinchar o enigma que tampa essa panela, mas você não pode ter se esquecido de que essa foi a visão que Jesus me deu para me dizer da importância de eu escrever logo o texto que eu estava amarrando para escrever mesmo que Ele já tivesse vindo com a panela noutro sonho que deu à Sua serva lá em São Paulo, onde ela mora (depois dê uma conferida com a mesma a chamando no Face book dela), me dando como personagem do sonho, numa pescaria, onde pescávamos juntos, onde eu a ensinava à pescar, sendo que ela, diferente de mim, é uma missionária ativa, pregadora experiente do Evangelho, mas que naquele momento pescava com a ‘vara errada/incompleta’. A Gloria é de Deus, a Honra é de Deus, e o Louvor também é de Deus, mas todo o cenário foi montando no sonho que Ele deu a essa irmã, para me dizer que o texto que eu estava “procrastinando a escrita” era mesmo o texto, esse aqui, que eu já deveria ter escrito, posto que a leitura dele certamente ensinará uma turma a como 'pescar'. No meu cesto, ela disse, havia peixes, ela, porém, não fisgava nenhum. Havia um jovem cristão pescando conosco - jovem, conforme no sonho, que observava a todo tempo as instruções que eu passava a ela. Quando então eu lhe peço que substitua a vara que ela usava – vara na qual ela disse que não via anzol algum, nem na dela nem na do moço, por uma Vara que eu lhe dava, onde havia não um, mas TRES anzóis, SEM ISCA ALGUMA, e todos três absolutamente agarrados um ao outro, todos coladinhos, ela disse, ao que eu peço que os lance bem no meio do lago, no fundo, à mandando evitar as beiradas. Cujo resultado foi um peixe bonito, pescado porem com a cabeça machucada. Ao fisga-lo, ela, que agora vê o peixe na palma de sua mão, chega a pensar que o peixe estaria morto. Mas ao me ouvir dizer que não, que o peixe estava vivo, ela vê o peixe abrindo e fechando a boca, procurando água, ela fala. Esse foi a panela, de cuja tampa você agora passa a saber o significado:

Na sinaleira eu não estava indo da minha cidade na direção de outra cidade qualquer, mas de Salvador, logo analogicamente se referindo qual deve ser nossa direção, O Salvador - para quem sabe, a Avenida Paralela é uma avenida onde enquanto um entra em Salvador o outro sai de Salvador. Logo, deixando claro que não adianta dizer que é crente n’Ele se você estiver se dirigindo no sentido contrário à Ele. Mas a intenção do Salvador em me dar o sonho com esse cenário em resposta a minha oração sobre o texto que eu deveria escrever fazia tanto tempo e que não havia sequer começado, era para me dizer que com esse trabalho, mesmo daqui do meu canto (de meu escritório domiciliar, que é donde eu escrevo), por isso me é chamado atenção que estou parando o carro “na pista” do canto, e canto direito da pista o lado correto quando se é o primeiro carro a parar num Sinal, ainda que eu não esteja vendo (por isso penso que não havia outros carros na pista), confiantes (os que leem) de que de fato falo de Sua parte, eu tenho influenciado/servido de exemplo a alguns a não avançarem o sinal (por isso, sendo o primeiro a parar, em seguida os carros que surgiam paravam ao meu lado), e mesmo diante do horário e do aparente deserto da Avenida. Porém que (dos que leem ou que nem leem direito) nem todos têm me ouvido ou ouvirão, por isso há o carro que invade a sinal. O que deixa claro que há dos que supostamente avançam na direção d’Ele, O Salvador, mas que não chegarão ilesos, se chegarem. O que naturalmente acontece com quem invade OS sinais, que quando não levam no mínimo uma multa, acabam colidindo com outros carros, por vezes com caminhões, quando não ATROPELAM as pessoas, ou matam e morrem na colisão. Mas porque o Espírito Santo chamava minha atenção para em qual trecho da avenida eu estava - indicando a proximidade da Rodoviária, lugar que melhor se refere a alguém chegando ao seu destino para a cidade onde se está indo? Notou dum aviso da chegada da minha pessoa ao destino que procuro, o Salvador, se aproximando? Ok. Mas calma, que né agora ainda não. Ou, já que a mensagem aqui é puramente espiritual, você esqueceu que eu dirigia um carro, e quem dirige um carro em direção à uma Rodoviária, como não combina estar indo apanhar alguém que JÁ desembarcou em/no Salvador, certamente está ele indo embarcar para algum lugar onde há gente longe/fora de/do Salvador, viajando para alguma missão, para depois retornar para Salvador, onde deixou estacionado na Rodoviária o seu carro? Sacou? – “Ah, mas como pode então você SAIR de/do Salvador para ir trazer uma pessoa que está fora de/do Salvador? Não seria isso uma contradição?”, você pode estar se perguntando, imaginando que Salvador daí estaria ficando para trás. E a resposta é NÃO - O Salvador não sai de dentro do crente que está n’Ele. Posto que para onde for o crente que está em Cristo – digo o que está, e não o que pensa que esteja, o Espírito de Deus vai com ele. Ainda mais se ele estiver em viagem missionária. Entendeu? Lembra da turma que está dirigindo na Avenida “paralela”, mas no sentido contrário? Isso, de o Espírito Santo “ficar para trás” na vida de alguém, nem acontece quando uma pessoa assenta no coração deixar a Cidade até que ela saia completamente da “avenida”. O máximo que ocorre numa situação assim, é Ele ir sendo extinguido aos poucos até o “último retorno” ter ficado para trás, e Ele ainda com esperança de que o “motorista” faça a curva no último centímetro possível para a conversão e pegue a Pista de volta, ávido por voltar a ENCHER de novo a pessoa à medida que ela avança rumo ao Coração da Cidade da qual antes pretendia se distanciar. Pegou? Coisa, digo da extinção do Espírito, que já aconteceu com tanta gente desde lá até cá, inclusive com um que foi o primeiro rei que governou sobre o povo de Deus, mas que fazendo o caminho sempre ao contrário, não somente perdeu a presença de Deus, como teve que conviver com a presença e perturbação dum demônio - né “irmão Zé”, né “irmã Maria”, né “caro pastor?” (...)E o Espírito do Senhor se retirou de Saul, e atormentava-o um espírito mau da parte do Senhor (1 Samuel 16:14). Viu? Pois é, né só perder a amizade de Deus, ainda tem esse “pobRema”. E não se iluda que no contexto, no negócio do retorno, Ele esteja falando com o pessoal da impiedade pública não – eu digo ‘publica porque tem os da “impiedade interna”, pois o papo aqui é com o crente - e se a Avenida está toda nos limites da cidade do Salvador, e justamente essa foi a “estrada” escolhida por Ele para desenhar esse sonho, e no desenrolar do novelo do sonho Ele diz que eu estou servindo de exemplo para que muitos não avancem o sinal, é claro que a conversa é mesmo com os que são da ou ainda estão na Casa. (...)Portanto, tornai a levantar as mãos cansadas, e os joelhos desconjuntados, E fazei veredas direitas para os vossos pés, para que o que manqueja não se desvie inteiramente, antes seja sarado. (Hebreus 12:12,13).

Não será de mais antes o registro de que eu não sou santo algum visto que, como bem diz o apóstolo Paulo, e sendo eu bem menor do que ele muito mais ainda, bem (...)Sei que nada de bom habita em mim, isto é, em minha carne. Porque tenho o desejo de fazer o que é bom, mas não consigo realizá-lo. Pois o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer, esse eu continuo fazendo. Ora, se faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, mas o pecado que habita em mim. (Romanos 7:18-20), mas o mesmo Espírito que diuturnamente me ajuda a combater o pecado que me rodeia, é o mesmo Espírito que, na primeira semana de convertido e tendo uma “oportunidade” [as aspas é por que nunca entendi como é isso de alguém dar “uma oportunidade” para o Espírito Santo falar pela boca de quem prega. Mas, vida que segue], numa igreja que visitava, a primeira observação que fiz ao microfone foi que “Jesus não está feliz com a Igreja brincando de ser crente”. E por que eu sei que foi não eu, mas o Espírito Santo falando pela minha boca, se eu ainda nem havia me inserido direito no 'Negócio', com apenas uma semana de convertido? Por que, sem esboçar nenhuma palavra, apenas cochichando no ouvido da minha esposa, ela crente de bem mais tempo, se eu 'seria chamado ao microfone para dizer alguma coisa', e isso com a igreja lotada, conosco sentados cá no fundo, quase atrás de todo mundo, vi a irmã, Adriana Queiroz, da Assembleia de Deus, do Jardim Limoeiro, que dirigia o culto, alguns minutos depois, quase correndo toda a extensão do templo, na minha direção, e dizendo que “O Senhor mandou dizer que o microfone estava à minha disposição”, é por isso que sei que era Deus ali, ainda mais quando vi a minha esposa tendo uma quase convulsão de choro, ao vir a confirmação estrondosa da interferência do Espírito Santo na minha conversão. Que também sei que é o mesmo Espírito que me visitou e me disse que cuidasse de escrever logo, que certamente eu serviria de exemplo para alguns, que “não avançarão o sinal”.

Mas claro que não é somente crente que anda pela Avenida Paralela. E é aqui que mora o xis da questão, se toda a Estrada está tanto com o começo quanto com o fim dela dentro dos limites da Cidade do Salvador. Então está claro que, se Ele diz que morreu na cruz por amor de muitos e esse muito consiste em pecadores dum mundo todo destituído da gloria de Deus, por causa do pecado (...)Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus (Romanos 3:23), mundo no qual está inserido a dita Avenida, se há também pessoas que trafegam por ela tanto saindo quanto entrando na Cidade, o que quer dizer é que enquanto há pessoas rejeitando o Salvador há também pessoas querendo Salvação. E como não somente o crente, mas também pessoas que viajam por Suas estradas, subindo e descendo (frase proposital) sem ainda o menor compromisso com Ele também me leem, como você, quem sabe, está também claríssimo que o desejo d’Ele é que sua nobre pessoa pare [espero que você já tenha percebido que tudo nada tem a ver com sinais de trânsito literais – ainda que para alguns caiba a carapuça] e não seja daqueles afeitos a infringir as leis achando que é somente um avanço de sinal sem qualquer consequência a sofrer lá adiante. Notou? Aliás, leis que são instituídas por homens cujo poder vem do Pai da Criação e não de outro. Logo, trazendo um pouco a coisa para 'o chão' (...)Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas (Romanos 13:1), visto que para Ele, quem obedece na Terra será obediente no Céu. O que, porém só faz, filhos que tem ou que buscam ter semelhança com o Pai, claro.

Por isso mesmo, quando eu olhei para a foto de pai e filho e vi o “cara crachá” que são esses dois, foi que notei meu coração chacoalhar com a informação de que aquele fato, dum filho tão parecido com o pai e o pai com o filho na Terra não ser sem propósito, mas que há muito mais embutido nisso que se possa imaginar. Então a pergunta: “Irmão Fábio, para onde, ao nascer uma criança, um pai olha? “Para a cara,” ele respondeu. E para ver o quê, o pai olha para a cara da criança? “Para ver se a criança se parece com ele”, foi a resposta. Então soltei: e sabe o que isso representa? Representa que assim na Terra como no Céu, disse. Nesse instante o irmãozinho, depois dum silencio curto, mas muito significativo, como que extremamente surpreso com esse significado, esboçou umas palavras que me fez entender que ele, que esteve na minha casa papeando comigo sobre as Coisas de Deus já faz um tempinho, precisava me visitar de novo para outra conversa sobre o Evangelho. Sim, o Pai Criador não é diferente do pai criatura quando o assunto é a semelhança do seu filho com ele. Ele, o Pai Criador, aliás, não fez ao Homem com esse sentido sobre a importância de o filho ter a sua cara para ‘ter certeza’ que o guri é seu por qualquer acaso, mas para nos dizer que, se a lei vem d’Ele, há de se avaliar de que origem é a pessoa que avança os sinais que Ele dá. Captou? Além disso, sobre nos avaliarmos se temos mesmo origem n’Ele, outra coisa que nos é como um apontamento estrondoso, é o disposto em Hebreus 12; 6 a seguir, que versa que todo filho que o pai ama [dica de que há determinados filhos que o pai não ama], ele exorta, ou adverte, chama atenção. Mas que o filho que recusa a advertência não é filho e sim bastardo. E, olha, quando o Espírito Santo me disse o que significa isso de “filho bastardo”, na hora, pensando no tanto de gente que 'sai dos canecos' quando recebe uma reclamação/advertência, eu só conseguia pedir por Misericórdia repetidamente. Agora veja porquê: há nas Escrituras, Jesus dizendo que na Casa do Pai há muitas moradas/cômodos, mas como iria para a casa do pai um filho bastardo se o filho bastardo é bastardo justo por não saber quem é seu pai? Se formos considerar o que pregadores andam bradando que "Jesus já pagou o preço - e pode se considerar salvo se você arribou a mão", a conta não fecha. Concorda? Notou a gravidade do crente dado a distorcer e os que acreditam na a lei distorcida/arrogante/soberbo/autossuficiente/indisciplinado/mal educado/invasor de sinal? Lembra da má resposta que Caim deu ao Senhor, ao ser perguntado por Abel logo após assassiná-lo? Pegou ou eu preciso desenhar?

(...)E falou Caim com o seu irmão Abel; e sucedeu que, estando eles no campo, se levantou Caim contra o seu irmão Abel, e o matou.

E disse o Senhor a Caim: Onde está Abel, teu irmão? E ele disse: Não sei; sou eu guardador do meu irmão
? (Gênesis 4:8,9).

Isto posto, esteja andando para qualquer que seja o lado da Avenida, e seja você dos que já estão no Salvador ou ainda caminhando para entrar ou não na Estrada, não será se olhando no espelho e indo, dado à possibilidade dalguma má interpretação, conferir nas páginas das Escrituras que você verá se tem ou não semelhança com o Pai, não com esse Pai, mas olhando para o seu interior e conferindo se você é dos que avançam fácil os sinais.

Os pais da terra, por melhor impressão que possam causar, ou mesmo os filhos para os pais, contudo não deve ser a melhor referência do contexto aqui. Talvez por isso mesmo, ainda que não se aplique a todos, de Jesus ter dito que (...)Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim. (Mateus 10:37), mas Ele, que disse isso por Sua infinita sabedoria e conhecimento do oculto e do escondido dos nossos corações enganosos, é que deve nos servir de referência. E agora sim, que entra a necessidade de uso das Escrituras para vermos onde nos encaixamos na Sua semelhança, e não num espelho de vidro, pois somente nela, nas Escrituras, é que encontramos informações sobre quais são as Suas características, vontade, e exigências para que busquemos ter e saber se temos de fato semelhança com Ele e se somos mesmo diferentes dos que desrespeitam esses sinais, ou se de outra linhagem, raça, ou semente, se preferir.

Só te dando mais um parâmetro, sobre a rejeição de Deus desde o autor original da prática da invasão de sinal e seus soldadinhos, justo por essa atitude do pai da desobediência, que está prefigurado na pessoa de Faraó e seus iguais, sabedor da Excelência em poder que está sobre o Pai da Criação, e por isso mesmo a inveja, veja qual sempre foi o desejo do sujeitinho, o que deve te acender no mínimo um sinal de alerta, se algumas das vossas atitudes se assemelham à atitude do indivíduo, para que peça por misericórdia enquanto é tempo:

(...)Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo. (Isaías 14:14).

E aqui está a resposta do Senhor de toda Justiça *(Te proponho depois ler o texto “O que de fato aconteceu no Éden”, para que entenda tudo ainda mais claramente), sobre o resultado que aguarda o sujeito – somente te lembrando que, além de que, quando a Escritura fala de árvores ela está falando também de gente, tudo se trata duma figura, duma analogia, para que você “não viaje”:

(...)A quem, pois, és semelhante em glória e em grandeza entre as árvores do Éden? Todavia serás precipitado com as árvores do Éden às partes mais baixas da terra; no meio dos incircuncisos jazerás com os que foram traspassados à espada; este é Faraó e toda a sua multidão, diz o Senhor DEUS.
(Ezequiel 31:18).

Agora o conforto, também cabendo um autoexame:

(...)E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. (Gênesis 1:26)

Até há uma máxima popular, e bom seria que fosse assim mesmo quando o peixe é de qualidade, mas que nem sempre condiz com a realidade, que versa que “filho de peixe, peixinho é” – quando não se trata o filho ou o pai, dum “peixe fora d’água”, e o livro dos Reis concorda plenamente comigo, onde, enquanto um rei era obediente à Deus, o filho, ainda que filho legítimo, que o sucedia era um desastre em desobediência. Ou quando o pai era uma desgraça, o filho que o sucedia era um modelo de servo de Deus. Mas também é real que quando um indivíduo não é filho legitimo, mas ávido por um direcionamento na vida, e por ter um pai para chamar de seu, uma hora, e no contexto aqui isso acontecerá sempre, ele termina por ser adotado. E esta é a proposta, enquanto trazer os legítimos ou os já adotados, ou em processo de adoção, como queira, à uma reflexão antes que invadam ou intentem invadir o sinal e se acidentem, dizer que o peixe, quer dizer, o filho que quiser ser por Ele adotado, foi para isso que Ele veio fazer o sacrifício que você sabe que Ele fez. Pegou, o convite? E não é necessário que você saia desesperado/a catando uma igreja para resolver aceitar esse convite. Dá para ser exatamente aí onde você está agora, e até na hora do banho, que Ele estará lá de braços abertos para te receber, quer você esteja molhado/a ou enxuto/a, que o que vem depois vem depois.

O ditado popular “filho de peixe, peixinho é”, apesar de em certos casos ser comumente usado no sentido pejorativo da palavra, nesse contexto aqui, inicialmente, ele é única, extrema, e exclusivamente positivo. Não que, conforme o que se seguirá, mas à baixo, O Deus Pai seja um peixe e O Deus Filho seja um peixinho. Mas porque ambos são exatamente iguais por essência, e não por genética humana e aparência, como são o pai e o filho na foto que ilustra esse texto. Mas negar que há no irmão Fábio uma imensa satisfação e ampla alegria em ter um filho legitimamente tão parecido com ele, e agora o que isso representa no Reino espiritual, não me seria possível ainda que eu quisesse negar, por ter testemunhado a reação que ele teve ao me ouvir dizer em seguida da enorme semelhança entre os dois, pelo seu silencio, curto, mas ensurdecedor quando me ouviu dizer do significado disso para o Céu, o que o caracteriza com uma sensibilidade digna de observação sobre a semelhança que tem ele mesmo com o Pai celeste. Então, com o ditado popular no sentido positivo, agora é apurarmos quantos de nós pode e de fato está sendo avaliado como o peixinho modelo e não como um 'arremedo de barbatana'. Porém, agora pedindo licença ao que é legitimo, como é natural e que acontece sim, eu e você sabemos de casos em que crianças rejeitam o pai que desaprova, mesmo em tese, eu disse em tese, com a mesma genética e até aparência, mas que de conduta, pensamentos, e atitudes – e isso tem uma origem, não se engane, absolutamente divergentes, se sentindo como “um peixe fora d’água” na companhia daquele sujeito, e sonha por “ser adotada” por alguém cuja conduta lhe seja no mínimo agradável. Até que consegue ser adotada. E quando não consegue, monta ela, essa criança, assim que os ventos lhe favorecem, a sua própria família; porém não sem carregar o vazio, hora patente, hora que não sente, da falta do pai que nunca teve. Daí “surge” o sacrifício da cruz! E o vazio está prestes a ser preenchido, e preenchido com Água duma qualidade que aquele “peixe”, antes fora d’água, jamais havia experimentado.

(...)E Jesus lhes disse: Vinde após mim, e eu farei que sejais pescadores de homens.
(Marcos 1:17).

Quando a irmã Magali me contou que Jesus havia lhe dado um sonho comigo, onde eu a ensinava a pescar, isto para me dizer, digo de Jesus me dizer pelo sonho que deu a ela, que o texto a ser escrito, para o qual eu já tinha tópicos anotados e salvos mas que parado no computador, era mesmo sobre a pescaria de Homens [calma, feministas amadas, que a Bíblia sempre se refere aos dois gêneros humanos, como “Homem”], o que com isso Ele queria nos dizer, sobretudo a você que está lendo isso até aqui, era que há sim pessoas, ou peixes, de qualidade para serem pescados – esperando eu que você não viaje na maionese se perguntando ‘como pescar o peixe’, se estou chamando de peixe o homem, ou o homem de peixe, e se fora d’água o peixe certamente morrerá’, se a ideia de Deus é justamente dar vida e não matar ninguém? Sobretudo “peixes” mal da cabeça, decerto que feridos por alguém de dentro ou pelos rumores que ouvem falar do lado de fora, conforme a cabeça do peixe que ela pescava, que estava afundada, e por isso, ou volta para o mundo ou se mantém envolvido pelo mundo, não faria mesmo o menor sentido. E seria legitima a sua indagação, se não fosse o versado em 1 a Coríntios 2; 14, que diz que as coisas espirituais não são compreendidas por meio de entendimentos carnais. Entendeu? Então se ligue:

Você lembra da turma que viajava de saída da Cidade, na Avenida Paralela - que, conforme a geometria, linhas paralelas são exatamente semelhantes em distância e extensão, tamanho, se parecem muito, mas não se cruzam, não se misturam - elementos que acredito que Jesus tenha usado para dizer que não basta se parecer, nem tentar se misturar, nem dizer que anda junto, JÁ QUE NO CASO EM QUESTÃO AS DUAS VIAJAM EM SENTIDOS CONTRÁRIOS, antes tem que haver “retorno”; pois é, à parte de que eu ensinava uma mulher - no que você precisa prestar muita atenção nas mensagens que há nos ricos detalhes que O Espírito Santo nos oferece nesse sonho que deu a ela, que não à toa foi uma mulher, logo dando essa irmã como figura de Igreja/Noiva à pescar, sendo que se trata duma pessoa experiente no Evangelho, logo dizendo à Igreja que ainda há muito o que ser aprendido, na hora em que a mando, com a vara que eu lhe dei, lançar o anzol, ou melhor, os TRES anzóis juntos no meio e não na beirada do lago, você viu que ela enfim consegue pescar um “peixe bonito” porém com a cabeça machucada; você viu também que havia um rapaz que também pescava, mas que parou, conforme ela fala, para prestar atenção nas instruções que ela recebia de mim; você também deve se lembrar que ela usava uma vara também de bambu [bambu Enverga mas não Quebra e tem em Raiz muito mais do que tem em tronco] mas que não estava tendo sucesso na pescaria com a vara que usava, ainda que vara legítima, se também era de bambu e não dum material artificial; e você viu também que no meu cesto havia peixes; e que nós pescávamos num lago, e não no mar. . Lembra mesmo? Então deve ter percebido que, além de que, se Jesus pôs um homem e uma mulher a quem eu ensinava a pescar, e Ele nos chama de pescadores, e à pessoa que ainda se encontra envolvida pelo mundo chama de peixe, além dos que depois de transformados em ovelha voltaram a se envolver com ele, com o mundo, Ele está dizendo à uma porção da Igreja/nela e a uma porção do Altar/nele, que prestem atenção às orientações desse pobre servo que vos escreve [deixando claro que a Honra, a Glória e o Louvor é do Senhor] – tipo na leitura desse texto, para que você seja bem-sucedido na pescaria. Quanto às varas que usavam, apesar de também serem de bambu, não havia nenhum anzol nelas, e como você sabe, vara de pesca sem anzol, não produz qualquer resultado – logo diz que nada de pescaria sem a presença do Pai, do Filho e do Espírito Santo na ponta da vara. Menos ainda em situação onde a pescaria é mais complexa, como é pescar peixe que já foi pescado antes, logo para lá de desconfiado, “em águas fundas – como é difícil tirar a pessoa do meio do mundo”, onde você viu que eu lhe disse que lançasse os Anzóis. Mundo, que é exatamente para onde acaba indo não pouca gente que sai “ofendida” do Evangelho. Mas espera um pouco, Franco: será que você, com essa conversa dessa inicial maiúscula sempre que cita os tais três anzóis, está sugerindo que os três anzóis representem o Pai, o Filho e o Espírito Santo? E minha resposta é que SIM. E isso quem está dizendo não sou eu não, mas o mesmo Espírito que deu o sonho à essa irmã – depois dê um pulinho lá em Gênesis 40; 8. Mas sua observação não deve se limitar a isso, mas também a que ela diz que notava que NÃO havia isca nos Anzóis e que os Três estavam bem juntinhos, coladinhos um no outro, detalhes que indicam que, além de dizer que JAMAIS será possível separar o Pai e o Filho do Espírito Santo, nas pregações, também não é aceito que haja “acréscimo/enfeite” algum à Palavra pregada na Pescaria, por isso os Anzóis juntinhos, e por isso ela não via isca quaisquer nos Anzóis, e ainda assim um peixe machucado pela má experiência na pescaria anterior, e deveras já cismado com pescadores, “mordeu a isca”, se é que você me entendeu. E se entendeu, é por que entendeu também que como isca, e não à toa Ele me trouxe esse termo na interpretação, compreende-se as “toalhinhas ungidas”, as vassouras ungidas, as “7 quarta-feira ungidas”, os “montes ungidos”, a “campanha ungida”, e outros ‘raio que os parta ungido”, como se se tratasse dum Deus pobre e fraco, que carecesse da ajuda dum bando de loucos para que Sua Palavra seja aceita [Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai. (João 4:21). (...)Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente. Mateus 6:6]. Entendeu? Palavra PURA, Palavra PURA, Palavra PURA, tal e qual estavam os Três Anzóis sendo lançados NO MUNDO. Isso tudo, além de cultos, presenciais e online, de 1 hora ou mais, com 40 minutos gastos com liturgias e “oportunidades”, com somente 20 minutos para a Mensagem, como um on-line que participei esses dias [os altares precisam reavaliar isso]. Mas outra coisa que não pode passar ao largo dos nossos olhos, agora em outra vertente, eu disse em outra vertente, são as duas indicações apontadas na ausência de isca nos Anzóis, e em que ainda assim o peixe foi fisgado. Que, além da lembrança que ainda residirá nas pessoas que abandonaram a Deus e se envolveram novamente com o mundo, logo também ainda com vontade de tornarem para Ele, por isso, ALÉM DA REPRESENTATIVIDADE que há em o peixe “abrindo e fechando a boca”, como quem procura Água, o peixe veio ao “convite” dos Anzóis, alguns não virão pelo amor, mas pela dor, por isso os Anzóis nus, o que não pouca dor causa na boca do peixe onde ele gruda, e logo Três. Sacou? Isso ainda além de haver um recado bem dado a quem anda pensando que “pra fulano não tem mais jeito. Aquilo lá tá perdido”. Por isso ela pensava que o peixe que ela havia fisgado estava morto. Mas Jesus sabia que não, e mandou que o peixe desse sinal de vida, abrindo e fechando a boca, dizendo da Água que precisava. E aí, vai continuar no recuo até lá, para esperar o Outro pescador, ou vai fazer o primeiro retorno da Avenida? Mas, espera, senão esse parágrafo vai ficar muito grande, mas antes da pausa, ainda dizendo que é mesmo meio doido entender esse pessoal que desiste e leva a debandada a cabo (...)Se, tendo escapado das contaminações do mundo por meio do conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, encontram-se novamente nelas enredados e por elas dominados, estão em pior estado do que no princípio.

Mas deixa eu dar uma pausazinha, além de que João inda tá querendo lembrar, que em casos assim, de a turma passar direto por todos os retornos, e sair completamente do Salvador, que:

(...)Teria sido melhor que não tivessem conhecido o caminho da justiça, do que, depois de o terem conhecido, voltarem as costas para o santo mandamento que lhes foi transmitido.

Confirma-se neles que é verdadeiro o provérbio: "O cão voltou ao seu vômito" e ainda: "A porca lavada voltou a revolver-se na lama
". (2 Pedro 2:20-22).

E por que no cenário do sonho, que Jesus a deu para falar com peixes e com pescadores, nós pescávamos num lago, e não no mar? E a resposta é que simplesmente para nos deixar claro que não será da parte de Deus coisa nenhuma, caso algum “profeta” nos apareça dizendo que “vejo da parte de ‘Deus’ você, você e você (os três envolvidos naquela pescaria), pregando o ‘Evangelho’ pelo mundo a fora”, por isso não era o mar – língua, povos e nações, mas um lago, limitando nossa missão, somente a um povo, uma língua, logo também uma só nação. Não à toa essa mesma irmã já sonhou calçada numa sandália com as cores do Brasil, e a mim deu uma visão onde eu era Moisés, me dizendo que tenho sim, um povo sob minha responsabilidade, logo com o dever de estimulá-los a não invadirem o sinal. Mas me deixando, ou melhor, nos deixando claro que não serei ouvido por alguns, que avançarão sim o sinal. E não somente isso, mas tentarão me fazer coisa pior, se Ele me deu Moisés como figura, se sabemos que Moisés quase foi apedrejado pelos mesmos que conduzia da escravidão para a Terra Prometida mesmo diante de tantos exemplos de que Deus era na vida do profeta. Por isso era num lago, a pescaria [Eu tô aqui me lamentando por dentro, somente pensando em quantos podem ter tido uma visão assim, e correram para abrir uma igreja, quando, em muitos caso, nada terá sido sobre abertura de “trabalho” algum, e nisso acaba nascendo as doutrinas dos apetrechos ungidos de toda espécie que nós sabemos, rebaixando o poder de Deus à um pedaço de pano nojento], lago que você muito acerta se chamá-lo de Brasil, ainda que eu sequer em Dias d’Ávila, a cidade mais próxima daqui, ando pregando para ninguém, mas que não largo por nada a Vara que Ele tem me dado, que atende pelo nome de Teclado de Computador, e tem como sobrenome WatsApp meu de cada dia, mesmo com as investidas do Diabo contra mim, conforme você leu na abertura desse texto.

Sim, apesar do tempo dos reis, de que te falo mais acima, filho de peixe, peixinho é: quem tem essência tem obediência. Como o contrário também é real, dependendo da essência de quem carrega o tal filho.

Isto posto, não despreze, você que já ouviu sobre esse negócio de Salvação, e que vive por esse mundo a nadar como um peixe que vive num mar sem fronteiras, sem sinal nenhum para abrir ou fechar. Que quando se fala de Salvação logo algo de muito ruim deve estar acontecendo com quem está precisando ser salvo. E há nas Escrituras, não sem propósito, bem mais, eu disse bem mais, citações sobre a Ira de Deus do que sobre Salvação. Do mesmo modo que Jesus pregou mais sobre o Inferno do que sobre o Céu. E é bem mais pelo peixe do que pelo pescador que Ele me trouxe a escrever o que você está lendo. É tudo pelos filhos legítimos ou por adoção, e nada pelos que rejeitam a repreensão, como sabe, os bastardos. É tudo por quem busca a Sua semelhança, e nada por quem O estranha ou desobedece. (...)Pelas quais coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência; (Colossenses 3:6).

Tendo já dito a quem possa interessar sobre as questões todas anteriormente expostas, Eu até gostaria de fechar o texto versando de novo, de forma mais profunda, sobre tudo o que vem embutido no fato de o pai olhar logo para a cara da criança assim que ela nasce, com o fim de, crescida, e bem parecida com ele, esse pai faça questão de exibir seu filho, ou filha, como se a um troféu conquistado, como o irmão Fábio com seu João Pedro, mas vou ficar com a explanação da revelação que Deus me fez, sobre esse negócio de a gente, que já fomos transformados de peixes em ovelhas chamadas à pescaria, que temos que te pescar, já que você, que vive nadando num mar sem limites, ou que de lá já tenha saído e para lá tenha voltado, ainda que mar cheio de predadores, é a estrela principal aqui, o que, se sabendo que peixe fora d’água não sobrevive, decerto que a conta pode não fechar na sua matemática. Então vamos para conta do Espírito Santo: o peixe ao ser tirado do mar, pela ausência de água, ele morre em minutos. E sendo para Deus o Homem como peixe, e ele, o Homem, que vive em terra, fica claro que também morrerá por falta da Água, entendeu? Não entendeu nem com essa inicial maiúscula na palavra 'água'? Então tá, vamos ver com esse acréscimo: (...)E mostrou-me o rio puro da água da vida, claro como cristal, que procedia do trono de Deus e do Cordeiro. (Apocalipse 22:1). E agora, entendeu que a parada é uma metáfora apontando que se você não buscar Ele, o rio da Água da Vida, sua pessoa certamente morrerá – e morrerá de morte eterna com toda arrogância que o Diabo pode incutir na tua mente para que recuse o apelo e você acabe, por amor d’Ele, que me mandou aqui, ficando aí prostrado/a até o “convite” dos Anzóis - e se der tempo pra você? Se (...)Qualquer que vem a mim e ouve as minhas palavras, e as observa, eu vos mostrarei a quem é semelhante (Lucas 6:47). E então, com quem será melhor se parecer, com O da ESSÊNCIA ou com o da decadência?

Não escolha também você, avançar tão grande sinal.

Ah, e sabe o pessoal da “teoria da evolução”, que diz que o Homem evoluiu a partir do Macaco – mas, se isso foi assim, o que os macacos ainda estão fazendo no Zoológico eu não sei. Pois é, me permita essa provocação, à essa turma: como é que faz para transformar um peixe numa ovelha? Mas se não souberem responder, os sugiro pegar a fórmula com O Deus do Homem que vocês acreditam ter perdido d’Deste a semelhança, para se tornar “substituto da macacada”. O problema é, eu sei, a autonomia de nado da ovelha frente ao peixe; daí a ovelha, concordo, se depois de ser peixe e feito ovelha, resolver voltar para o mar fatalmente morrerá, vencida pelo cansaço e o chacoalhar das ondas, com isso eu também concordo. Mas, será que isso Darwin explicaria? Ah, pensando aqui no tanto que O Mestre curtia as metáforas, sabe doutra coisa que me lembrei, falando em ovelha? Tú sabia, agora falando com a cristandade, que ovelhas são somente as espécies fêmeas e adultas? Pegou a mensagem? Serio que entendeu que, se somente as adultas e fêmeas são consideradas ovelhas, isso quer dizer as que geram, que tem capacidade de aumentar o rebanho? Não? Não vá me dizer que eu vou ter que te dizer, que o que eu quero dizer é que uma vez feito de peixe uma ovelha agora a ovelha tem que passar a pescar, e não voltar para o mar. Toma tento!

(...)Quão formosos são, sobre os montes, os pés do que anuncia as boas novas, que faz ouvir a paz, do que anuncia o bem, que faz ouvir a salvação, do que diz a Sião: O teu Deus reina! (Isaías 52:7).

Ah, entretanto, porém, todavia, já que falamos de pescaria:

(...)O reino dos céus é semelhante a uma rede lançada ao mar, e que apanha toda a qualidade de peixes.

E, estando cheia, a puxam para a praia; e, assentando-se, apanham para os cestos os bons; os ruins, porém, lançam fora.

Assim será na consumação dos séculos: virão os anjos, e separarão os maus de entre os justos,

E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes
. (Mateus 13:47-50).

Entendeu agora, a importância de À Quem a gente deve buscar ser semelhante? Mas, lembra de Abraão, citado logo lá em cima, da pregação do evangelista Natanael Balé? Pois é, tudo porém, vai depender de com qual nível de fé!

Jesus é bom!!!

Antônio Franco Nogueira – a serviço do Reino eterno

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'(...)Vede quão grande amor nos tem concedido o Pai, que fôssemos chamados filhos de Deus' (1 João 3:1), '(...)Não como Caim, que era do maligno' (1 João 3:12). Na Foto, Antônio Franco Nogueira - à serviço do Reino eterno. Foto: Mõnica Nogueira Franco
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