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Antonio Franco Nogueira

'(...)Eis que farei de ti um trilho novo, que tem dentes agudos; os montes trilharás e moerás; e os outeiros tornarás como a pragana'. (Isaías 41:15) Imagem ilustrativa - Google
'(...)Eis que farei de ti um trilho novo, que tem dentes agudos; os montes trilharás e moerás; e os outeiros tornarás como a pragana'. (Isaías 41:15) Imagem ilustrativa - Google

Sempre digo que via de regra não escrevo um texto sem que antes Jesus me aponte qual será o tema. Sim, um ano ficando para trás e um novo começando, o que porém Ele vem nos trazendo de informação sobre isso, vamos saber com a leitura do texto. Se te interessa saber da verdade. E se você não é novo/a por aqui, já deve ter notado que, pelas curvas, creio que sem derrapagem, em cada viagem que eu e você temos feito, desde a saída até a chegada, apesar das imprevisões durante todo o trajeto, jamais poderia ser mesmo um homem mortal na direção do teclado. Como notaremos juntos que acontecerá na viagem de hoje, assim espero, cujo mapa com as surpresas reservadas para o trajeto a ser seguido mais uma vez me foi entregue para que eu viesse aqui te contar – e ai de mim que não te conte, com vistas a te advertir, e a tantos quantos dos participantes do mesmo curso chegarem até aqui, antes que alguém saia da estrada, ou dos trilhos, se acidente e então não complete a jornada.

(...)O Senhor, pois, é aquele que vai adiante de ti; ele será contigo, não te deixará, nem te desamparará; não temas, nem te espantes. (Deuteronômio 31:8).

Porém, numa viagem de caravana por uma estrada estreita (ou seria Caminho estreito?), principalmente, claro que, quem vai atrás somente não dá com os burros n’água se o sujeito se der por avisado por quem vai adiante assuntando o caminho. Que doutro modo, de nada adiantaria quem vai acima voltar para avisar ao viajante duma ponte caída logo à frente. Se é que você me entende. Mas se não entende, recebe aí o tanto que te couber, que é O mensageiro de Quem vai adiante, que não sou eu, que está dizendo que (...)Certamente o Senhor DEUS não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas. (Amós 3:7).

Na verdade, diante de questionamentos feitos por mim, a mim mesmo, sobre se de fato sou a pessoa certa ou minimamente digna de fazer esse trabalho cabido somente a quem se sente seguro e devidamente integro para a tarefa e a devida consciência de a Quem se está representando, eu tenho sentido um tamanho marasmo d’álma, que mesmo com a alegria que sempre sinto quando escrevo estas mensagens, vinha me tirando a vontade de continuar escrevendo o texto – visto que havia o parado somente com os dois parágrafos acima, mas ao recordar do compromisso a as contas a prestar, sobre meus ombros, posto ter sido a mim que Ele visitou, me contando, para que eu te contasse, como já disse, da erosão na estrada logo adiante, ainda que eu viesse me sentindo como já te disse, e despertado para a responsabilidade que carrego sobre se o bem ou o mal será o que pode alcançar tua alma se o aviso não chegar a tempo até sua pessoa, mais que depressa corri pro teclado.  Além de que Ele, me vendo me fazer perguntas sobre se deveria mesmo ser a minha pessoa a te dar esses recados, me visitou com um sonho onde não lembro se duas ou três mulheres, pediam água no meu portão, sendo que eu dizia ao meu colaborador doméstico, que dispensasse as mulheres, posto que a geladeira estava quebrada. Onde então noto as mulheres já tomando água – que me vinha ao espírito que se tratava de água bem fresca, perto de gelada, porém não no portão, mas dentro dos muros, na varanda da casa. Quando muito me alegrei ainda dentro do sonho, haja visto que a revelação aponta que ainda que eu me sinta inapto, ou inabilitado para essas missões, Jesus me diz que eu tenho água d’Ele para dar – por isso não era da minha geladeira, o que indica que nunca deve vir de homem algum a mensagem, mas sim d’Ele, por isso era água fresca, que não à toa não provinha da minha geladeira, era água fresca porém natural, porém estava não fora, mas dentro da minha casa, e na minha casa [significa a minha pessoa, dentro de quem Ele mora] as mulheres matavam sua sede. E por que estou te contando isso? Para que você não rejeite a Água que te servirei aqui, para gloria de Deus, que a mim, que já fui avisado do meu tempo chegando, somente a graça e as muitas misericórdias d’Ele me bastam. Aliás, na mesma noite, noutra fase do sonho, eu me vi entrando num elevador, onde eu colocava umas malas - era um elevador de serviço, e acaba o sonho eu vendo a porta se abrir no piso da cobertura do prédio. Então claro está, que eu já estou de subida [recolhimento da minha pessoa – para os que me odeiam não vibrem ainda, que ainda me resta um tempo], e que eu chegarei lá em cima, levando bagagem – por isso as malas, por isso a Cobertura, acima do que não há mais andar algum, e por isso era um elevador de S e r v i ç o. logo, se você acredita nos sonhos proféticos e tiver juízo, não desprezará o que eu, a serviço do Reino eterno, estarei fazendo no que se seguirá, tendo cuidado de estar atento/a à possibilidade de o Espírito Santo estar tentando falar com você, no tanto que te couber, devido a não haver lugar algum para crente parasita no Reino de Deus.

(...) A ti, pois, ó filho do homem, te constituí por atalaia sobre a casa de Israel; tu, pois, ouvirás a palavra da minha boca, e lha anunciarás da minha parte.
(Ezequiel 33:7).

Tomando por base a passagem bíblica aí acima, somado a tudo mais que já me foi dado a entender que o meu ministério não tem como objetivo principal pregar para o povo “cego”, “surdo” e “mudo” que ainda se encontra no mundo, mas para o “cego”, “surdo” e “mudo” supostamente já convertido, esperando aqui que você tenha percebido que é ao sentido espiritual da palavra que me refiro do cego, surdo e mudo, enfim me dei conta que não, não era ao indivíduo comum que Jesus se referia nas duas visitações que me fez, e sobre as quais é que te apoquento o juízo na abertura do texto com a conversa do viajante que pode dar com o burro n’água, se não quiser ouvir o aviso de quem vai adiante da caravana, somente não vá cometer o erro de, por não estar vendo à sua vista o resultado imediato do trabalho que você tem feito para avanço do Evangelho, ou você que nunca pisou os pés numa “igreja”, entender que não é contigo que Jesus estará falando aqui, o que você repensará, quando avaliar quais pessoas viajam, viajaram, viajarão ou viajariam num trem, e quais tipo de pessoa hoje se encontra aprisionada nas cadeias. Mas aguenta aí, que por falar em trem, em quem jamais pisou numa igreja, e em quem ainda não se apercebeu do cuidado que Deus tem por suas almas, me ocorreu de te falar dum certo pregador, segundo contam, que teve sua Bíblia arrancada de suas mãos e jogada pela janela dum trem. Muito triste por Deus ter permitido que aqui acontecesse com ele, já que ele estava pregando a Sua palavra, e por causa da experiência, desiludido, tendo desistido “de ser crente”, depois de aceitar o convite dum irmão que estava preocupado com a sua desistência, para ir com ele a um culto onde haveria um homem dando um testemunho muito forte, foi surpreendido com o sujeito do testemunho contando que, rejeitado pelos familiares, e muito arrependido de ter se envolvido com o crime e com as drogas, e tendo decidido dar fim à própria vida, se viu dissuadido do intento de se suicidar, por uma Bíblia que alguém havia arremessado pela janela dum trem, ali jogada ao lado dos trilhos sobre os quais ele pretendia se deitar para esperar a morte. Lá na frente, perto do púlpito, o homem dizia o nome do dono da Bíblia escrito por detrás de sua capa, e na nave da igreja, o irmãozinho, que tentou pensar como Deus pensa, e agir como Deus jamais agiria (desistir não faz parte do Seu vocabulário), desabava em pranto. Então, antes de seguirmos, aqui temos lição para uma e para a outra pessoa, para quem se desilude da vida na carne – e por conseguinte desiste também da alma, e para quem tenta pensar como Deus pensa, e então, naturalmente desapontada, torna-se passiva de passar essa vergonha diante do Espírito, e por que não dizer, também diante da irmandade. Nesse caso, porém, ainda bem que a tempo.

Mas, o que me faz entender que não terá sido por mero acaso que Jesus me visitou trazendo no meu sonho esse exato meio de transporte, são as muitas ocorrências envolvendo trem e o Evangelho. Como matéria publicada num jornal inglês, o The Guardian, cuja manchete “Passageiros entram em pânico após homem ler a Bíblia em trem de Londres”, que nem de longe traduz o grito que Jesus Cristo dá aos ouvidos surdos, que insistem em não Lhe escutar. No subtítulo, da publicação, lê-se que “Pessoas ficaram apavoradas com passagens da Bíblia lida em voz alta. Estações foram paralisadas e a polícia acionada”, mas nada disso chamou a atenção que devia ter chamado àqueles que, pensando se tratar dum terrorista, e que o pregador trazia uma bomba na mochila que carregava, somente queriam salvar suas vidas, nem que por apenas um instante, se ao pularem pelas janelas dos vagões, por muito pouco não foram eletrocutadas, conforme a matéria. "Senhoras e senhores, gostaria de falar com você sobre algo... (...) Jesus Cristo. Ele está aqui para curar seus pecados. A Bíblia diz que a homossexualidade é pecado e sexo antes do casamento é um pecado. Você precisa se arrepender”, conta o inglês Ian O'Sullivan, 42 anos, um dos passageiros do trem. Mas o problema não aconteceu por causa da repreensão ao homossexualismo e ao sexo fornicário, mas sim quando os passageiros ouviram o pregador dizer que “a morte não é o fim”. Pronto. Foi um tudo [menos Deus] nos acuda. Embora, ainda conforme a matéria, “o motivo para o desespero generalizado ainda seja uma incógnita, os indivíduos forçaram as portas do trem para sair de lá o mais rápido possível.

Mas, como assim “uma incógnita”? O que aconteceu, senhores do The Guardian, FOI que o servo de Deus pregou sobre o conteúdo dum livro que apesar de ser o mais vendido e lido do mundo, ainda muita gente, e notadamente os passageiros do dito trem, o desconhece. Simplesmente isso.  Mas o cerne da “incógnita” está em que, sim, claro, não reagiram como reagiram aquelas pessoas, por que elas não queriam se tornar em picadinho de carne humana pelas mãos dum louco qualquer, mas pelo pavor que o próprio Deus levou à suas mentes, para numa próxima oportunidade em que alguém lhes pregue que “a morte não é o fim”, elas entendam que é uma oportunidade não de morte que estarão vivendo, mas de vida que Jesus, por meio dos Seus servos, estará lhes dando. Quando ninguém pulará pelas janelas de trem algum, antes embarcarão num, e farão tranquilos a viagem. Ah, tá, talvez nem tão tranquilos assim, lembrando aqui do trem que me foi mostrado em duas visitações que Jesus me fez, e motivo pelo qual eu vim aqui papear contigo hoje. Até te peço que se ajeite aí que vou te contar tudo, mas antes de te dizer o que fala a interpretação de cada uma delas, a gente vai refletir junto em alguns momentos bíblicos que se analisado com o devido carinho, é de fazer a pessoa, numa situação daquela vivida por aquela turma do trem na Inglaterra, mesmo diante duma experiência real da explosão duma bomba, se considerado o que está por vir, que logo mais te contarei, e o que já está acontecendo, agora aqui, noutra vertente, conforme me foi revelado, não saltar pela janela dos vagões, mas se acomodar quietinho/a no seu acento e almejar por vir abertas as janelas do Céu para lhe receber.
Na fase 01 da visão, eu notava dois trens viajando por dentro do mar, um do lado do outro; eles iam margeando a praia, porém nem tão perto e nem tão longe dela. A água dava no meio dos vagões, beirando as janelas. De repente eu percebo algo tipo um polvo grudar na cara da locomotiva de um dos dois trens, quando me é trazido à mente que aquilo se tratava dum parasita, no mesmo tempo que também me é informado pelo espírito, que o parasita havia grudado na cara dum homem e que aquela locomotiva era na verdade uma pessoa. Nesse momento, com a minha mente recebendo de novo a informação de que o que eu estava vendo era um trem de passageiros, vejo os vagões, por influência do parasita grudado na frente da locomotiva, capotarem todos, com o trem seguindo viagem como se nada tivesse acontecido. Desesperado, preocupado com as pessoas por vir que logo, logo, a água tomaria todos os vagões, pensando que o maquinista não havia percebido a situação e por isso seguia viagem arrastando os vagões deitados daquele jeito, e tentando adverti-lo, percebo que também a locomotiva viajava dentada tal e qual os vagões. Achando muito estranha a situação, dirijo o olhar para as janelas, na esperança de que as pessoas buscassem sair por elas para, quem sabe, se não estava tão longe da margem, salvarem suas vidas. Mas nada. Nenhuma cabeça sequer, nem grito algum eu vi ou ouvi. Nesse momento meu coração se encheu de esperança de que o maquinista buscasse levar o trem para algum RECUO nalguma paria e enfim salvar aquelas pessoas que eu não avistava, mas que sabia que estavam lá. Nesse momento me é trazido ao espírito, que havia uma família, pai, mãe, e uma ou duas crianças, que estavam com sede, e então enfim noto que o maquinista encosta o trem num RECUO, e aparece andando sobre a locomotiva deita, com água para dar de beber àquela família.

E na fase 02 eu vejo muita gente defronte dum presidio, que eu não consigo visualizar, me parecia que ali para visitarem pessoas que estavam presas. Era muita gente. Então me chama atenção que estavam todos sem máscara, e penso no perigo de contaminação demasiado alto. Nesse momento, quando me aproximo, acho que para orientá-las, ou organizá-las, me é trazido ao espírito a nação australiana, e que alguém ali me reconhece como a uma pessoa muito importante. Nessa hora me vejo preocupado em eu não me contaminar. E finda a visão.

Olha, eu preciso que você esteja muito atento/a ao que está lendo e ao que se seguirá, tendo na mente que o sonho das pessoas em frente ao presidio e a visão do trem são um a panela e o outro a tampa, tudo porem por amor de Deus por você. Então...
Você já deve ter ouvido a frase “a todo vapor”, seja para ilustrar alguém que está fazendo muito sucesso na carreira, seja nos negócios, ou seja lá no que for que alguém esteja supostamente “mandando muito bem” no que estiver fazendo. E você se lembra daquelas pessoas que, por medo de subirem pelos ares nas assas duma bomba que as explodiriam, conforme temeram, entraram em desespero por isso, quando na verdade era uma oportunidade que elas estavam tendo e desperdiçando para que morressem jamais a morte definitiva, mas que, muito provavelmente, por ignorância espiritual e pelo imediatismo quanto ao que é perecível, secular, correm o risco de novamente desperdiçarem tamanha oportunidade de terem não garantida uma passageira mas sim uma vida com a abundancia que nem nós mesmos que em tese conhecemos a Verdade, mesuramos precisamente, reconhecer é preciso. E o que faz acontecer assim? Em não poucos casos, a recusa ao reconhecimento de que não podemos nada e dependemos em tudo do ÚNICO Deus que tanto quer nos abraçar, sem se dar conta da loucura que se está cometendo com pensamentos tolos, que leva pessoas à experiências tipo aquela.  

Eu até que gostaria de não ser tão crítico, mas diante dum jornal constituído por pessoas ditas tão inteligentes, que abre um editorial da época natalina que dizem ser do Cristo de Deus, dizendo que: "É inevitável refletir - O final de ano, mesmo para os mais céticos, é um momento que provoca reflexão. No ano de 2020 é particularmente inevitável pensar o que poderia ser diferente em nós e no mundo. Em 2020, ficou escancarado que o capitalismo é um sistema em colapso, que está avançando sobre a vida e o planeta de forma insustentável e (literalmente) doentia, especialmente sobre grupos mais pobres e vulneráveis. Com mais de 1,5 milhão [na verdade já são quase 1,8 milhão] de vítimas, a covid-19 nos mostrou o quanto a desigualdade social, nosso modelo de alimentação, a privatização de serviços essenciais como a saúde e a precarização do trabalho precisam ser revistos com urgência", sem que, contudo, já que a chamada é à reflexão, uma única linha tenha sido reservada à Quem de fato deve-se dirigir, sobre a permissão d’Ele à tudo isso, já que Ele diz que não tem prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta, que está tentando chamar ao mundo a sua atenção, sem que o mundo o ESCUTE. Jornal que “intercepta” quase tudo, somente não conseguindo interceptar, ou captar, a mensagem do “amado Mestre”. Mas, e por quê esse jornal, caso você se pergunte. Ao que eu te respondo que por nada, somente por ser ele um modelo que em tese representa tanta gente e seguimentos, que quando o assunto é o Criador, os que o fazem tentam tapar o sol com uma peneira e resultam em presas fáceis para Satanás sem se aperceberem que estão viajando no trem não da alegria, mas sim no da morte, enquanto Jesus Cristo anseia por dar a cada uma dessas pessoas a oportunidade de falarem em nome d’Ele, ao povo d’Ele, recebendo por isso um dia o justo jornal [salário, que é o significado dessa palavra, se você não sabia]. O que vai acontecer depois, se a coisa no mundo continuar assim, só Deus é quem sabe, mas dado a exemplos espalhados pelas Escrituras, envolvendo coisas afins, presumir não é muito difícil. E não, eu não saí da estrada não, apenas quis dar uma pincelada na soberba de gente que, somente por supostamente representar “a voz do povo”, e pensar que sabe e pode tudo, se faz de detentor da verdade, quando dão exemplo de que não passam dum bando de tolos. Até pensei numa breve discorrida sobre o celeiro da presunção de poder, que atende por Política Partidária, ou os que à fazem, que sobre a pandemia, ainda que isto lhes fosse permitido interferir, NADA tem tentado fazer, ou fariam de efetivo à parte do envolvimento em corrupção, aos que couber, aos quais alertas de que também o trem em que viajam tem andado fora dos trilhos, não lhes tem faltado, mas dexa-keto.  

Era um elevador de carga, e as malas eram muitas, coisa de três a cinco, muito incomum para uma pessoa só levar numa viagem. O que deixa claro também que, como naturalmente se diz duma pessoa de difícil relacionamento, que se trata a dita-cuja duma “mala”, e em outros casos, quando se trata duma criatura de difícil penetração, o chamamos de “mala-sem-alça” numa referência a que se trata dalgo difícil de carregar, e se considerado que jamais foi fácil duma pessoa atingir o sucesso sem contenda quando ela exorta (adverte) outra, ainda mais quando se trata de dois professantes da mesma fé, por incrível que possa parecer, é claríssimo para mim, se, agora na vertente contraria, haviam muitas malas e a revelação diz que eu estarei subindo com MUITA bagagem, isso também indica que quem tem sido exortado por textos como esse, ou mesmo pessoalmente, enquanto torce o nariz para mim, se fazendo duma mala, ou ainda duma mala-sem-alça, a criatura acaba por agregar dividendos a me ser convertido como galardão, pelo trabalho duro, quando eu desembarcar na Cobertura do prédio. Mas a minha vontade é que você não venha a ser uma dessas pessoas, antes que tu sejas uma benção também quando é advertido/a do perigo, pouco me importando que, não tornando difícil o meu trabalho, me seja agregado pouco em galardão pelo pouco esforço no teu caso, mas sim pelo resultado dele, consciente que se deve estar, de que (...)Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija? Mas, se estais sem disciplina, da qual todos são feitos participantes, sois então bastardos, e não filhos. (Hebreus 12:7,8). Então vem cá:

Já viu falar de, ou conhece alguém, digo dum mortal, que se atrevesse a dar um conselho à Deus? Não? Pois é, eu tanto já ouvi falar quanto conheço um, sendo que nos dois casos trata-se da mesma pessoa. E você, para o caso de sua resposta ter sido negativa, certamente que me apontaria um, se fosse costumeiro/a na leitura atenta das Escrituras. Aliás, quando me deparei com a situação, a língua me tomou e “os glórias” pularam da minha garganta quase que sacudindo o telhado, acho que até assustando os vizinhos. Quer ver, apure:

(...)Disse mais o Senhor a Moisés: Tenho visto a este povo, e eis que é povo de dura cerviz.

Agora, pois, deixa-me, para que o meu furor se acenda contra ele, e o consuma; e eu farei de ti uma grande nação.

Moisés, porém, suplicou ao Senhor seu Deus e disse: Ó Senhor, por que se acende o teu furor contra o teu povo, que tiraste da terra do
Egito com grande força e com forte mão?

Por que hão de falar os egípcios, dizendo: Para mal os tirou, para matá-los nos montes, e para destruí-los da face da terra? Torna-te do furor da tua ira, e arrepende-te deste mal contra o teu povo.

Lembra-te de Abraão, de Isaque, e de Israel, os teus servos, aos quais por ti mesmo tens jurado, e lhes disseste: Multiplicarei a vossa descendência como as estrelas dos céus, e darei à vossa descendência toda esta terra, de que tenho falado, para que a possuam por herança eternamente. Então o Senhor arrependeu-se do mal que dissera que havia de fazer ao seu povo.
(Êxodo 32:9-13).

Há um principal motivo de eu estar te trazendo essas coisas. E é que você, que espero que não esteja se fazendo perguntas tolas, como a de como se justificaria Deus, sendo Ele todo Poderoso, único Onisciente e Onipresente, “se arrepender”, reflita se é lúcido desperdiçar ter experiência como a que você acabou de ver que Moisés tinha com Ele. E para a pergunta de que, como você alcançaria tal confiança, sendo você um pobre homem/mulher, eu te asseguro que, salvando a devida proporção, é sim possível, e eu sou prova viva disso. Aliás, não será demais dizer que Jesus já me deu uma visão, onde eu era um tipo de Moisés – na visão eu via a imagem de Moisés na minha pessoa, ou da minha pessoa na imagem de Moisés. Creia você ou não. O que é o mesmo que Jesus estar me dizendo que há um povo sobre meus ombros – mas me mandando crer sem contender nesse negócio. E certamente que o Deus que fez promessa à Abraão, e à estendeu à Isaque, e depois à Jacó, no momento em que viu acesa a Sua ira, e intentou matar todo o povo por causa da dura cerviz, do coração duro, fez promessa à Moisés, caso ele não insistisse em rogar pelo povo que O estava irritando, que faria dele também uma grande nação, e isso justamente por ter visto em Moisés seu coração chorar por amor àquele povo ainda que tão rebelde, que não era povo dele, mas do Criador [já ouviu falar, que ‘quem a boca do meu filho beija, a minha adoça’?, pois é] e aquilo não está escrito por acaso qualquer, posso te garantir. Então cabe até dizer que, com a visitação cuja revelação você deve estar ansioso/a por saber, se é que está, arrisco afirmar que, pelo conteúdo e a quem se destina a interpretação, se considerado minhas insistentes e ininterruptas orações, no sentido diário da palavra, pelo povo – e eu entre todos, desde o crente que leva o Evangelho a sério, ao crente distraído, passando pelos que brincam de ser crente, aos que desistiram, e os que pensam em desistir, para que Jesus os dissuadam de tal loucura, mas também pelo indivíduo que nunca olhou para Cima, reconhecendo a sua miserabilidade frente à força e o poder de Deus, pedindo que sobre TODOS, para que tomemos consciência dos nossos erros venha mais do Espírito Santo, desde mais a quem já O tem, à um tanto d’Ele sobre quem ainda não O recebeu ou não O reconhece, tudo afim de que sejamos como afago para o coração, cores para os olhos, música suave para os ouvidos, e aroma agradável para as narinas do nosso Criador, é por isso, que Ele me visitou e tem visitado, com os enigmas quais você já conhece, para que quando Ele desvelar o mistério, fique claro donde vem a preciosa informação. E cabe você guardar que, quando intercedemos por outros, a graça cai primeiro sobre o intercessor. Só não é, via de regra, através de nada material, mas espiritual. Até já me vi flutuar numa visão, em que eu orava por um grupo de pessoas à minha frente, sem que ninguém percebesse o que se passava comigo, mesmo elas estando a poucos metros de mim. Ficando claro a ausência de espiritualidade naquela turma por quem eu orava, mas, importando, porém, que Jesus nos mostra com isso, que quando você pede por alguém, você é o primeiro a receber. E não, aqui também eu não saí da estrada, mas contando isso para incentivo a você, e para honra, gloria e louvor à Deus. Até as vezes que alguns dos meus me chamaram de “falso profeta” por me virem “bater na mesa”, diante da distração demasiada dalguns, ou ainda por ser um homem, logo falho, aconteceu e quem sabe ainda acontecerá, se as Escrituras continuam atuais, para gloria de Deus [E outros experimentaram escárnios e açoites, e até cadeias e prisões. Hebreus 11:36]. Meu filho, porém, de 40 e não de apenas 5 aninhos, já avô quase um avô, mesmo com as duríssimas exortadas que as vezes lhe dou, me chama de profeta de Deus. Acho que é Jesus que faz ele me dizer isso, para amenizar minha dor, pelas “bofetadas” que vira e mexe recebo na cara, vindo dos meus. Então, se você está vindo ou se já está por cá, ponha tuas barbas de molho, que é assim mesmo. Não vá fazer como o irmãozinho da Bíblia jogada pela janela do trem, que Deus estará sempre no controle. Mas vamos adiante.

Talvez por estar com sua vida “a todo vapor”, sendo crente ou ainda não, e menos ainda caso não, você ainda não tenha percebido que de Deus não se deve duvidar. Se Ele está te chamando e te entregando uma tarefa, ela deve ser aceita. E não somente aceita, mas cumprida, ainda que as condições nãos nos pareçam favoráveis. E isto por que não iremos sozinhos. Ele irá sempre à frente [O Senhor, pois, é aquele que vai adiante de ti; ele será contigo, não te deixará, nem te desamparará; não temas, nem te espantes. Deuteronômio 31:8]. Ainda que você, já que é trem a temática dada pelo Espírito, se veja arrastando a locomotiva de trás (há tens que viajam com duas locomotivas, uma à frente e outra que vai após o último vagão - se você nunca viu), confie, e não pare. Siga adiante. Isso, de a locomotiva de trás atrasar sua viagem, pode acontecer. Como um crente à que Jesus deu uma missão especial, que sonhou que via a locomotiva de trás virar de lado, sem descarrilhar, e ele, ao ver que o trem passou a andar mais devagar, por estar tendo que arrastar aquele peso todo que havia caído fora dos trilhos e deitado na areia, tentou avisar da situação ao maquinista, quando ouviu de mim, que o sonho que ele teve, era Jesus o avisando que ele teria problema espirituais com sua esposa, mas que ele deveria seguir viagem – seguir com o ministério, a arrastando, o que não seria uma tarefa fácil, por isso a locomotiva, além de fora dos trilhos, era vista deitada na areia, porém sem ter-se descarrilhado. O que indicava que ele, que certamente sentiria baixar o rojão da caminhada, não deveria deixa-la para trás. E como você está vendo, Jesus muito nos orienta por sonhos, ainda que alguns resistam. E para o caso de você, se incrédulo dos sonhos, ou se mulher, estiver me perguntando, do que me garante que é a mulher a locomotiva caída, e não o irmão que sonhou, te garantindo que eu não sou louco de brincar com as coisas de Deus, somado a que, conforme Gênesis 40; 8, é d’Ele que vem a interpretação, e não de mim, nem de homem nenhum jamais virá, esse texto talvez te responda: (...)Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão. (1 Timóteo 2:14). Ah, mas, e nos casos em que a mulher é bem mais crente do que o marido, caso você insista, e a minha resposta é a de que, se fosse o caso de Jesus estar falando a ela e não a ele, que ela teria que arrastá-lo durante a caminhada, a locomotiva a ter caído seria a da frente, enquanto a de trás [a esposa], se manteria nos trilhos, o empurrando. Simples assim. E de fato, pelo que é de meu conhecimento, apesar de ser uma companheira bem presente, no que tange ao espiritual, essa esposa dá um trabalhão enorme para esse pobre servo de Deus. O que não quer dizer que não haja esposas, e não poucas delas, de pé, nos trilhos, tendo que empurrar não poucos maridos caídos e deitado na areia, o que torna o trabalho mais árduo, para os caminhos de Deus, que seja somente à base de oração. Aqui até pensando que não terá sido à toa que Jesus me trouxe à memória esse episódio, mas sim porque quer falar com algum varão ou varoa. Mas vamos para os finalmente. Porém antes Jesus te manda meditar bem calmamente nas passagens logo aí à baixo, tipo como quem come uma comida bem gostosa e deixa no canto do prato a melhor parte “da mistura”, ou àquele/a que come um sorvete somente lambendo, morto/a de pena que acabe logo. Vem:

(...)Então respondeu Moisés, e disse: Mas eis que não me crerão, nem ouvirão a minha voz, porque dirão: O SENHOR não te apareceu.

E o Senhor disse-lhe: Que é isso na tua mão? E ele disse: Uma vara.

E ele disse: Lança-a na terra. Ele a lançou na terra, e tornou-se em cobra; e Moisés fugia dela.

Então disse o Senhor a Moisés: Estende a tua mão e pega-lhe pela cauda. E estendeu sua mão, e pegou-lhe pela cauda, e tornou-se em vara na sua mão;

Para que creiam que te apareceu o Senhor Deus de seus pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó.

E disse-lhe mais o Senhor: Põe agora a tua mão no teu seio. E, tirando-a, eis que a sua mão estava leprosa, branca como a neve.

E disse: Torna a por a tua mão no teu seio. E tornou a colocar sua mão no seu seio; depois tirou-a do seu seio, e eis que se tornara como a sua carne.

E acontecerá que, se eles não te crerem, nem ouvirem a voz do primeiro sinal, crerão à voz do derradeiro sinal;

E se acontecer que ainda não creiam a estes dois sinais, nem ouvirem a tua voz, tomarás das águas do rio, e as derramarás na terra seca; e as águas, que tomarás do rio, tornar-se-ão em sangue sobre a terra seca.

Então disse Moisés ao Senhor: Ah, meu Senhor! eu não sou homem eloqüente, nem de ontem nem de anteontem, nem ainda desde que tens falado ao teu servo; porque sou pesado de boca e pesado de língua.

E disse-lhe o Senhor: Quem fez a boca do homem? ou quem fez o mudo, ou o surdo, ou o que vê, ou o cego? Não sou eu, o Senhor?

Vai, pois, agora, e eu serei com a tua boca e te ensinarei o que hás de falar.

Ele, porém, disse: Ah, meu Senhor! Envia pela mão daquele a quem tu hás de enviar.

Então se acendeu a ira do Senhor contra Moisés, e disse: Não é Arão, o levita, teu irmão? Eu sei que ele falará muito bem; e eis que ele também sai ao teu encontro; e, vendo-te, se alegrará em seu coração.

E tu lhe falarás, e porás as palavras na sua boca; e eu serei com a tua boca, e com a dele, ensinando-vos o que haveis de fazer.

E ele falará por ti ao povo; e acontecerá que ele te será por boca, e tu lhe serás por Deus.
(Êxodo 4:1-16).

Lembra que eu te falei que eu já fui chamado (loucamente) de falso profeta? Pois é. Mais uma vez invocando a necessidade de gurardar-se a devida proporção, como foi com Moisés aconteceu comigo, quando no início da minha conversão ao Evangelho comecei a observar que eu estava entendendo os enigmas nos sonhos. Antes Jesus fez se cumprir na minha própria casa os sonhos que Ele estava me dando, desde os que envolviam meus negócios, aos que diziam respeito à minha saúde, ou que envolviam pessoas próximas, como foram os sonhos me dizendo de forma enigmática, como sempre acontece com sonhos proféticos, que recolheria minha sogra, o que eu reportei à família, como de fato a recolheu ainda muito nova, para então eu entender que tudo aquilo era para que eu acreditasse que era Ele vindo a mim, porém não em meu próprio e único favor, mas por uma missão que seria posta sobre meus ombros. Isso posto, sobre os versos em Êxodo 4, observou Moisés temendo que duvidassem que foi Deus que apareceu a ele, no início do capitulo? Notou que o Criador Altíssimo, dando amostras a Moisés de que Ele faria maravilhas através da sua pessoa, digo da pessoa de Moisés, nos versos onde você leu da cobra sendo transformada num cajado, e da sua mão se tornando leprosa e imediatamente voltando ao normal? Então você notou também, Moisés, mesmo depois de tantos exemplos de que ele não estaria sozinho, ainda assim duvidou e tentou dissuadir o Pai de enviá-lo, sugerindo que Ele tomasse outra pessoa para a tarefa? Notou? Muito bom. Então você não passou batido/a de que ali está registrado que a ira de Deus se acendeu contra Moisés, e que aquilo aconteceu por que Moisés deu amostras de que ele estava pensando que seria ele e não o Espírito Santo que faria as maravilhas, ou passou? Legal. E, claro que você imediatamente se lembrou de que se você não gosta que ninguém duvide de você, então certamente que com Deus não seria diferente, ou seria? Eu estou aqui me coçando todo somente torcendo que você tenha percebido também que, enquanto Moisés se afligia com a tarefa que lhe estava sendo desenhada para que desse conta, Jesus articulava um ajudador para suprir as faltas com que ele contava, que era a dificuldade com as palavras, conforme no verso 10 – o que não compreende quem invoca Atos 7; 22, que diz que “Moisés era poderoso com as palavras”, entendendo o contrário disso, quando em Atos e que quer dizer é que Moisés tinha poder [de Deus] no que falava. Logo a tarefa que está parada em tuas mãos, está estacionada porque você, sem se aperceber que com isso sua nobreza está dizendo que o Senhor “mande outra pessoa” fazer o que Ele quer que você faça, escancarando que isto é por você não ter acreditado que virá de d’Ele a providencia para que tudo se arranje, e também não se deu [até esse texto], por apercebido/a de que com isso ainda provoca contrariedade no Pai. Se ligue. Ah, claro que se você meditou nas passagens como Jesus te mandou, você também vibrou com o que diz o versículo 16, ou não? Não?. Então veja que maravilha aguarda todos que se dispõem a cumprir o mandado do Pai (...)E ele falará por ti ao povo; e acontecerá que ele te será por boca, e tu lhe serás por Deus (Êxodo 4:16). Me diz se não é de faltar o fôlego, eu e você ser feito como boca de Deus, dito pelo Próprio Criador, com essas palavras conforme estão escritas? Se quiser, pode tomar um copo d’água, que não faz vergonha não.

Agora, logo depois dessa pausazinha, e mais uma vez, guardada a devida proporção, e muito seguro de Quem tem falado comigo, finalmente o que diz a visitação do trem:

(...)A ti, pois, ó filho do homem, te constituí por atalaia sobre a casa de Israel; tu, pois, ouvirás a palavra da minha boca, e lha anunciarás da minha parte.
Ezequiel 33:7.

(...)E disse-me: Filho do homem, põe-te em pé, e falarei contigo.

Então entrou em mim o Espírito, quando ele falava comigo, e me pôs em pé, e ouvi o que me falava.

E disse-me: Filho do homem, eu te envio aos filhos de Israel, às nações rebeldes que se rebelaram contra mim; eles e seus pais transgrediram contra mim até este mesmo dia.

E os filhos são de semblante duro, e obstinados de coração; eu te envio a eles, e lhes dirás: Assim diz o Senhor DEUS.

E eles, quer ouçam quer deixem de ouvir (porque eles são casa rebelde), hão de saber, contudo, que esteve no meio deles um profeta
. (Ezequiel 2:1-5).

Você se lembra da visão do trem andando por dentro do mar. Agora, numa situação real, imagine a aflição vivida pelos passageiros, ao se perceberem dentro d’água no trem que se está viajando??? Só que não vi uma cabeça sequer aparecer na janela na tentativa de se salvar do afogamento! E por quê??? Por que a cena representa Jesus mostrando e tentando avisar, por isso esse texto, a dormência em que se encontra o mundo, mesmo diante da sua condição de miséria e morte iminente, apesar de que, ao que me pareceu na calmaria que vi, mesmo com toda a minha aflição, apesar de eu não me ter visto na água, mas como se eu tivesse flutuando no ar, não haverá muita reação à seriedade da coisa pela maioria quanto a isso.

O trem, porém, que é um meio de transporte que carrega pessoas de todos os níveis, não é o mais confortável deles, e em tese deve viajar em cima dum traçado firme, aponta para o Evangelho no mundo, por isso o mar [E disse-me: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, e multidões, e nações, e línguas. Apocalipse 17:15], e por isso eram DOIS trens, um que seguia e outro que capotava [as virgens sábias e as virgens loucas – Mateus 25; 1-13]; a locomotiva, que assim como os vagões, também capotava, aponta para altares que tem se deixado envolver por parasitas – por isso parecia um polvo o bicho – demônio – que grudava na frente da locomotiva [motor/altar], e por isso eu percebia se parecer a cara duma pessoa tapada pelo parasita, que logo volta a ser a locomotiva. A margem não parecia muito longe, nem o fundo muito perto, tão pouco a água cobria as janelas, indicando que ainda há tempo de reação – para quem quiser expressar sede, e que mesmo dormente, há quem queira água, o que está apontado na família que recebe a água [o que não seria natural, numa situação daquelas, alguém se preocupar em pedir e outro servir água] e mesmo que impedido de enxergar, por isso era no para-brisa/cara que o parasita grudava, ainda há dos altares que estão fora dos trilhos homens com quem Deus tem negócio, por isso o maquinista aparece com a jarra d’água para a família. Contudo, que estão desapercebidos que estão viajando não somente fora dos trilhos, como de estarem conduzindo, e se conduzindo, numa igreja acidentada, cuja viagem precisa ser interrompida [refletir no que está errado] para dar de beber à quem quiser, por isso eu almejava que o maquinista parasse o trem NUM RECUO; Que o parasita, que aponta para demônios, ainda que pareça somente um, e aqui está representado a figura do pastor, ele tem várias ramificações, ou tentáculos, por isso era um polvo; que são poderosos, que podem, antes tapando a visão, depois sufocar suas vítimas, e consequentemente leva-las à morte, como é característica do polvo no mar, exímios predadores que são – não à toa Jesus o tomou para passar essa mensagem. Não há, porém, perfeição na condução do Evangelho no mundo inteiro, entretanto havendo ministérios menos comprometidos pela cegueira ESPIRITUAL, do que outros. Por isso eram dois trens, e por isso, enquanto um dos trens era interceptado pelo parasita e capotava, o outro seguia viagem sem capotar, mas que todos dois viajavam fora dos trilhos - que dentro d’água não é lugar de trem nenhum viajar, ora essa.

Quanto à outra fase do sonho, o aviso é que, quanto a pandemia atual, a contaminação será ainda muito maior, e a disseminação do vírus muito mais rápida do que tem sido, por isso o espírito me chamava atenção para todas aquelas pessoas sem máscaras; por isso havia em mim a observação de que aquela aglomeração poderia ter serias consequências; o que acontecerá assim por causa da negligencia do povo, por isso eu observava que as pessoas não estavam nem um pouco preocupadas com suas máscaras; e irá muito mais longe do que tem ido, por isso o país da Austrália me era trazida à mente. Além de que, tomado os devidos cuidados, por isso, de novo sinto a falta das máscaras, a ordem é a pregação do Evangelho o mais distante que possa ser, por isso, de novo, a Austrália no cenário imaginário, e por isso era uma visita em massa a pessoas que estavam presas [no pecado], por isso eu não visualizava o presídio – naturalmente por que se trata duma situação espiritual. E, claro que você se recorda que na situação, alguém me avaliava como uma pessoa importante, que estava ali às orientando [entenda esse texto como agente dessa orientação], como também deve estar lembrado/a de que havia em mim uma preocupação com uma possível contaminação à minha pessoa com tanta gente sem máscara. Logo, entenda que o que Jesus está nos dizendo [e isso diretamente aos crentes do “mil cairão ao meu lado, e dez mil à minha direita, mas 'eu' não serei atingido/a”], é que devemos nos cuidar sim, e que se bobearmos, não haverá importante que não venha a ser atingido pela doença. Simples assim.

Ah, e sobre o aviso acerca de que Ele me recolherá, cá entre nós, sabendo do que eu sei, acredito piamente que será por amor a mim. Para me poupar do que virá; e para dar uma lição aos que tem desperdiçado a água fresca que é servida na minha ‘casa’ – ou pessoa, caso prefira, conforme Jesus me disse que, mesmo com meus defeitos, tenho para servir, se é que você não se esqueceu. Mas sendo ou não sendo por isso, o que eu sei é que, bem diferente daquele tipo de passageiro que, quando desembarca do trem, ninguém percebe que seu acento ficou vazio - quando não há louvor pela tão desejada ausência daquele indivíduo ali, o meu desejo é o de, ao desembarcar, ainda que eu tenha ficado na estação que limitará minha Viagem, e o trem seguido sua jornada, ainda dentro do meu vagão, como de fato inda me encontro - e para desconforto dos meus algozes, pelas tarefas que sei que tenho por cumprir não descerei já na próxima parada, me confortar ao menos com a imaginação da cara dos meus companheiros de viagem, pendurados nas janelas já saudosos e me acenando um até mais, por que não. O que é bem melhor do que um adeus, se nós sabemos do “elevador da bagagem”, que certamente é reservado para outro tanto da gente como a gente, espalhado por aí. A menos que não haja desejo de também chegarem à Cobertura onde os estarei aguardando. Mas avisa aí ao maquinista para estar atento aos trilhos, que no mar da vida tem "polvo" à espreita, esperando o trem para fazê-lo capotar, ávido por interromper a viagem.

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Antônio Franco Nogueira – à serviço do Reino eterno

'(...) Mas, se o viver na carne me der fruto da minha obra, não sei então o que deva escolher'.  Filipenses 1:22. Na imagem, Antônio Franco Nogueira, servo do Deus Altíssimo - Foto: Mõnica Franco
'(...) Mas, se o viver na carne me der fruto da minha obra, não sei então o que deva escolher'. Filipenses 1:22. Na imagem, Antônio Franco Nogueira, servo do Deus Altíssimo - Foto: Mõnica Franco

 

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