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Antonio Franco Nogueira

‘(...)Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda’. Atos 3:6 – Ilustração Google
‘(...)Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda’. Atos 3:6 – Ilustração Google

(Pare tudo que tiver fazendo, que essa leitura pode te render mais do que tudo que você fez nesse dia)

À parte da que diz que ‘’não é tolo, e muito menos estúpido, aquele que larga o que ele não pode segurar, para pegar firme aquilo que ele não pode perder’’, sobre a qual falarei mais adiante, “cada um salvando um” foi uma das frases mais suaves e gostosas de ouvir, e ao mesmo tempo tão penetrante quanto desconcertante que já pude escutar, no que diz respeito ao dever cristão desde minha conversão ao Evangelho há 5 anos. E a escutei quando tinha em mente o tema do próximo texto, desse texto, a escrever, cujo mote seria, e é - porém, e ainda bem que, trazendo verdades tão negadas, ou ditas à meia-boca por um monte de pregador, por que cargas d'água eu não sei, talvez por desconhecimento mesmo, ou por acreditarem que o que pregam seja mesmo a verdade, a pregação da Palavra de Deus a cada um que pudermos alcançar seja por meio da escrita, seja pelo WhatsApp, ou pessoalmente, num trabalho que se faça, ou durante uma visita que se recebe em casa; seja no posto de gasolina, na cabine do pedágio, ou seja onde for que nos venha a ser dado a oportunidade. O que importa é pregar a Jesus Cristo - assim, desperta ó tu que dormes. Contudo, conversando por telefone há pouco com uma irmã em Cristo, moradora em São Paulo, me vi novamente sendo trazido ao entendimento de que não, não é somente o povo “de fora” que precisa saber sobre as promessas de Cristo, mas também a turma “de dentro”, que supostamente largou aquilo que não pode segurar, e também supostamente pegou aquilo que não pode perder, que ainda precisa de ajuda para enfim compreender a proposta do Evangelho, e finalmente se fortalecer na fé que salva.

A mim, quando Lhe pedia o tema para esse texto, o filho de Deus me disse que Ele é prioridade. Ele somente me mostrou durante a visão, as tirinhas com os versos bíblicos que sempre uso intercalando os parágrafos, conforme você que me lê está acostumado/a a ver - e conforme logo mais à baixo, quando dentro da visão recebi d’Ele essa revelação. E diante da reação da irmãzinha de que falo mais acima, quando lhe expliquei sobre o que quer dizer certa passagem bíblica, significado que lhe sugeri que levasse à sua mãe que recém foi convertida ao Evangelho, no afã de blindá-la contra a pregação enganosa, ou voluntariamente equivocada, percebi do porquê de Jesus me ter dito naquela visão o mesmo que “Fale das minhas Escrituras”, pois me chegou que isso é por que Ele sabe que sempre que uso um texto bíblico entre os parágrafos, nos parágrafos seguintes jamais deixei de discorrer, ou “mastigar”, o que quer dizer, conforme na maioria delas Ele mesmo me tem revelado, como tem revelado a outros por esse mundão afora, cada uma das passagens que tenho usado, haja visto que é notório para Ele, como o foi na conversa com essa irmã, que quem me tem lido tem despertado para a Verdade não distorcida, mas a que liberta.

E pensando aqui n’alguém que, “velho/a de casa”, torça o nariz para a necessidade que também ele/a tem de conhecer ao Senhor que diz já conhecer e, portanto, entender que “isso” não lhe cabe, em sua homenagem antes de continuar vai essa pequena pausa:

(...)Disse também o Senhor: Simão, Simão, eis que Satanás vos pediu para vos cirandar como trigo;

Mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; e tu, quando te converteres, confirma teus irmãos.
Lucas 22:31,32.

Afora a possibilidade de que você, quando medita nas Escrituras, não tenha lido a passagem despercebidamente, pelo claro que está, que o Diabo pediu a Cristo os apóstolos como quem pede emprestado um punhado de farinha à alguém, com o propósito de tentar e atentar os discípulos, com o fim de, peneirados, ou seja, importunados com toda sorte de males e enganos, fazê-los dissuadir de sua fé, eu não creio que precise de explicação. Mas, e sobre Jesus ter dito, na cara de Pedro, que mesmo ele tendo andado ao Seu lado, e tendo sido escolhido por Ele próprio para Seu discípulo, a uma hora daquelas, depois de três anos juntos, e comendo na mesma mesa, o apóstolo ainda não havia se convertido, eu vou precisar discorrer ou questionar se pode haver nos dias de hoje alguém à baixo disso, que possa contestar não ser também ele um convertido ainda não consumado? E quanto à ordem para, depois de enfim convertido, o apóstolo buscar “confirmar” a fé dos irmãos, precisa dizer mais alguma coisa? Notou que dentre todos os apóstolos requeridos por Satanás para tentá-los, somente por Pedro, o mais velho, ou seja, o primeiro dentre todos os chamados pelo próprio Salvador para o ofício, Jesus intercedeu para que o Kapiroto não o derrubasse? Ainda vai torcer o nariz se eu te incluir entre os que precisam aprender sobre verdades que não te tem sido dita e quem sabe você não tem ensinado? Okey, então “ramo junto”.

- Irmã, pega tua bíblia aí, e abre no Salmo 68; 13, e lê. - (...)Ainda que vos tenhais deitado entre redis, contudo sereis como as asas duma pomba, cobertas de prata, e as suas penas, de ouro amarelo. (Salmos 68:13).

A pregação da mensagem que, de forma consciente, disser qualquer coisa longe do que de fato quer dizer a passagem aí acima, deve ser considerada diabólica. O que não se aplica à qualquer compreensão equivocada por quem apenas lê longe de se dar por mestre.

Eu tenho combatido não pouco o ensinamento dum arrebatamento da Igreja nos moldes que tem sido pregado, onde supostamente seremos arrebatados “a qualquer momento”, posto isso não passar nem pelo rodapé da verdade, muito menos ser isso uma mínima coisa como a verdade absoluta que as Escrituras dizem sobre a questão. Acerca do tema, em outros textos, o que repito aqui, tenho advertido o povo a que, deixando a preguiça de saber da verdade, estude, pesquise, e faça comparações com o que viveu a Igreja no tempo dos apóstolos, onde não somente posses de propriedades eram arrebatadas das mãos dos cristãos, mas também suas próprias vidas lhes eram tiradas por professarem sua fé em Cristo; sofrendo calados a falta de tudo que se pode imaginar, sem que - incluindo pensamentos, arredassem um só pé da decisão que haviam tomado na direção do Salvador, frente a qualidade da fé que experimentamos na Igreja de hoje quando nos deparamos com a menor das dificuldades se sempre ouvimos, e muitos acreditado nisso, de pregadores sobre que “comeremos o melhor desta terra”, e que “mal nenhum chegará a nossa tenda” (o que dizer de “mil cairão a teu lado, e dez mil à tua direita, mas tu não serás atingido”, com tanto crente tomando tapa na 'orêa' das mãos de bandidos, de vizinhos e de familiares nos nosso dias?), que certamente a conta não vai fechar com o que atende por Verdade bíblica.

Se você pesquisar, vai saber que “por redil entende-se um aprisco, ou curral, que, através de grades, paus, malhas ou redes, se encontra fechado. Um aprísco (ou curral), por sua vez, é um lugar que permite aos pastores reunir os animais e protege-los”, e se você não for tão ruim de matemática, vai chegar fácil à conta de que, antes convertendo ovelhas em nós, os crentes, se Jesus está dizendo que “ainda que durmamos em redis”, ou seja, ainda que tenhamos uma vida limitada e desconfortável, como naturalmente seria se vivêssemos num lugar assim, por isso a comparação, seremos, seremos, seremos – futuro, e não presente, sacou senhor pregador? -, como as asas duma pomba, coberta de prata e de ouro, e que isso é uma promessa de recompensa para àqueles que sofrem calados as faltas, os limites à obedecer e os desconfortos até a Sua volta, quando voaremos como os anjos, cobertos de glória – e atente também que o uso das assas duma pomba, e não dum pássaro qualquer, tem expressivo significado. O que, trocando em miúdos, é o mesmo que dizer que soframos calados o nosso tanto, que quando Ele voltar calará o nosso pranto. Uma meditação em Zacarias 14, em Isaías 14, e em Apocalipse 20, pode muito te ajudar a entender melhor sobre isso.

Mas há ainda mais mensagem na analogia usada na figura do redil, que é a de que em nenhum redil existe mais do que uma porta; e por onde entram as ovelhas, pelo mesmo lugar é por onde elas saem. Portanto, falando do indivíduo comum, e não somente do indivíduo comum se for você um cristão, a mensagem ali é a de que somente por Ele se deve entrar, e somente n’Ele está a saída. Mas se você não entendeu a metáfora, para te facilitar, é o mesmo que dizer a quem se encontra perdido/a na vida, quem sabe com crise de existência até, que basta entrar por Ele que o sujeito se encontrará e que somente Ele é a saída seja você um pobre rico ou um rico pobre sem que jamais tenha conseguido se classificar e muito menos se compreendido como, por mais abastado que você seja, um mero “pobre, cego e nu”, se você não O tem, ainda não O enxergou, e tampouco se revestiu d’Ele.

(...)Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu; Apocalipse 3:17

Como eu disse, à parte do que a passagem aí acima antes fala com o crente que não se mexe nem muda o seu proceder, a ideia era escrever uma mensagem especialmente para quem teoricamente ainda não houver se rendido ao filho unigênito de Deus, o indivíduo comum, muito mais nesse momento de incertezas sobre quem perecerá ou não durante essa pandemia, seja vítima dela ou duma fatalidade qualquer, mas diante da reação da irmãzinha, quando ouviu a explicação do significado sobre o redil e as asas duma pomba coberta de ouro e de prata, da passagem no Salmo 68, percebi pelo Espírito, que não, não é mesmo somente um dos públicos, mas os dois públicos, o de fora e também o de dentro, que eu deveria me reportar.

Mas vamos combinar que não é fácil convencer uma pessoa sem noções mínimas da história de vida de Jesus Cristo, ou dos registros gerais das Escrituras, que é fato esse negócio duma pessoa morrer, ser sepultada, ter seu corpo apodrecido e ainda assim voltar a vida, se ainda entre crentes fagulhas dessa duvida quem sabe ande sendo acesas. E é por isso que Ele mesmo, digo Jesus Cristo, sabedor dos limites do homem e do poder de persuasão de Satanás, nos impor a pregação da Sua Palavra, desde que antes, porém, busquemos não somente conhecê-lo, mas que prossigamos em O conhecer.

(...)Então conheçamos, e prossigamos em conhecer ao Senhor; a sua saída, como a alva, é certa; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. Oséias 6:3.

Aliás, vendo a passagem em Oséias que você acabou de ler, até me recordo dum conto sobre um garotinho que pergunta a seu pai sobre qual seria o tamanho de Deus, e depois de perguntar ao filho, antes de dar-lhe a resposta, de que tamanho ele via um avião que passava acima das nuvens sobre eles naquele momento, diante da resposta do garoto de que ele via bem pequenininho o avião, e ter sido então levado ao aeroporto onde a mesma pergunta lhe foi repetida, tendo o menino agora respondido que via BEM GRANDE a aeronave, quando, claro, enfim teve de seu pai sua resposta conclusiva, de que para sabermos do tamanho de Deus depende de a que distância nos colocamos d’Ele.

Talvez até, quando leu a frase “indivíduo comum” você tenha sentido algum desconforto, haja visto que é corriqueiro no cotidiano se pensar que “todos somos filhos de Deus”, mas se considerarmos a analogia do avião como verdade, e sabermos que ao menos deve haver um avião voando nesse mundão de meu Deus nesse exato momento, só que sem o avistarmos, quando não se sabe se ele está indo ou se está vindo, é bem diferente de estarmos no hangar dum aeroporto, com o avião bem ali a passos de nós. Aliás, a depender de a que distancia estivermos do avião, não esquecermos que para enxergarmos melhor só o contemplamos completamente se olharmos PARA CIMA, nos fará fazer o melhor dos voos de nossa vida. Se é que me entende.

Entretanto, porém, todavia, eu não sei você, mas de cá, somente para te despertar de qualquer “viagem” que esteja fazendo aí, eu estou dispensando esse negócio de “melhor dos voos” e espero que sua pessoa tenha entendido que não estou me referindo a voo nenhum de avião qualquer – dado ao horror que tenho somente em pensar naquele trambolho voador, mas se você não se lembra, deixa eu te recordar da promessa das assas da pomba do Salmo 68, que é desse voo que estou querendo te dizer, por eu crer, com os dois pés no chão, na promessa que (...)Porquanto, quando ressuscitarem dentre os mortos, nem casarão, nem se darão em casamento, mas serão como os anjos que estão nos céus (Marcos 12:25). De cá até meneio a cabeça, recordando que desde sempre não pouca gente morreu tentando voar com assas artificiais, quando há uma promessa dessas...

Mas, é sério, eu estou te chamando para conhecer a um Deus que, mesmo sendo Ele Deus, Sua vontade é te ter o mais perto possível que você queira chegar de Sua pessoa. E o propósito disso, acredite, não é somente te manifestar o tamanho que Ele tem, mas também te revelar os Seus segredos e depositar sobre você um tanto dos Seus dons que tu possas suportar - e que você sequer imagina o prazer que isso dá. Te fazendo não um bobo da corte como fazem com seus subordinados de qualquer nível os “reis” desse mundo, mas fazer de você como um arauto do Seu Evangelho. Como um mensageiro de Boa Notícia. Isso mesmo que haja quem diga que não há em você a menor qualidade – como se fosse por qualquer qualidade própria que os homens são habilitados a chegarem perante Deus; o que é credito unicamente de Cristo, mas bastando que você creia, somente creia que Ele é Deus e confie em Suas promessas. Aliás, sobre esse credito exclusivo, sem a menor noção do que isso significa, muito se ouve, quando perante às mais diversas situações, que “quem me justifica é Jesus”, como se a justificação da cruz significasse alguma coisa parecida com qualquer “defesa despropositada” dessa ou daquela pessoa que em tese estaria sendo acusada de alguma coisa, quando na verdade o que quer dizer a justificação da cruz, é que tratou-se de um ato de amor extremo uma vez que, sem pecado algum, o Filho de Deus se fez bem mais pecador do que aquele a quem Ele, se entregando para ser crucificado, quis salvar. Mas que, o que é uma lastima, aqui falando à turma proponente a salvo/a, não tem tido o menor interesse de buscar entender sobre justificador e justificado. Mas está aqui um que te ajudará com isso, se você quiser saber que (...)O que justifica o ímpio, e o que condena o justo, tanto um como o outro são abomináveis ao Senhor (Provérbios 17:15). Então vem para a conta, que você, se tiver um mínimo de juízo e temor, vai acabar por entender por que é loucura não deixar de agarrar-se àquilo que não se pode segurar – já que da vida ninguém é dono, e da morte ninguém poder se esquivar, e por consequência deixar escapar pelos dedos àquilo que não se deve perder, a nós proposto com a tão mal-entendida Justificação: Ele se fazendo mais pecador do que eu e você, assim se tornando pior do que nós em termos de pecado, logo nos justificando. Assim, Jesus, amigo/a, pela própria vontade, Sua e do Pai, se fez ABOMINÁVEL perante Deus, por ser esse o único meio por onde poderíamos alcançar a salvação da Sua Ira por conta da transgressão do mundo desde o Éden (sugerindo aqui a leitura de “O que de fato aconteceu no Éden”). Já sobre o “que condena o justo”, que esmiuçando mais um pouco é quando alguém não somente persegue, mas acusa e sentencia injustamente uma pessoa mesmo sabendo da sua inocência, o que também se torna abominação perante Deus, não me diga que vou precisar te dizer que, conforme as Escrituras, tipos assim, se não se arrependerem e deixarem de praticar tal injustiça, estarão com passagem de primeira classe comprada, e não de avião e sim de foguete, para o Inferno, ou precisa? Porém, de companhia dessa turma na quentura eterna, estará todo àquele que insistir em fazer vão tamanho sacrifício, seja pela recusa ao convite para participante dos justificados ou - e não arrisque mesmo não, seja pelo desleixo com o ingresso à salvação que em tese já se tem reservado, por ter-se ido todos os dias aos cultos mas mudança de vida que é bom...

(...)Porque bem conhecemos aquele que disse: Minha é a vingança, eu darei a recompensa, diz o Senhor. E outra vez: O Senhor julgará o seu povo.

Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo. Hebreus 10:30,31.

Desta forma, se a Bíblia, que é seguramente a Palavra de Deus, para quem crê, afirma que ainda que soframos, além das faltas básicas, também as perseguições que nela estão previstas para o crente, e também nela consta que, como assas, voaremos, que é o que fazem os anjos, como você já percebeu, é disso que diz a frase de abertura que aponta que não devemos, por que não nos é possível o menor sucesso nisso, tentar nos agarrar à vida e muito menos à bens, mas sim àquilo que não devemos perder, uma vez que, de forma gratuita, nos é oferecida a salvação; é nessa oferta que devemos basear a nossa vida, se a quisermos preservar já que uma hora ou outra todo mundo morre, e não somente morre, mas morre também de morte matada, como alguns de hoje e de muito tempo atrás. Com isso, considerando que você creia no que dizem as Escrituras, eu quero te trazer à essa reflexão, para o caso dalguma dúvida ainda pairar sobre tua cabeça, sobre a promessa de salvação: 01 - conforme a história, afora Judas, que se matou por não suportar o remorso por ter traído Jesus, e de João, que morreu de velhice, se Jesus e sua promessa de ressurreição fosse uma mentira, não seria o caso de cada um dos 11 apóstolos que foram martirizados, para salvarem suas vidas, terem negado a fé no Filho de Deus, no ato de cada execução? 02 - E por que não negaram? 03 – Não teria sido por que eles, não somente pelos milagres que O assistiram fazer, já que conviveram com Ele por três longos anos, mas principalmente por O terem assistido tanto morrer quanto reaparecer diante deles mais vivo do que antes, já que agora, com o corpo glorificado, como Ele prometeu a eles que aconteceria e promete que fará com todos os que de nós n’Ele cremos, constatando que a promessa de ressurreição era verdade? Estas são perguntas de cujas respostas que nos dermos, vai depender se voaremos ou se queimaremos. Simples assim.

(...)Disseram-lhe, pois, os outros discípulos: Vimos o Senhor. Mas ele disse-lhes: Se eu não vir o sinal dos cravos em suas mãos, e não puser o meu dedo no lugar dos cravos, e não puser a minha mão no seu lado, de maneira nenhuma o crerei.

E oito dias depois estavam outra vez os seus discípulos dentro, e com eles Tomé. Chegou Jesus, estando as portas fechadas, e apresentou-se no meio, e disse: Paz seja convosco.

Depois disse a Tomé: Põe aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; e chega a tua mão, e põe-na no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente.

E Tomé respondeu, e disse-lhe: Senhor meu, e Deus meu!

Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram
. João 20:25-29.

Olha, se você me permite uma intromissão, até meus quase 54 anos eu jamais me imaginei crente, e muito menos um crente tão seguro da decisão que tomei e tão convicto da existência de Deus como me vejo desde minha conversão – e sonho assim me manter, e crendo na promessa não somente da salvação, mas também na de que ainda por cima haverá um galardão, um prêmio, para os que perseverarem nessa crença, até meu último momento nessa vida passageira a que um dia tanto me agarrei. Mas aqui, contando que você esteja lembrado/a que te disse, na legenda da foto acima, que eu não tenho ouro nem prata, mas o que eu tenho te dou, eu gostaria que você atentasse para as experiências extraordinárias que tenho contado e ainda elencarei aqui, que isto que te dou, das visitações em sonhos e sobretudo das revelações bíblicas diante do que na Bíblia tenho meditado, o que é bem diferente duma leitura pela leitura das Escrituras, quando nada acontece para quem apenas lê, que pode também acontecer com você se à Bíblia recorrer sempre buscando o saber, é um quê a muito mais do que se “crer por crer, e ainda, credo num Deus calado” sem nada mais; ou seja, crer sem que haja algo “papável” para essa crença, sem qualquer experiência com Ele, apesar de já ser muito o tudo que diante de nós está criado, o que quando ocorre é como receber do Pai um precioso presente uma vez que Ele mesmo é Quem diz que (...)Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem (Hebreus 11; 1), mas que ainda assim resolve nos agraciar com Suas aparições, conforme tenho experimentado. Então preste muita atenção no que seguirá:

(...)Por isso também na Escritura se contém: Eis que ponho em Sião a pedra principal da esquina, eleita e preciosa; e quem nela crer não será confundido. 1 Pedro 2:6.

Agora vem que vou dividir contigo um segredo: 01 -  você concluiria que fosse Jesus uma pedra onde uma mulher que sonhou te dissesse que, muito feliz como se via, no sonho ela se percebia encostada nela, nessa pedra, sendo que a pedra era menor do que ela, apesar de muito larga para os dois lados? 02 - Você concluiria que se trata do Salvador, se quem sonhou te dissesse ainda que, chegando a pedra a apenas à altura dos seus ombros, ela era levada a observar que a sua cabeça era o que do seu corpo ficava ACIMA da pedra?

Acertou se disse que sim, e errou se pensou que não, pois representa mesmo Jesus a pedra, por pequena que pudesse parecer frente a uma pessoa.

Mas a pergunta a nos inquietar nem é o fato de Ele se apresentar “menor” do que a Igreja, figura feminina, que é o que a irmã que sonhou representa no sonho - ela, que é moradora da outra extremidade do país, Rio Grande do Sul, e ainda assim, e não sem propósito, o sonho veio parar nas minhas mãos, e é uma mulher não só temente a Deus, mas, até onde eu sei, muito comprometida com o Evangelho, mas sim por que a cabeça da mulher aparecia “acima” d’Ele. Esta é pergunta à nos fazermos.

Olha, nos avaliando enquanto Igreja nos dias de hoje, digo dos tantos “nó pelas costas” como dizem os mais velhos quando se referem a alguém birrento que só faz o que quer, cheio de manias e vontades, que não aceita qualquer correção ainda que venha de Deus, quando entendemos o enigma terrível embutido nesse sonho aparentemente tão banal, é comum, ou pelo menos deveria ser, que passemos dias sem dormir, e nos fazendo perguntas como: por que a mulher se sentido tão feliz e ela observar que a pedra era tão larga para os lados? E, para garantir, por que Jesus desenhou o cenário desse sonho, tanto se pondo “menor” quanto pondo a cabeça da mulher acima d’Ele? E aqui está a resposta, logo depois da pausa:

(...)E eles lhe disseram: Tivemos um sonho, e ninguém há que o interprete. E José disse-lhes: Não são de Deus as interpretações? Contai-mo, peço-vos. Gênesis 40; 8.

Eu lancei mão da passagem em que José diz ao padeiro e ao copeiro do faraó, dizendo que quem interpreta os sonhos é Deus, para que, enquanto te mostro que não falo de mim mesmo, também para dar a Ele a honra, a glória e o louvor, e depois para te fazer pensar muito antes de deixar de refletir na situação entre a Mulher e a Pedra, logo que você vir o terrível que está embutido na referida visitação, já que vem d’Ele a advertência:

Sendo Ele a Pedra, e estando a Igreja n’Ele – por isso a mulher encostada na pedra, e tão feliz por estar ali, vá para o lado que formos estaremos sempre amparados. Por isso a largura da pedra lhe chamava atenção. Porém ainda falta a essa Igreja “tão feliz” por supostamente ter se convertido à Ele, que nos humilhemos diante d’Ele, que nos rebaixemos perante Ele, por isso a pedra parecia menor, quando na verdade é a Igreja que, cheia de vontades, ou de nó pelas costas, temos resistido abaixar a cabeça – por isso era a cabeça e não os braços que sobrava na pedra, nos mostrando Ele, Pedra angular de esquina - por isso Ele usou uma pedra e não um muro, que para que estejamos completamente encaixados n’Ele, temos que “descer” e não subir, que só assim chegaremos à Sua estatura, uma vez que para isso Ele jamais nos permitiria que nos coloquemos acima d’Ele. Mas tem mais: trazendo para a cena do sonho, se para os lados a mulher estaria amparada dalgum ataque d’alguém mau que viesse por trás, que é justamente como faz tanto o próprio quanto os enviados de Satanás, se armado com uma foice o sujeito a corresse por sobre a pedra, avalie o que aconteceria com a cabeça dela, se ela a mantivesse para fora da pedra, ou não se agachasse, e veja se você não se arrepia, se esse sonho foi dado por Quem foi dado, se somado isso a todo o mais que você já sabe?

(...)E o servo que soube a vontade do seu senhor, e não se aprontou, nem fez conforme a sua vontade, será castigado com muitos açoites; Lucas 12:47.

Te chamando mais uma vez a que reflita que não foi uma perna ou um braço que na configuração do sonho foi deixado para fora da pedra, o que, se decepados, normalmente não levaria à morte a pessoa, mas sim uma cabeça, o que se daria bem diferente com o/a dono/a dela, vá matutando mesmo aí, sobretudo você que se avalia o/a 'bam bam bam' diante d’Ele no Evangelho, por que terá sido dado à Sua Igreja um sonho com uma configuração como esta, senão para nos advertir de que não, não é bem assim, como muita gente tem acreditado, a coisa com Ele, e que não sem propósito Ele escolheu, como eu a conheço, e foi te colocado mais acima, uma serva que bem sei, tem negócio com Ele, sabendo Ele que eu te contaria sobre a qualidade dela aqui, já que a Palavra d’Ele é como uma 'espada de dois gumes'.

E ainda que você tenha lido noutro dos meus textos acerca do porquê Ele veio num Carpinteiro e não noutra profissão, deixa eu te relembrar antes de seguirmos, já que não poucas costas andam “cheia de nó” no Evangelho, fazendo suas próprias vontades e não a vontade do Carpinteiro, e faz uma conta, levando em consideração que na época que Ele pisou nessa terra não se contava com nenhuma companhia de gás e nem qualquer aquecedor como nos moldes dos que dispomos agora, o que fazia ao final do expediente um carpinteiro quando alguma peça de madeira, incorrigível, que não prestava para nada, nem para pé dum banquinho sequer, que rachava ao menor toque do martelo? Será ele que a envernizava e colocava na sala de sua casa, como exemplo de orgulho da floresta, ou fazia dela uma fogueira??? Sacou agora, por que a analogia com a figura dum carpinteiro? Sacou agora, por que somos árvores por toda a Escritura? Ou ainda não tinha se apercebido disso, que somos referentes às árvores, tanto nós quanto Ele – quando esteve entre nós como homem?

(...)E também agora está posto o machado à raiz das árvores; toda a árvore, pois, que não produz bom fruto, é cortada e lançada no fogo. Mateus 3:10.

(...)Então conheçamos, e prossigamos em conhecer ao Senhor; a sua saída, como a alva, é certa; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra.
Oséias 6:3.

Notou o arranjo do Espírito Santo, aí acima, para nos consolar, de que ainda há o que se pode fazer para que não sejamos feitos de combustível duma fogueira no final do expediente? Eu sei que você já O conhece, se esse for o teu caso, mas a Escritura nos diz que não é somente O conhecermos, mas ela nos manda que prossigamos em conhece-lo. Ademais disso, se você estranhou o sermos árvores conforme acima, e acostumado/a que você já deve estar com as analogias para falar conosco, só não deixe escapulir a observação à chuva que Ele diz que trará sobre nós, Sua plantação, quando Ele, o Lavrador, estiver para vir fazer a Colheita de Sua Igreja. Mas antes de te contar sobre isso, digo da chuva serôdia, não estranhe a aparente dureza das colocações que venho fazendo ao longo do texto, se o propósito é tanto advertir os domésticos na fé quanto, e principalmente, chamar a fé você que ainda não entendeu que não há saída para salvação noutro que não no Filho de Deus, mas não fazendo desses como crianças que nem sequer segurar a mamadeira sabe, mas os preparando para serem crentes fortes pelo conhecimento da Verdade nua e crua, devido a amostra do padrão que deve ser, conforme o cenário desenhado no sonho da Pedra, por Quem está te chamando dessa vida dissoluta, principalmente no sentido espiritual da palavra, para te salvar, mas te preparando para uma batalha cujo General da guerra (Senhor dos Exercito, lembra?), nos cobra a devida disciplina e reverencia. A menos que você conheça algum exército cujo comandante joga baralho com seus soldados em plena frente de batalha enquanto o inimigo avança, e os treina como sacos de batata em sua mão e os fuzis jogados ao chão - 'o que rima com Bíblia no porão'. Que eu de cá conheço somente treinamentos duros, que preparam vencedores, e não derrotados por inaptidão. Por isso, baseado no que tenho recebido, desde das Escrituras, quanto pelas visitações noturnas d’Ele mesmo à minha pobre pessoa, tenho mostrado, desde os meus primeiros textos, o Evangelho como ele é.

(...)Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela;

E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem.

Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores.
Mateus 7:13-15.

Focado/a na proposta de Cristo, e recebendo o Evangelho nu e cru, e não floreado como muitos o apresentam, se aceitar o convite de Deus, pela justa causa, para vir para as Suas trincheiras, você no entanto estará vacinado/a contra as picadas de cobra a que estão expostos os soldados dispersos e que rejeitam o treinamento devido; o que você não pode de forma nenhuma – e se for tem que deixar de ser, é se fazer dum soldado preguiçoso, dum saco de batatas, que nem segurar, e muito menos usar sua arma quer, e com isto vir a ser facilmente baleado pelo soldado inimigo que as vezes nem está no front contrário, mas na mesma trincheira que você. E não somente na mesma trincheira, mas muitas vezes dando voz de comando dentro dela. E certamente foi por isso que, ao orar pedindo o próximo tema da mensagem a ser escrita, Jesus, me mostrando as referências bíblicas com que sempre intercalo minhas mensagens, me disse que Ele é prioridade. Ou seja, que Ele é o tema. E como é d’Ele que falam as Escrituras, para um bom entendedor todo pingo é letra. Mas aqui vai mais uma ajudinha:

No Salmo 40, que aliás andam usando para dizer que devemos “esperar com paciência no Senhor”, sem falar a verdade do que quer dizer o texto bíblico, que nada tem a ver com qualquer espera no sentido material de seja lá o que for, mas diz da paciente espera pela redenção das almas, a partir da Sua volta, que demoraria, por isso a “paciência”, e que também diz, no verso 5, que é bem-aventurado o homem que põe no Senhor a sua confiança, e que não respeita os soberbos nem os que se desviam para a mentira, há disposto, sobre Jesus Cristo, e dito por Ele mesmo, no verso 7: Então disse: Eis aqui venho; no rolo do livro de mim está escrito. E quando Ele fala em "rolo do livro" Ele está falando exatamente das Escrituras. Mas em João 5; 39 essa citação é ainda mais clara, sobre que é meditando na Bíblia que nos encontraremos seguros de estamos fazendo a coisa como ela deve ser feita, já que a salvação a partir d’Ele é o objetivo: (...)Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam. Sendo que nessa passagem Ele exortava os próprios irmãos de Sua tribo, os Judeus, que O rejeitavam ao mesmo tempo que eram leitores assíduos das Escrituras. Então cuidado para você não repetir esse mesmo erro e, tendo buscado, O estar estranhando quando a verdade estiver tremulando diante dos teus olhos, que essa não foi a intenção quando Ele me mandou esmiuçar para você o que Ele está falando por ela, mas facilitar o teu entendimento. Portanto...

E pelo que te trarei agora, antes de fechar a mensagem, cabe aqui a observação de que foi da boca de irmãos que defendem determinada doutrina, sobre que estaria em maus lençóis quem não guardar o dia do “sábado”, que ouvi a frase “cada um salvando um”, que tanto mexeu comigo, haja vista a profundidade da citação, e diante da incompreensão doutros irmãos doutros ministérios, sobre o dever do crente frente às almas ainda expostas ao ataque inimigo enquanto a guerra avança, e à cobrança que nos será feita pelo descumprimento desse dever, só que mesmo vindo desses irmãos a citação do dever cabido a cada cristão, da pregação, o que indica que eles teoricamente estão fazendo a diferença, o sábado a que o Pai se refere, inclusive em Isaías 56 nos alertando a que mantenhamos “o juízo”, não é esse sábado semanal dos dias de hoje. Não depois de Jesus. E a colocação é para esclarecer possíveis pensamentos de que, para quem conhece a doutrina, talvez, autora da frase, não entender que esse que te escreve concorda com esse entendimento, uma vez que eu bem sei, e aqui estou dividindo com você te sugerindo muita atenção, é que o sábado da Aliança do passado é uma sombra da Aliança de agora a partir de Jesus. Ou seja, refere-se ao Sábado milenar, que será enfim quando o Criador, com a prisão de Satanás por mil anos, descansará de ter que a cada dia nos esforçar na defesa dos seus ataques: (...)Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos. (Apocalipse 20:2). (...)E lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs selo sobre ele, para que não mais engane as nações, até que os mil anos se acabem. E depois importa que seja solto por um pouco de tempo. (Apocalipse 20:3). Por isso Jesus disse aos fariseus que o Pai trabalha “até hoje”, e que Ele trabalha “também”. Logo, as Escrituras em nada nos falam dalguma coisa que indique a permanência do mundo na configuração que conhecemos, mas sim nos aponta para um futuro de glória, voando como assas, mas não como assas comuns, mas sim revestidas de poder, como acontece com os Anjos. Essa é a promessa e se você observar bem, o tempo, ou a semana, ainda está contando. Por isso a observação do apóstolo: (...)Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia. (2 Pedro 3:8). O que, para quem crê, se for considerado que de Adão para Jesus conta-se 4 mil anos, ou 4 dias para Deus, e que de Jesus para cá contamos outros quase 2 mil anos, logo para Deus tem-se quase 6 dias duma semana de milênios – o que tanto tem confundido os irmãos da doutrina de que falo, então estamos bem próximo do Sábado milenar, logo deve-se lembrar de que Jesus advertiu-nos de que se os tempos não fossem abreviados nenhuma carne se salvaria, indicando o tempo de Sua volta. E se assim for, profecias anunciadas que aconteceriam estão em vias de acontecer com uma velocidade incomensurável. O que, trocando em miúdos, é como se estivéssemos às portas da meia-noite de sexta-feira, para entramos no sábado: consumação do início do Seu Reino milenar! E nem adianta fazer a velha continha cujo resultado é que “ainda vai demorar”, que você não deve se esquecer que não adianta quer se agarrar àquilo que você não é capaz de segurar, e o por disso você já sabe. Juízo...

E me permita mais essa pausazinha, para um recadinho a alguns, dos de cima, dos de baixo, e à quem está chegando:

(...)Assim diz o SENHOR: Guardai o juízo, e fazei justiça, porque a minha salvação está prestes a vir, e a minha justiça, para se manifestar. Isaías 56:1.

(...)Todos os seus atalaias são cegos, nada sabem; todos são cães mudos, não podem ladrar; andam adormecidos, estão deitados, e gostam do sono.

E estes cães são gulosos, não se podem fartar; e eles são pastores que nada compreendem; todos eles se tornam para o seu caminho, cada um para a sua ganância, cada um por sua parte. Isaías
56:10,11.

Sigamos, cônscios de que aplique-se as passagens acima a quem deve se aplicar!

O curioso é que, enquanto Jesus tem se preocupado em advertir a Sua amada porém rebelde Igreja, que em tese deveria saber de cor e salteado o que deve e o que não se deve fazer, tarefa de quem supostamente já faz parte do Seu aprisco mas que tem reclamado quando tem que dormir umas noites num redil, olha só a pérola que encontrei, versada por um suposto insurgente da fé em temos da visão evangélica protestante, católico que ele era, que atendia, quando em vida, por Ariano Suassuna, quando escrevia uma obra mesclada com teatro, romance e gravuras do próprio Suassuna, em 1981, preocupado que ele era em não desagradar o Salvador: “Eu disse a Deus, que se a obra tivesse algum sacrilégio ou desrespeito, que interrompesse a obra com sua morte”. E o trabalho foi  mesmo interrompido e nunca concluído desde 1981. Isto enquanto outros tem feito acordos com padres, pouco se importando se ofende a Deus ou não, conforme Jesus me mostrou em sonho, para não entrarem no ambiente comunitário da igreja católica – ou seja, não instalarem igrejas por lá, em troca de míseros tostões. No sonho, para isso um padre pagava o aluguel da casa dum pastor. E o pastor idolatrava o punhadinho de miséria que lhe era pago. O que, como resultado da ópera, temos como louco tanto um quanto o outro.

Eu estou te chamando para os pés de Jesus Cristo e pode te parecer, e não somente a você, naturalmente, mas também a quem supostamente é mestre de ministérios, ou somente auto proclamados “manda chuva”, muito contraditório que eu te exponha coisas tão estranhas ao que talvez você tenha ouvido e visto ser feito por onde você tenha andado no quesito igreja, mas diante do desconhecimento do básico quanto à proposta do Evangelho por um homem supostamente entendido das leis da religião, mas que se mostrou tão cego quanto seus pares que acabaram por articular a crucificação do Salvador, quanto ao “nascer de novo”, a quem Jesus respondeu, e disse-lhe: Tu és mestre de Israel, e não sabes isto? (João 3:10), exatamente como deve estar fazendo o Senhor para com os que me censuram, perguntando, tipo, por que também vós estão sem entendimento quanto à 'essas coisas' que te tenho dito; portanto não se deixe enganar. Então não caia nessa. Quando te disserem que “Jesus já pagou o preço (e pagou mesmo, e nada mais você precisa fazer, porém...), anuindo sua vida vã sem te falar de regeneração, de arrependimento e de abandono do pecado, sem te cobrar uma vida de novos atos e novos pensamentos, somente atentos ao que você pode lhes dar, ou pôr em suas bocas, como diz Miquéias 3, caia fora mesmo. E corra para Cristo que depois de escutá-lo Ele pode estar te esperando por dentro da imagem que você avistará num espelho, assim que você chegar diante dum.

Vem, seja dormindo num colchão macio, numa rede ou num desconfortável redil, (...)porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada. (Romanos 8:18),

(...)Por isso não desanimamos. Embora exteriormente estejamos a desgastar-nos, interiormente estamos sendo renovados dia após dia,

Pois os nossos sofrimentos leves e momentâneos estão produzindo para nós uma glória eterna que pesa mais do que todos eles.

Assim, fixamos os olhos, não naquilo que se vê, mas no que não se vê, pois o que se vê é transitório, mas o que não se vê é eterno.
(2 Coríntios 4:16-18).

E para isso, te observando antes que quando o apóstolo Paulo - ele que teve uma visão dos céus (além de todo o mais que diz o capítulo dessa visão do apóstolo, que muito se concatena com o que te diz nesse texto esse pobre servo) como jamais foi dada a outro homem, fala de "sofrimentos momentâneos" ele está comparando uma vida de 70, 80 de angústias frente à uma vida de puro gozo que não terá fim, afora a chuva temporã, ou primeiras chuvas (derramamento do Espírito) que uns dias após a ascensão do Salvador caiu em Pentecostes, conforme em Atos 2, lembra da chuva serôdia de que te fala o profeta Oséias mais acima? Pois é, apesar de parecer difícil por nós mesmos, como de fato é, haverá a misericórdia d’Ele, que é a causa de não sermos consumidos, o Manda Chuva de fato, que nos cobrirá com as Águas que que conhecemos por Espírito Santo, que nos preparará para o Arrebatamento - que é o que acontece na região de onde a analogia foi usada, onde as chuvas de primavera, ou últimas chuvas, as chuvas serôdias, caem preparando a lavoura para a Colheita, como Ele, a Pedra que nos tem amparado vá para o lado que formos mas diante da Qual ainda falta nos abaixarmos como devemos, que foi e ainda tem sido rejeitada, analogicamente nos promete arrebatar. Mas no fim das contas, o que Ele quer encontrar, para que estejamos habilitados para essa Colheita, quer sejamos dos da rede ou do redil, é um coração contrito, e não arredio, à Ele tanto na alegria quanto no padecimento. Somente isto.

(...)Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende. Lucas 15:10.

(...)Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece. João 3:36.

(...)Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo. João 16:33.

E, lembrado a quem couber que deve ser sempre “cada um salvando um”, te recordando que teremos paz n’Ele, como Ele promete aí acima, somente no Sábado de que te tenho falado, mas nos advertindo que até lá teremos aflições mas que tenhamos bom ânimo, posto que Ele venceu o mundo (morreu e ressuscitou), logo ressuscitaremos também, tendo em mente que a nossa vida não nos pertence salvá-la, e que a salvação não cabe a outro senão a Ele, jamais despreze que ‘’não é tolo, e muito menos estúpido, aquele que larga o que ele não pode segurar, para pegar firme aquilo que ele não pode perder’’.

Então, você que logo notará, se é que já não notou, que não está em sua pessoa a força, vem. Vem que...

...Jesus é bom!

Antônio Franco Nogueira - à serviço do Reino eterno

Sugestão de leitura: Tô feliz da vida! Será?!

'(...)Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. Apocalipse 3:21,22 - Na imagem, Antônio Franco Nogueira, servo do Deus Altíssimo - Foto: Mônica Pereira Franco
'(...)Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. Apocalipse 3:21,22 - Na imagem, Antônio Franco Nogueira, servo do Deus Altíssimo - Foto: Mônica Pereira Franco

 

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